Edição 928 | Ano V

Da redação - Rio de Janeiro / RJ

Brasil processa Samsung por más condições em fábrica da Amazônia

O Brasil entrou com uma ação contra a Samsung alegando más condições de trabalho em uma fábrica na Amazônia e está exigindo mais de US$ 100 milhões em danos, afirmou o governo brasileiro no final da tarde de ontem, dia 13/8. O Ministério do Trabalho informou que funcionários da fábrica trabalhavam até 15 horas por dia, incluindo 10 horas em pé, e muitas vezes durante 27 dias seguidos. A companhia sul-coreana enfrenta cerca de 1.200 queixas legais por parte dos trabalhadores em Manaus. A auditoria foi realizada na fábrica de Manaus, uma das maiores fábricas da Samsung em todo o mundo. A fábrica emprega 6.000 trabalhadores e é responsável por fornecer produtos para toda a América Latina. A Samsung informou que a empresa está avaliando as acusações. "Estamos realizando uma revisão completa da queixa e prometemos cooperar plenamente com as autoridades brasileiras. Tomamos cuidado para proporcionar um ambiente de trabalho que assegura a saúde, a segurança e o bem-estar dos nossos funcionários em todo o mundo."  (Fonte: Dow Jones Newswires)


Brasília / DF

Oferta de crédito para grandes empresas deve cair 0,59%, segundo Banco Central

A pesquisa trimestral de condições de crédito no País, divulgada pelo Banco Central (BC) na tarde de ontem, dia 13/8,, em Belém, aponta que a oferta para grandes empresas deve cair 0,59% no terceiro trimestre de 2013. Já a demanda por crédito para essas empresas deve cair 0,33%, enquanto a aprovação de novas operações terá um recuo de 0,24% no período. No segundo trimestre, a oferta de crédito para as grandes empresas, de acordo com a pesquisa, caiu 0,23%. Já a demanda de crédito para esse segmento subiu 0,09%. A aprovação de crédito ficou estável. Segundo a pesquisa, a oferta de crédito para consumo de pessoa física ficou estável no segundo trimestre. Já a demanda de crédito para esse segmentou caiu 0,18% no período, enquanto a aprovação de novas operações ficou estável. Para o terceiro trimestre, o BC prevê uma queda de 0,07% da oferta de crédito para consumo (pessoa física) e aumento de 0,06% da demanda e de 0,06% da aprovação. No segmento de crédito para habitação (pessoa física), o levantamento mostrou um aumento de 0,25% para oferta e também demanda no segundo trimestre. Já aprovação do crédito subiu 0,13%. Para o terceiro trimestre, o BC prevê uma estabilidade da oferta de crédito. Já a demanda deve crescer 0,25% e aprovação deverá ter um aumento de 0,13%. A pesquisa mostrou um recuo de 0,23% da oferta de crédito para as micro, pequenas e medias empresas no segundo trimestre. A demanda nesse segmento subiu 0,40% e a aprovação, 0,10%. Para o terceiro trimestre, a previsão do BC é de queda de 0,38% da oferta de crédito e aumento de 0,50% da demanda e de 0,08% da aprovação de operações.  (Agência Estado)

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INDICADORES ECONÔMICOS

Da redação - São Paulo / SP

FGV apura piora no clima econômico na América Latina

O clima econômico piorou na América Latina, revela o indicador Ifo/FGV de Clima Econômico da América Latina (ICE), elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) em parceria com o Instituto alemão Ifo. O indicador recuou de 5,2 pontos no trimestre encerrado em abril para 4,4 pontos no trimestre encerrado em julho deste ano. Este é o valor mais baixo para o índice desde julho do ano passado. Dentro do índice, o Brasil teve queda expressiva, de 5,6 pontos para 3,8 pontos, o que o coloca na região considerada "desfavorável" pelas instituições, ou seja, abaixo dos 5 pontos. Segundo o Ibre, a piora no continente está associada a uma deterioração do Indicador de Expectativas (IE), que saiu de 5,2 pontos em abril para 4,3 pontos em julho e do Indicador da Situação Atual (ISA), que teve recuo de 5,1 pontos para 4,5 pontos, no mesmo período. "Ambos ficaram abaixo da média histórica dos últimos dez anos, sinalizando a entrada da região em uma fase desfavorável do ciclo econômico", aponta a instituição. "As previsões de desaceleração do crescimento chinês e seus efeitos nos preços de commodities possuem forte impacto em vários países latinos com forte dependência das exportações desses produtos, como é o caso do Chile e do Peru. Logo, não é surpresa que a piora do clima econômico na Ásia e, em especial na China, tenha sido acompanhado por comportamento similar na América Latina.", avaliou a FGV. Para apurar o indicador, especialistas nas economias da América Latina respondem trimestralmente um questionário elaborado pelas instituições. Respostas favoráveis recebem nove pontos, enquanto as neutras recebem cinco pontos e as desfavoráveis, um ponto.
(Fonte: Assessoria de Imprensa da FGV)

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MERCADO DE CAPITAIS
(Informações: Dow Jones, Bovespa, Reuters, EFE, AFP, InfoMoney e Associated Press)

São Paulo / SP

JHSF tem lucro 60% menor no 2º trimestre

A JHSF Participações registrou lucro líquido de R$ 17,0 milhões no segundo trimestre de 2013, o que representa uma queda de 60,0% sobre o mesmo período do ano passado. O Ebitda foi de R$ 57,3 milhões, queda de 13,5% na mesma base de comparação, com margem de 31%, alta de 1,3 ponto porcentual. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado cresceu 4,5% de abril a junho deste ano, para R$ 72,9 milhões, com margem de 39%, 8,1 pontos porcentuais acima da registrada em igual intervalo do ano passado. A receita líquida foi de R$ 187,5 milhões no segundo trimestre, queda de 17% na comparação com igual intervalo de 2012. O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 22,4 milhões, valor 153% maior do que a despesa líquida de R$ 8,8 milhões anotada de abril a junho do ano passado.   (Agênca Estado)


HOJE na Ásia:

Bolsas asiáticas fecham em direções divergentes

Os mercados de ações da Ásia fecharam em direções divergentes nos pregões de hoje, ia 14/8, com realização de lucros na China e em Taiwan. Já em Hong Kong a sessão foi cancelada por causa da aproximação do tufão Utor.
Na Austrália, o índice S&P/ASX 200 fechou praticamente estável aos 5.157,40 pontos, uma vez que os investidores em Sydney se mostraram mais cautelosos em meio a temporada de resultados corporativos.
O Commonwealth Bank of Australia caiu 1,1% na cidade mais populosa da Austrália mesmo depois de registrar uma alta de 8% no lucro líquido no ano fiscal até junho.
O banco disse que manteve uma visão "conservadora" sobre perspectiva da economia por causa do risco de uma queda ainda maior da demanda chinesa por commodities da Austrália. Alguns investidores também ficaram decepcionados com o dividendo de 2,00 dólares australianos por ação, ainda que o valor seja mais alto do que o dividendo de 1,97 dólar australiano do ano anterior.
As ações na China fecharam em baixa nesta quarta-feira com realização de lucros após registrar ganhos nas últimas duas sessões. O índice Xangai Composto perdeu 0,3% aos 2.100,14 pontos. Já o índice Shenzhen Composto caiu 0,2%, para 1.012,80 pontos.
Em Taipé, o índice Taiwan Weighted também foi prejudicado pela realização de lucros e fechou em baixa de 0,4%, aos 7.951,33 pontos.
O índice Kospi, da Bolsa de Seul, por outro lado, avançou 0,6% e fechou a sessão aos 1.923,91 pontos, estendendo os ganhos pela terceira sessão consecutiva. Os fabricantes de chips, que possuem um grande peso no índice, mostraram uma positiva recuperação com a SK Hynix ganhando 3% e Samsung Electronics subindo 0,8%. Os mercados financeiros coreanos estarão fechados na quinta-feira para o Dia da Libertação.
Nas Filipinas, as ações subiram, impulsionadas por ganhos em Wall Street na terça-feira e relatórios de lucros corporativos. O índice PSEi subiu 1,6%, para 6.656,61 pontos.


ONTEM no Brasil:

Ibovespa apresenta volatilidade

O dólar comercial se mantém no patamar de R$ 2,30 na tarde de ontem, dia 13/8, sem intervenção do Banco Central. Por volta de 14h33m, a moeda americana estava sendo negociada a R$ 2,303 na compra e R$ 2,305 na venda, uma alta de 0,83%. Na mínima do dia, a moeda americana foi negociada a R$ 2,287 e na máxima chegou a R$ 2,310. O dólar por aqui segue o movimento de alta da divisa no exterior. O mercado continua na expectativa de que o Banco Central faça novas intervenções no câmbio. Sempre que a divisa chegou ao patamar de R$ 2,30, o Banco Central interveio no câmbio oferecendo contratos de swap cambial tradicional, que equivalem a uma oferta de moeda no mercado futuro. O temor do BC é que a cotação saia de controle, suba com velocidade e aumente o impacto na inflação.
Na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o principal indicador do mercado, o Ibovespa, apresenta volatilidade causada pelo vencimento dos contratos de índice futuro, que acontece nesta quarta-feira, segundo o economista Álvaro Bandeira, da Órama Investimentos. Às 14h33m, o Ibovespa voltou ao campo positivo com alta de 0,26% aos 50.432 pontos e volume negociado de R$ 4,4 bilhões. Os investidores têm na pauta os balanços de empresas referentes ao segundo trimestre com destaque para o Banco do Brasil, que anunciou um lucro líquido de R$ 7,47 bilhões no segundo trimestre.

No primeiro semestre, o lucro do BB chegou a R$ 10,0 bilhões, desbancando o Itaú Unibanco, que lucrou R$ 7,2 bilhões nos seis primeiros meses deste ano. O bom desempenho do BB foi motivado pela venda de ações de sua área de previdência, seguros e capitalização, a BB Seguridade, com uma captação de R$ 11 bilhões em abril. As ações ON do Banco do Brasil sobem 0,82% a R$ 23,15.
Já a companhia aérea Gol teve um prejuízo de R$ 433 milhões de abril a junho. Mesmo assim, a empresa reduziu em 39% o prejuízo no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, quando a companhia registrou perdas de R$ 715,1 milhões com queda de custos e passagem mais cara. O Ebitda (lucro antes de pagamento de juros, impostos e amortizações) foi de R$ 235,1 milhões, frente a um Ebitda negativo de R$ 62,4 milhões no mesmo período do ano passado. O prejuízo era esperado pelo mercado. Os papéis PN da companhia começaram o dia em alta, mas agora estão em queda de 2,64% a R$ 7,37.
Entre as ações mais negociadas do Ibovespa, Vale PNA sobe 0,89% a R$ 31,57. Os papéis PN da Petrobras têm queda de 0,90% a R$ 16,39. A Petrobras terá que explicar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a chamada contabilidade de hedge, que reduziu as perdas decorrentes da variação cambial no balanço do segundo trimestre.

Ontem, dia 13/8, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou que o governo está analisando os pedidos da Petrobras para reajustar os preços dos combustíveis. O ministro afirmou que a Petrobras está sempre pleiteando reajustes porque os preços estão defasados. A Petrobras depende de um reajuste de combustíveis para manter seu plano de investimentos, sem aumentar sua dívida. Já OGX Petróleo ON sobe 4,68% a R$ 0,67; Itaú Unibanco PN tem ganho de 0,26% a R$ 30,26 e Bradesco PN ganha 1% a R$ 29,05.
Os papéis ON da LLX Logística apresentam a maior alta do pregão, ainda refletindo rumores de que Vale, Gerdau, CSN e Usiminas estariam se juntando para comprar o Porto de Açú, principal ativo da companhia. As ações ON da LLX ganham 5,45% a R$ 1,16. A maior baixa é dos papéis ON da Rossi Residencial, com perda de 4,44% a R$ 2,80. Para o economista Álvaro Bandeira, da Órama Investimentos, depois de ter superado os 50 mil pontos, o Ibovespa pode continuar sua recuperação, buscando agora os 52 mil pontos e depois os 56 mil. Ele avalia que o volume financeiro negociado no pregão da segunda-feira já refletiu um pouco o vencimento do índice futuro, que acontece nesta quarta-feira.
No mercado de juros, as taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) estão em alta seguindo a valorização do dólar. O DI com vencimento em janeiro de 2015, subia de 9,73% para 9,83%; a taxa do contrato para janeiro de 2017 avançava de 10,97% para 11,09% e a do DI para janeiro de 2014, passava de 8,91% para 8,94%. 


ONTEM nos EUA:

Wall Street fecha em alta

Os índices da bolsa de Nova York fecharam em alta nos pregões de ontem, dia 13/8, após um dia de indicadores díspares da atividade nos Estados Unidos: o Dow Jones subiu 0,20% e o Nasdaq, 0,39%.
Segundo os dados provisórios do fechamento, o Dow Jones Industrial Average subiu 31,33 pontos a 15.451,01 unidades e o tecnológico Nasdaq, 14,49 pontos a 3.684,44 unidades.
O índice ampliado Standard & Poor's 500 (SP 500) subiu 4,69 pontos a 1.694,16 unidades.
Wall Street, com pouca atividade nesta época, reagiu, no começo das operações, com frieza aos indicadores da atividade nos Estados Unidos, antes de realizar lucros.
O aumento das vendas varejistas de 0,2% em julho, foi inferior às expectativas, enquanto a alta dos preços dos produtos importados avançaram 0,2% no mesmo mês.
"Foi um dia sem tendência, habitual no verão (nos Estados Unidos) quando muitos operadores estão de férias", disse o analista Hugh Johnson.
"O mercado evolui em uma margem muito limitada", destacou o especialista de Marblehead Asset Management, Mace Blicksilver. "Nestas condições, todo movimento é arriscado" e os atores do mercado preferem se abster, acrescentou.
O mercado dos títulos fechou em queda. O rendimento do bônus do Tesouro a 10 anos subiu a 2,715% contra 2,605% de segunda-feira e o do papel a 30 anos avançou a 3,756% contra 3,666%.


ONTEM na Europa:

Bolsas européias fecham em alta

Na Europa, as Bolsas fecharam em alta depois de dados positivos da indústria. O índice Dax, da Bolsa de Frankfurt, avançou 0,68%; o índice Cac, do pregão de Paris, teve alta de 0,51% e o FTSE, principal índice da Bolsa de Londres, subiu 0,57%. A atividade industrial na zona do euro teve alta de 0,7% em junho em relação a maio, ligeiramente abaixo das projeções, que apontavam avanço de 1,0%. Com isso, a produção da indústria acumulou expansão de 1,2% na passagem do primeiro para o segundo trimestre, o melhor desempenho desde o último trimestre de 2010. E o índice Zew, que mede a confiança dos analistas do mercado financeiro, apontou alta de 11,2 pontos na expectativa com a economia europeia nos próximos seis meses, que atingindo 44,0 pontos em agosto. Na Alemanha, o indicador subiu de 36,3 para 42,0 pontos entre julho e agosto.

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MERCADO FINANCEIRO

São Paulo / SP

Lucro do Banco Sofisa cai 94,3% no primeiro semestre, para R$ 900 mil

No total do primeiro semestre de 2013, o Banco Sofisa teve lucro líquido acumulado de R$ 900 mil, redução de 94,3% em relação aos R$ 15,7 milhões registrados no primeiro semestre do ano anterior. Já no segundo trimestre, o lucro líquido ficou em R$ 300 mil, queda de 89,3% contra igual período de 2012. O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (ROAE) ficou em 0,2% de abril a junho de 2013 ante 1,6% contabilizados nos mesmos meses de 2012. O Índice de Basileia II ficou em 20,4% no período de janeiro a junho deste ano e os ativos totais somaram R$ 3,6 bilhões, redução de 18,6% em relação ao mesmo período de 2012. No segundo trimestre de 2013, a carteira de operações de crédito totalizou R$ 1,8 bilhão, redução de 11,6% na comparação ao período finalizado em junho de 2012.


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INDÚSTRIA

São Paulo / SP

Finanças da ThyssenKrupp enfraquecem enquanto venda de unidade se arrasta

Os alemães da ThyssenKrupp viram suas finanças enfraquecerem no último trimestre enquanto o grupo endividado lutou para arranjar um comprador para sua deficitária divisão Steel Americas. A siderúrgica tenta, há mais de um ano, encontrar um comprador para as usinas no Brasil e no estado do Alabama, Estados Unidos, que vêm causando perdas e minando o capital da maior produtora de aço da Alemanha nos últimos dois anos. Apesar de o relatório de resultados trimestral mostrar que a dívida líquida diminuiu, nesta terça-feira (13), seu capital social e sua liquidez encolheram ainda mais. O grupo postou um prejuízo líquido de € 362 milhões (US$ 479 milhões), comparado com lucro de € 109 milhões há um ano, enquanto a Steel Americas continua a perder dinheiro e os preços fracos pesaram sobre seu negócio siderúrgico europeu. O presidente-executivo, Heinrich Hiesinger, está afastando a empresa do volátil setor de aço para negócios de maior margem, como elevadores e equipamentos de fábrica. Entretanto, esse esforço foi ofuscado pela crise da Steel Americas. Ele afirmou que a ThyssenKrupp está em conversas avançadas com um possível comprador para a Steel Americas, bem como outros interessados, mas indicou que deve durar mais que o esperado para chegar a algum acordo. A companhia, até agora, pretendia chegar a um acordo ao fim de setembro, quando seu ano financeiro acaba. Agora, Hiesinger disse que a 
ThyssenKrupp não faria decisões com base nesse prazo.

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AGROBUSINESS


Da redação - São Paulo / SP

Frango abatido : a pior relação de preços com a ave viva

A relação de preços entre frango vivo e frango abatido nunca esteve tão ruim como nos últimos dias. Pelo menos para o frango abatido. Analisando-se essa relação (diferença de preços do abatido resfriado no grande atacado de São Paulo comparativamente ao preço obtido pelo produtor nas granjas do interior paulista) de janeiro de 2012 para cá (quase 20 meses), observa-se, por exemplo, que em fevereiro do ano passado o frango abatido chegou a alcançar valores que ficaram entre 60% a 70% acima do preço obtido pelo frango vivo.  Era uma clara demonstração de que o volume de aves vivas excedia significativamente a necessidade dos abatedouros, situação que seria corrigida na sequência com a redução no alojamento de pintos de uma dia. Em 2013, situação mais ou menos similar foi observada com mais intensidade na primeira quinzena de maio, por ocasião da passagem do Dia das Mães. Mas a relação então registrada esteve favorável ao frango abatido não tanto porque este tenha sofrido forte valorização, mas sobretudo porque o frango vivo chegava na época ao menor patamar registrado neste ano. Como ocorre habitualmente a cada novo início de mês, em agosto corrente (e pelo menos até aqui) o frango abatido vem obtendo boa valorização. Que, no entanto, permanece muito aquém da obtida pelo frango vivo. Daí a pior relação de preços do período analisado – o diferencial entre ave viva e abatida sendo inferior a 20%.   (Fonte: AviSite)



Da redação - São Paulo / SP

Ovo tem novo reajuste, o terceiro de agosto


Se, ontem, dia 13/8, frango vivo e abatido permaneceram com os preços do dia anterior, o mesmo não ocorreu com o ovo, que voltou a obter novo reajuste, o terceiro deste mês. Colocando-se 14,5% acima do valor registrado há um ano, nesta mesma data, a atual cotação ainda permanece abaixo dos valores alcançados no primeiro quadrimestre de 2013 entre o Carnaval (primeiro decêndio de fevereiro) e um breve período pós-Páscoa (primeira quinzena de abril). Mesmo assim, a situação atual é de tranquilidade para o produtor, pois os custos são hoje inferiores aos registrados no semestre passado. Porém, o principal fato a ressaltar no momento é que o atual reajuste está ocorrendo quase ao final da quinzena inicial do mês, ou seja, naquela ocasião em que, rotineiramente, a demanda do produto passa a sofrer desaceleração e os negócios se tornam mais lentos. 
Isso, efetivamente, já começa a ocorrer. Porém, a oferta do produto se mostra a tal ponto ajustada – seja porque houve descarte das poedeiras mais velhas ou porque a forte onda de frio do final de julho passado interferiu na produtividade do plantel – que parece estar afastado o risco de repetir-se o ocorrido em agosto do ano passado quando, passada a primeira quinzena e a exemplo de outros agostos, os preços do produto sofreram forte declínio. A tendência, agora, é de novas altas ou, no mínimo, de estabilização dos preços atuais que, na média dos primeiros 13 dias do mês, se encontram 13,28% acima da média de agosto de 2012.  (Fonte: AviSite)


São Paulo / SP

JBS Mercosul tem novo presidente

A JBS informou nesta segunda-feira, em comunicado à CVM, que contratou Miguel Gularte para o cargo de presidente da JBS Mercosul. Ele substitui José Augusto de Carvalho Júnior, que ficou dois anos no posto e que tocará outros projetos na JBS, conforme a área de comunicação da empresa. De acordo com a JBS, a contratação faz parte da "estratégia da companhia de reforçar continuamente sua equipe de executivos, na busca pela excelência operacional e pela profissionalização de seu quadro diretivo". O comunicado informa que Miguel Gularte, formado em veterinária, tem grande experiência na indústria de carne bovina, com 32 anos de atuação no segmento. Entre as companhias em que atuou está o frigorífico Pul, no Uruguai, onde foi diretor comercial, diretor geral e presidente. Em 2011, segundo o comunicado, Gularte comandou a venda do Pul para o Minerva Foods. Assumiu então o posto de vice-presidente internacional do Minerva, cargo que ocupou até junho passado.   (Agência Valor)


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SERVIÇOS, COMÉRCIO e VAREJO

São Paulo / SP

Loureiro assume presidência do Walmart no Brasil

O Walmart anunciou que Marcos Samaha decidiu deixar a companhia e que o executivo Guilherme Loureiro irá assumir a presidência da rede no Brasil a partir do próximo dia 31. Marcos Samaha permanecerá até o fim do mês para apoiar o processo de transição. "Após uma carreira de 14 anos, Marcos Samaha anunciou o seu plano de deixar a empresa para se dedicar a outros desafios profissionais", informou Enrique Ostale, presidente e CEO do Walmart América Latina, por meio de comunicado distribuído na noite de ontem, dia 13/8. No Walmart desde 1999, Marcos Samaha ocupou diferentes posições até ser nomeado vice-presidente executivo e COO (Chief Operating Officer) do Walmart Brasil em 2008. Em 2009, foi nomeado presidente e CEO do Walmart América Central, onde liderou as operações da empresa na Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras e Nicarágua. De volta ao Brasil em 2010, assumiu a presidência da empresa no país. Guilherme Loureiro ingressou no Walmart em 2012 como vice-presidente executivo. Anteriormente, trabalhou por 24 anos na Unilever, onde ocupou várias posições nas áreas de Finanças, Operações e Desenvolvimento de Negócios no Brasil, Chile, México, Reino Unido e Estados Unidos. Em sua última posição na Unilever, atuou como vice-presidente sênior de Estratégia Corporativa, Desenvolvimento de Negócios e Presidente da Unilever Ventures. Formado em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas, também possui mestrado e doutorado em administração pela FGV.  (Agênca Estado)

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COMÉRCIO EXTERIOR


Da redação - São Paulo / SP

Embarques de frango seguem 3% menores que os do ano passado

Aumentando 10,8% e perto de 8,6% sobre, respectivamente, o mês anterior e o mesmo mês do ano passado, as exportações brasileiras de carne de frango de julho passado somaram 339.130 toneladas e, assim, corresponderam ao terceiro maior volume exportado em 2013. Com esse resultado, o volume exportado nos sete primeiros meses do ano se encontra pouco mais de 3% abaixo do registrado no mesmo período de 2012. O acumulado, próximo de 2.230 mil toneladas, equivale a uma média mensal da ordem de 318,5 mil 
toneladas, indicador que projeta para a totalidade do ano embarques pouco superiores a 3.820 mil toneladas, cerca de 2,5% a menos que o registrado no ano passado. Por ora, o resultado alcançado em 12 meses apresenta índice de redução um pouco maior: entre agosto de 2012 e julho de 2013 os embarques dos quatro itens de carne de frango exportados pelo Brasil somaram 3,847 milhões de toneladas, ficando quase 4% aquém dos 4,003 milhões de toneladas alcançados nos 12 meses imediatamente anteriores. Aliás, a última vez em que o volume anualizado ficou acima dos 4 milhões de toneladas foi, exatamente, em julho de 2012. Desde então, os volumes acumulados em um espaço de 12 meses têm apresentado recuo quase contínuo, com ligeiro princípio de recuperação em julho último.   (Fonte: AviSite)

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TI, WEB e e-COMMERCE

Da redação - São Paulo / SP

BYOD ganha impulso no Brasil a partir de 2014

Programas de BYO estão longe de ser realidade para a maioria das grandes empresas brasileiras, revela pesquisa feita pela Navita entre fevereiro e junho de 2013. Dos 204 líderes de TI ouvidos pela empresa, apenas 9% afirmam já terem programas implantados e funcionando em suas organizações. E 32% sequer planejam a implantação. Dos 59% que pretendem  adotar a prática, 15% planejam fazê-lo ainda em 2013 e 77% nos próximos dois anos. “Significa que, como na maioria dos movimentos tecnológicos, estamos um ano atrás dos Estados Unidos”, afirma Roberto Dariva, CEO da Navita. Segundo ele embora a amostragem de entrevistados seja pequena, ela é representativa, por ter concentrado as entrevistas em grandes empresas, não clientes da empresa, para entender de forma adequada o momento do mercado brasileiro. De acordo com o estudo, entre as empresas que já implantaram programas de BYOD (9%), na maioria (95%) houve a preocupação com a implantação de políticas de TI e segurança (gráfico abaixo); 89% buscaram implementar políticas de suporte ao usuário; 84% homologaram os dispositivos que permite acesso ao ambiente corporativo; 79% descreveram as políticas jurídicas nos dispositivos pessoais usados para acesso ao ambiente corporativo.

Conceito pouco compreendido - Na opinião de Dariva, um dos resultados mais significativos da pesquisa é falta de entendimento da maioria dos CIOs sobre o processo de implantação de um programa de BYOD. “Na verdade, é curioso como mesmo o entendimento do que venha a ser um programa de BYOD é diferente entre os profissionais”, afirma o executivo. Algumas empresas alegam ter um programa de BYOD implantado, mas sem serviço de suporte aos usuários. Outras dizem que não homologam os dispositivos permitidos e deixam que o acesso seja feito a partir de qualquer dispositivo e ainda existem aqueles que pensam que permitir o acesso a webmail desde um dispositivo móvel é BYOD. “No nosso entender não existe um programa de BYOD sem ferramentas de MDM”, completa Dariva. Abrir o acessos ao ambiente corporativo para dispositivos pessoais sem ofertar serviço de suporte, definir elegibilidade ou homologar os dispositivos permitidos ao acesso, são características comuns aos programas de BYOD com implementação deficiente, afirma o estudo, que cobre 13 perguntas relacionadas ao tema, dividida em dois grandes grupos: como as empresas gerenciam as informações corporativas nos dispositivos móveis e como gerenciam o uso dos dispositivos.

Gerenciamento - A maioria das empresas está preocupada em controlar o acesso aos seus sistemas corporativos a partir de dispositivos móveis pessoais e muitas delas entendem os benefícios e riscos que um programa de BYOD pode trazer. Mas poucos já fazem uso de uma ferramenta ou solução de MDM: apenas 23% das empresas pesquisadas possuem alguma ferramenta de MDM implantada. Metade das empresas que já adotam alguma ferramenta, o fizeram a menos de 1 ano. 

Suporte - Uma ferramenta de MDM pode até não estar implantada nas empresas, mas se há um parque de dispositivos móveis corporativos, existe um suporte sendo prestado a estes usuários. E o suporte aos usuários é uma das áreas mais sensíveis para a avaliação da maturidade dos programas de mobilidade e Telecom das empresas, uma vez que expõem a todos os colaboradores, eventuais falhas quanto a processos que não foram planejados. O estudo mapeou como os entrevistados enxergam a qualidade do serviço de suporte à mobilidade atualmente prestado em suas organizações.  Mais da metade entende que o serviço de suporte ainda não está bom e precisa ser melhorado (51%), principalmente porque ainda não possuem níveis de serviço estabelecidos (SLA ou Service Level Agreement); 34% consideram que o serviço de suporte atual é razoável, mas precisa ser melhorado em termos de conhecimento da equipe e de SLA. Apenas 14% consideram que é prestado um bom serviço de suporte à mobilidade em sua empresa.

Relacionamento com as operadoras - A intenção da Navita foi entender melhor também como as empresas enxergam os principais desafios relacionados a mobilidade e Telecom e como estão se preparando para gerenciá-los. Além disso, a empresa procurou saber como anda o relacionamento das empresas com as operadoras de telefonia e os fornecedores de tecnologia e serviços, area onde atua fortemente. Uma boa relação com as operadoras pode ajudar na construção de bons níveis de serviço aos usuários (SLAs), resolvendo problemas de Telecom mais rapidamente. Esse, sem dúvida, é um dos grandes desafios para a gestão da mobilidade corporativa e também para os custos de telecom. De acordo com o estudo, 38% dos entrevistados afirmam ter dificuldades no relacionamento e no atendimento técnico com as operadoras; 56% alegam se relacionar bem, mas não conseguem resolver os problemas técnicos e apenas 6% destacam ter um bom relacionamento e resolver problemas técnicos com eficiência.

Segurança - A segurança é ainda o maior desafio para a gestão da mobilidade. Problemas relacionados a esta questão têm acontecido nas empresas. Os entrevistados foram questionados a respeito das situações relacionadas à segurança das informações corporativas que, porventura, recordavam-se ter ocorrido em suas empresas. Os resultados são surpreendentes: 71% das empresas entrevistadas já tiveram pelo menos um caso de perda ou roubo do equipamento; enquanto 44% tiveram problemas com dados não criptografados; outros 44% tiveram problemas com senhas; 19% perderam os dados e não possuíam cópia de segurança (backup) ou mesmo uma política com as configurações dos usuários para serem restabelecidas rapidamente. Ainda ocorrem problemas com dados pessoais que se tornaram públicos (18%). O desafio é gerenciar a mobilidade, evitando qualquer risco de segurança e esse desafio não é fácil. Sem gestão, as informações e conteúdos estão expostas ao risco de serem “roubadas” ou utilizadas com má fé por quem, porventura, tiver acesso. Empresas, ao sofrerem este tipo de problema, são obrigadas a amadurecer forçadamente, criando e aplicando políticas imediatas para a proteção das informações corporativas. Certamente, a gestão por demanda é a pior maneira de amadurecer a visão sobre o quão importante é a segurança das informações que estão nos dispositivos móveis.

Recomendações - No estudo,  a Navita faz recomendações para CIOs dispostos a encarar os desafios de gerenciamento dos dispositivos móveis em suas organizações. No caso da escolha de ferramentas MDM, por exemplo, o estudo ressalta que é necessário entender primeiro qual é a necessidade específica de cada empresa, seu perfil assim como o nível de segurança e controle dos dispositivos. Algumas ferramentas, por exemplo, fornecem “containers” seguros, capazes de separar, dentro do mesmo dispositivo, as informações pessoais das corporativas. Nestes containers, todo conteúdo corporativo é armazenado e criptografado com níveis de segurança que impedem aos usuários realizar ações como copiar e colar (copy and paste) informações do container empresarial para o pessoal. Ferramentas que possuem esta funcionalidade, também impedem que o usuário abra ou imprima documentos fora deste container seguro. Quanto mais funcionalidades ou segurança oferecer uma ferramenta, maior será o impacto no preço do produto. Por isso, a Navita recomenda que todas as necessidades específicas sejam mapeadas, compreendidas e avaliadas antes da implantação de uma ferramenta de MDM. Já quanto a custos e serviços desnecessários, o primeiro passo para evitá-los, na opinião da Navita, é conhecer a real necessidade de cada empresa e depois encontrar a solução mais próxima possível. 

Como a gestão da mobilidade é relativamente nova para as empresas, costuma-se comparar o investimento para profissionalizar o serviço com zero, porque não havia nada implementado anteriormente ou, em alguns casos, com parte do custo já existente para administrar algum outro serviço como o de correio eletrônico. Investir na formação e especialização da equipe, definir bons processos, desenvolver experiência na gestão destes serviços e trabalhar para que se entenda como funcionam as operadoras: estes são os desafios a serem superados nas empresas que buscam uma gestão profissional da mobilidade corporativa. Manter uma boa relação com os fabricantes de smartphones e tablets também ajudará a superar os desafios, obtendo informações sobre lançamentos ou mesmo suporte quando necessário. 

Segundo o estudo, a maioria das empresas (59%) considera a gestão do comodato e a logística de aparelhos um dos grandes desafios. Gerenciar contratos e faturas, manter o inventário atualizado, mapear e estabelecer processos aparecem na sequência com 49%, 46% e 42%, respectivamente. Com percentuais bastante próximos, percebe-se uma preocupação com todos os itens que compõem a gestão dos custos de Telecom. Na opinião da Navita, o gerenciamento do estoque de aparelhos celulares e a logística destes assim como os reparos são atividades fundamentais para a gestão de custo de telefonia móvel. No entanto, poucas empresas conseguem faze-lo. O que, infelizmente, acaba por gerar desperdícios de verba nas organizações.  (Fonte: Assessoria de Imprensa da Nativa)



Da redação - Porto Alegre / RS

IAGENTE completa cinco anos no mercado de TI

A IAGENTE, com sede em Porto Alegre, completou cinco anos no mercado de TI. Em julho de 2008, a empresa iniciou as atividades com o nome de IAGENTE Soluções Online, criada por três profissionais de diferentes áreas: um publicitário, um analista de sistema e um administrador. O carro-chefe foi uma ferramenta de email marketing elaborada pela iniciativa solitária de um dos sócios. E foi com este embrião que ao longo do tempo a IAGENTE aperfeiçoou a ferramenta até chegar à definição dos serviços em sistemas para comunicação. O foco inicial foi o IAGENTEmail - ferramenta de email marketing que auxilia na obtenção de métricas dos envios e também permite realizar pesquisas online. Este sistema recebeu um visual atrativo e passou por diversos testes até chegar ao mercado. O próximo passo foi a criação de uma ferramenta de e-commerce, o IAGENTEshop. A demanda por melhorias e manutenção obrigou a empresa a descontinuar o produto. Por isso, os diretores da IAGENTE decidiram criar uma ferramenta de envio de mensagens de texto para telefones celulares (SMS). A partir desta ideia, nasceu o IAGENTEsms - plataforma que envia e recebe torpedos SMS e que possibilita a integração com diversos sistemas. Hoje, estes são os dois principais sistemas oferecidos aos clientes. Com todos os investimentos realizados até este momento e a qualidade dos serviços reconhecida pelos próprios usuários das ferramentas, a IAGENTE superou a marca de mil clientes atendidos em todo o País e também do exterior, como Estados Unidos, China e Angola. Os setores de abrangência se concentram no de varejo, atacado, industrial, educacional, previdenciário e de finanças. A equipe da empresa, que nasceu a partir da iniciativa de três sócios, precisou ser ampliada para 12 profissionais, sendo quatro sócios e mais oito colaboradores. O desempenho somente nos primeiros seis meses deste ano mostra o crescimento da IAGENTE. Neste período, a empresa teve seu volume de emails elevado em 75%, enquanto o 
IAGENTEsns cresceu 120%, ambos em comparação ao primeiro semestre de 2012. Até o final do ano, a empresa na área de TI projeta elevar em cerca de 50% o faturamento comparado a 2012 em decorrência deste forte crescimento, além de investimentos em novos serviços e tecnologias que deverão complementar o portfólio de produtos da empresa.   
(Fonte: Amorim Comunicação)

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TELECOM

São Paulo / SP

Impacto de venda de ativos na Oi chegará em R$ 550 milhões

A operadora de telefonia Oi informou que a recente venda de ativos deverá gerar um impacto de aproximadamente R$ 550 milhões no Ebitda de 2014, de acordo com informações do relatório de administração que acompanha o balanço. Entre as vendas de ativos não estratégicos estão 1,2 mil torres de telefonia móvel e do direito de uso sobre aproximadamente 6,3 mil torres de telefonia fixa, além da venda da empresa de cabos submarinos GlobeNet. A empresa explicou que o objetivo dessas vendas foi "monetizar" ativos que não são essenciais para as atividades operacionais da companhia. A empresa disse que irá contratar os respectivos serviços em condições financeiras mais favoráveis. "Vale destacar que o custo que essas operações representam para a Oi entre 8% e 9% (incluindo custos, despesas, investimentos e efeitos tributários) é inferior ao seu custo médio de captação, o que demonstra a disciplina financeira da companhia", afirmou. A operadora acrescentou que as operações vão gerar custos adicionais de aluguel, o que naturalmente deixará de contar com eventuais receitas provenientes desses ativos. Por outro lado, economizará em investimentos e em custos de manutenção relativos. E lembra que, após a conclusão dessas operações, os resultados futuros passarão a ser afetados pelos impactos, líquidos de efeitos tributários.   (Agência Estado)

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ENERGIA

Rio de Janeiro / RJ

Prejuízo da MPX Energia, de Eike Batista, aumenta 72,5% no segundo trimestre

A MPX Energia divulgou, na noite de ontem, dia 13/8, um prejuízo de R$ 233,2 milhões no segundo trimestre, alta de 72,5% sobre a perda apurada há um ano. Conforme comunicado da companhia do grupo EBX, do empresário Eike Batista, a receita operacional líquida somou R$ 395,1 milhões de abril a junho, contra um resultado negativo de R$ 56,9 milhões em igual período do ano passado. A empresa registrou Ebitda negativo de R$ 38,6 milhões, contra os também negativos em R$ 37,9 milhões no 2º trimestre do ano passado. A MPX Energia fechou o segundo trimestre com uma dívida bruta consolidada de R$ 5,733 bilhões, aumento de 5% frente à posição de 31 de março de 2013. De acordo com a companhia, o saldo da dívida de curto prazo era de R$ 2,651 bilhões no último dia 30 de junho, cifra que corresponde a um incremento de R$ 309 milhões sobre o apurado no primeiro trimestre. A companhia terminou o segundo trimestre com um custo médio da dívida de 8,5% e o prazo médio de 4,6 anos.  (Agência Estado)

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AGENDA i-press.biz

Da redação - São Paulo / SP

Seminário Água e Agricultura trará ao debate os desafios para proteção de recursos hídricos e exemplos bem sucedidos no meio agrícola

No próximo dia 20 de agosto, terça-feira, ocorrerá o Seminário Água e Agricultura - Desafios para o Agronegócio e a Proteção do Capital Natural, em São Paulo (SP), no WTC Eventos Center (salas 3 e 4), localizado na Av. das Nações Unidas, 12.551. O encontro será aberto a um público de 100 pessoas, composto por representantes de áreas chave para a sustentabilidade no campo. Entre os palestrantes e debatedores estarão o superintendente-adjunto de Regulação da Agência Nacional de Águas Patrick Thadeu Thomas, o especialista em agronegócio e bioenergia Marcos Jank e o pesquisador do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e do Ministério da Ciência e Tecnologia Arnaldo Carneiro Filho.
O evento, realizado pelo Programa Produzir e Conservar, uma parceria da ONG Conservação Internacional (CI-Brasil) e da Monsanto do Brasil, promoverá um debate sobre o uso da água e proteção deste capital natural na paisagem do agronegócio. A preocupação com o abastecimento de água para a agricultura tem crescido em todos os setores, já que hoje a agricultura é o maior consumidor de água-doce no Brasil e no mundo. Os cenários de mudanças climáticas tornam a situação ainda mais complexa. Durante o encontro, especialistas mostrarão exemplos de como o Brasil e outros países têm enfrentado esse problema, e como a escassez desse recurso pode afetar o agronegócio e os ecossistemas no Brasil.
O Programa Produzir e Conservar teve início em 2008, prevendo investimento em US$ 13 milhões em ações de conservação nos corredores de biodiversidade do Jalapão-Oeste da Bahia (Cerrado) e do Nordeste (Mata Atlântica). Essas regiões foram escolhidas como alvo por apresentarem rica diversidade biológica, além de serem territórios desafiadores do ponto de vista da dinâmica socioeconômica no campo e da busca pela sustentabilidade na produção de culturas agrícolas tradicionais no país, como a cana-de-açúcar, a soja e o algodão.

SERVIÇO 
Evento: Seminário Água e Agricultura
Local: WTC Eventos Center (salas 3 e 4) - Av. das Nações Unidas, 12.551, São Paulo (SP)
Data: 20 de agosto, terça-feira
Horário: 8h30 às 13h

Programação:
8h30 – Cadastramento
9h – Welcome coffee
9h30 – Apresentação André Guimarães, diretor executivo da Conservação Internacional e Maria Claudia Souza, diretora de Assuntos Corporativos da Monsanto
10h – Palestra de Patrick Thadeu Thomas, superintendente-adjunto de Regulação da Agência Nacional de Águas
10h40 – Palestra de Marcos Jank, especialista em agronegócio e bioenergia
11h10 – Break
11h20 – Debate Desafios para o Agronegócio e a Proteção do Capital Natural, com participação de Arnaldo Carneiro Filho, pesquisador do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e do Ministério das Ciências e Tecnologia, Humberto Santa Cruz, prefeito de Luís Eduardo Magalhães 

(AL), que desenvolve a Campanha LEM APP 100% Legal, Gabriela Burian, diretora global de Ecossistemas Agrícolas Sustentáveis da Monsanto, e Edmundo Barbosa, presidente do Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool no Estado da Paraíba.
Mediação de Tobias Ferraz, jornalista e editor-chefe do Terraviva Sustentável (Grupo Bandeirantes de Comunicação).
13h - Encerramento

CADASTRAMENTO DE IMPRENSA - até 16/8 (sexta-feira)
CDI Comunicação Corporativa
Jaqueline Frederes – (11) 3817-7907 | jaqueline@cdicom.com.br
Cláudia Santos – (11) 3817-7925 | claudia@cdicom.com.br
Everton Vasconcelos – (11) 3817-7947 | everton@cdicom.com.br


SOBRE OS PARTICIPANTES
- André Guimarães é diretor-executivo da Conservação Internacional desde janeiro de 2012. Agrônomo formado pela Universidade de Brasília (UnB) e com mestrado em Economia Agrícola pela Universidade de Cornell, nos EUA, foi um dos fundadores do Instituto Bio Atlântica, parceiro da Conservação Internacional, onde atuou como CEO por cerca de 10 anos. Também exerceu a função de CEO na Brasil Florestas, empresa do setor florestal.
- Maria Claudia Souza é diretora de Assuntos Corporativos da Monsanto, formada em Direito pela Universidade do Rio de Janeiro (UERJ), com pós-graduação em Direito Empresarial e MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Projetos. Trabalhou na Dell, como Diretora de Assuntos Governamentais para a América Latina, no Wal-Mart, como Diretora de Relações com o Governo, e na Unilever, como Diretora de Assuntos Corporativos.
- Gabriela Burian é diretora global de Ecossistemas Agrícolas Sustentáveis da Monsanto, sendo responsável pelas articulações com o terceiro setor e demais públicos, com foco em melhorar a integração agricultura e meio ambiente nos países onde a empresa atua. Engenheira agrícola, de 2007 a 2011 implementou a área de Sustentabilidade da Monsanto no Brasil, estruturando parcerias de sucesso como a firmada com a Conservação Internacional.
- Marcos Jank é especialista em agronegócio e bioenergia, com ênfase em temas de competitividade global e energias renováveis. Sócio-diretor da Plataforma Agro, iniciativa formada por empresas que atuam em análise de mercados, cenários, investimentos e logística para o agronegócio, foi presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) de 2007 a 2012 e fundador do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (ICONE).
- Arnaldo Carneiro Filho é pesquisador do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e do Ministério das Ciências e Tecnologia desde 1985. Formado em Agronomia pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP), nos últimos três anos trabalhou na Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República atuando na área de gestão territorial da agricultura e recursos naturais.
- Humberto Santa Cruz é prefeito de Luís Eduardo Magalhães (AL), que desenvolve a Campanha LEM APP 100% Legal, cujo objetivo é promover a recuperação do passivo ambiental de Luís Eduardo Magalhães (LEM) para torná-lo o primeiro município brasileiro em conformidade com a legislação ambiental e um exemplo para demais regiões. A Campanha fornece apoio técnico aos proprietários rurais para a recuperação das Áreas de Preservação Permanente (APPs).
- Edmundo Coelho Barbosa é presidente do Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool no Estado da Paraíba (Sindalcool) e membro do Conselho Temático da Agroindústria na Confederação Nacional da Indústria (CNI). Formado em engenharia mecânica pelo Mackenzie e em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, tem pós-graduação em agronegócio e atua há mais de dez anos no setor sucroenergético.



Da redação - São Paulo / SP

"Perspectivas para a economia mundial e para o Brasil em 2014"

Palestra ministrada por Mauro Schneider, Estrategista da CGD Securities. Mauro Schneider possui 20 anos de experiência profissional no mercado financeiro, voltada basicamente para o acompanhamento do cenário macroeconômico e o suporte à identificação de oportunidades de investimentos e à gestão de riscos financeiros. Antes de trabalhar na CGD Securities, trabalhou como estrategista de mercados locais na América Latina no ING Bank e como economista internacional no Safra Group. Sua experiência profissional inclui também a ocupação de posições no setor corporativo, como a assessoria econômico-financeira da presidência da Sabesp.

Sinopse - Pontos principais a serem abordados:

Economia Mundial
- EUA, Europa e China enfrentando desafios distintos

Economia Brasileira
- Evolução recente: crescimento e inflação
- Perspectivas: crescimento, inflação, taxa de câmbio e juros
- Riscos


Data: 22 de agosto de 2013, quinta-feira
Horário: das 08h30 às 10h00
Local : SWISSCAM - Câmara de Comércio Suíço-Brasileira
Acesso pela Rua Bento Branco de Andrade Filho, 488 – Sala T1

Inscrições até 21.08  
Tel +55 11 5683 7447 | Fax +55 11 5641 3306
marketing@swisscam.com.br
Favor informar número do RG (ou RNE) para facilitar o cadastramento na entrada do prédio

Investimento
Gratuito para associados SWISSCAM | Não-associados R$ 50,00
Estacionamento no MultiPark (acesso pela Rua Bento Branco de Andrade Filho, 477), em frente ao prédio.
Preço: R$ 15,00 (valor com desconto). Solicite o carimbo na SWISSCAM.

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Reportagem ESPECIAL


Nova Iorque / EUA

Empresário enfrenta desafios culturais e fatura com cervejaria no Líbano

No início do ano, em uma praça no centro de Beirute, cerca de mil pessoas participaram de um festival de rock patrocinado pela 961 Beer, uma das poucas microcervejarias do Oriente Médio. Entre as atrações estava o Wanton Bishops, banda que se sentiria em casa em Austin, no Texas. Nas primeiras fileiras, mulheres estilosas ao lado de homens que mostravam forte preferência por camisetas pretas e óculos escuros da moda. Esqueça a ideia de que a religião ou os efeitos da guerra é que impedem o sucesso de uma cervejaria libanesa; sim, é verdade que muitos muçulmanos não consomem bebidas alcoólicas, mas muita gente no Oriente Médio adora beber, principalmente no Líbano, onde a pluralidade religiosa inclui uma população cristã robusta.  (LEIA NA ÍNTEGRA)

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ARTIGO

Redes Sociais e a criação de clones para ações de phishing

O grande desafio dos profissionais de inteligência é vislumbrar possibilidades reais de exploração de dados convencionais ou não estruturados que hoje circulam na rede

por Joaquim Espinhara e Ulisses Albuquerque, consultores de Segurança da Trustwave

Como sabemos, a principal condição de sucesso para as operações de phishing está na qualidade da isca. Isto é: na capacidade que uma mensagem eletrônica apresenta de levar o seu destinatário a tomar uma determinada ação (que ele deveria saber como sendo potencialmente arriscada), como baixar um arquivo eletrônico, ou enviar para o remetente uma informação relevante para sua própria segurança ou privacidade. É por isso que, em ataques virtuais, a mensagem que transporta o malware vem, invariavelmente, travestida com o conteúdo de comunicados úteis ou apelativos, como falsos boletos bancários, ou camufladas em bilhetes íntimos, com promessas de atrações como fotografias de festas e confidências amorosas.   (LEIA NA ÍNTEGRA)


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