Edição 526 | Ano IV

Buenos Aires / Argentina
Brasil e Argentina não conseguem fechar acordo
Brasil e Argentina começaram ontem, dia 23/5, em Buenos Aires, a discutir as medidas tomadas pelos dois governos para dificultar a importação de bens. O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alessandro Teixeira, esteve reunido ontem, por mais de duas horas com seu equivalente argentino, Eduardo Bianchi. Até o momento não há acordo. No encontro, eles trataram sobre a entrada de automóveis argentinos no Brasil e a exportação para a Argentina de produtos brasileiros que estavam bloqueados na fronteira, como pneus, baterias e calçados.

Na última semana, os países começaram a liberar alguns bens retidos como um gesto amistoso para o encontro desta semana. "A reunião foi produtiva e há boa vontade dos dois lados", limitou-se a dizer Alessandro Teixeira. Segundo as autoridades brasileiras, os governos ainda vão realizar consultas internas para saber o quanto podem ceder. A previsão é anunciar um acordo ou pelo menos um "plano de ação" até amanhã, último dia da reunião bilateral.

Eduardo Bianchi, em nota, disse que os "dois governos estão discutindo suas preocupações e trabalhando por solucionar cada ponto da tensão motivada pela relação comercial". Há duas semanas o governo Dilma Rousseff baixou uma medida que dificulta a importação de carros, abrindo uma crise com a Argentina. Válida para todos os países, a decisão atingiu diretamente a indústria automobilística do país vizinho, que responde por mais da metade dos veículos importados pelo Brasil.

A medida foi uma reposta à atitude argentina de reter na fronteira produtos da linha branca (geladeiras e ar-condicionado), pneus, baterias e até chocolates. Em fevereiro, o governo de Cristina Kirchner aumentou de 400 para 600 o número de itens que deixaram de ter licença automática de importação, prejudicando exportadores brasileiros. O Brasil reclama que o país não respeita o prazo máximo de análise dessas licenças, que segundo a OMC - Organização Mundial do Comércio - é de 60 dias.

Empresários brasileiros dizem que algumas licenças estão vencidas há quase 300 dias. Além de tentar proteger sua frágil indústria, o governo argentino adota medidas protecionistas com o objetivo de manter o superavit de sua balança comercial - as importações do país crescem duas vezes mais que as exportações. Em 2010, o comércio entre os países superou o montante de US$ 33 bilhões. O Brasil é superavitario - o deficit da Argentina, no ano passado, foi de US$ 4 bilhões. (Agência Folha)




Da redação – São Paulo / SP
Gartner deve crescer 25% no Brasil
A Gartner estima crescer 25% em 2011 no Brasil. No ano passado, a empresa de pesquisa registrou expansão de 22%. “O País superou a meta de crescimento esperada no ano passado e esse fator impressionou a nossa matriz. O Brasil está sendo visto com ótimos olhos pelo Gartner, tanto que está no topo da lista de investimentos previstos pela corporação”, afirma o gerente geral para América do Sul do Gartner, Marcio Krug. Além do Brasil, o Gartner dará prioridade também aos mercados da Índia, do Leste Europeu (Rússia), do Oriente Médio (Israel) e China, nesta ordem. “O Brasil já está entre os dez maiores mercado mundiais e o Gartner segue a tendência, enxergando o País com o mesmo destaque em sua operação global”, diz o executivo.

Na América Latina, o Gartner possui 250 clientes, dos quais 130 deles estão no Brasil. Para 2011, o instituto programou a contratação de mais analistas, assim como investir em suas operações pelo País. Atualmente, está presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre. Neste ano, deve iniciar operações em Curitiba, Belo Horizonte e Nordeste.

A empresa também aposta na organização de conferências para aumentar suas receitas no ano. Serão promovidos quatro eventos em 2011: Conferência Gartner Data Center (5 e 6 de abril), VIII Conferência Anual de Outsourcing (7 e 8 de junho), Enterprise Technologies Summit 2011 (16 e 17 de agosto) e Symposium ITxpo 2011 (25 a 27 de outubro). “Neste ano, as metas estão mais desafiadoras para a região, mas acreditamos no bom momento do Brasil, principalmente nos próximos dez anos, com os eventos esportivos, a descoberta do pré-Sal, as novas obras de infraestrutura, entre outros, que trarão investimentos massivos para o País”, analisa Krug.





Brasília/DF e São Paulo/SP
Dívida pública chega a R$ 1,73 trilhões
A dívida pública federal subiu 2,34% em abril e alcançou R$ 1,73 trilhão. Segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional ontem, dia 23/5, a dívida interna aumentou 2,58% e soma R$ 1,65 trilhão. A emissão de títulos da dívida superou o resgate em R$ 25,95 bilhões. Além disso, os juros tiveram um impacto de R$ 15,62 bilhões. Já a dívida externa teve seu estoque reduzido em 2,32% e encerrou abril em R$ 81,6 bilhões (US$ 51,85 bilhões). A parcela de títulos pré-fixados aumentou de 34,56% em março para 34,81% em abril. Também aumentou a fatia dos títulos 28,33% para 28,54%. Já os títulos remunerados pela Selic tiveram a participação reduzida de 32,34% para 32,13%. O governo emite títulos para se capitalizar sem ter de ir ao mercado pegar dinheiro emprestado, pagando juros altos. Isso permite o investimento de pessoas físicas em títulos do governo federal - que se capitaliza.



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INDICADORES ECONÔMICOS




São Paulo / SP

Agência sinaliza com aumento da nota do Brasil

A agência classificadora de risco Standard & Poor's deu ontem, dia 23/5, mais ênfase à sua recomendação de investimento no Brasil. A empresa acrescentou uma perspectiva "positiva" à nota atribuída ao país, o que significa que ela poderá ser elevada a qualquer momento.

Entre os motivos para a alteração, a S&P citou a solidez do crescimento da economia - baseado em fatores externos e domésticos -, e disse que o governo reafirmou seu compromisso em sustentar os ganhos recentes com a continuidade do ajuste fiscal, monetário e de políticas de crédito. "A estrutura de diversidade econômica do Brasil, a expansão da classe média e o potencial para o aumento das exportações deverão sustentar tanto o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) quanto a liquidez externa do país nos próximos três ou quatro anos", disse.

A agência diz ainda que medidas recentes para conter pressões inflacionárias de curto prazo "demonstram o compromisso do governo em conter riscos macroeconômicos", lembrando que foram feitos cortes nos gastos equivalentes a 1,4% do PIB para o orçamento de 2011. O relatório da S&P destaca que a atual gestão limitou aumentos no salário mínimo e deu continuidade às altas na taxa básica de juros, além de ter adotado ações para restringir o crédito.

A alteração foi feita para as notas de emissões em moeda estrangeira, que foram reafirmadas em BBB-. Essa graduação, dada ao país em abril de 2008, já confere ao Brasil o status de "grau de investimento", chancela máxima dada pela agência para que investidores apliquem em títulos emitidos pelo país. Dentro da classificação, no entanto, existem diferentes notas. Elas influenciam no custo das captações feitas pelo Brasil.




Rio de Janeiro / RJ

IBPT afirma que brasileiro trabalhará até 29/5 só para pagar impostos e taxas

O contribuinte brasileiro trabalhará até o dia 29/5 deste ano, somente para pagar os tributos - impostos, taxas e contribuições - exigidos pelos governos federal, estadual e municipal, mostra estudo realizado pelo IBPT - Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário. Serão 149 dias, ou seja, quatro meses e 29 dias, de trabalho destinados aos cofres públicos. Um dia a mais que no ano passado, mostra o estudo.

A tributação incidente sobre os rendimentos, como salários e honorários, é formada principalmente pelo Imposto de Renda Pessoa Física, pela contribuição previdenciária - INSS e previdências oficiais - e pelas contribuições sindicais. Mas além dessas taxas, o cidadadão ainda impostos sobre o consumo, já inclusos no preço dos produtos e serviços, como PIS, ICMS e IPI, a tributação sobre o patrimônio, IPTU, IPVA, ITCMD, ITBI, ITR, e taxas como limpeza pública, coleta de lixo, emissão de documentos e iluminação pública.


Desde 2003, quando IBPT lançou o primeiro estudo, a arrecadação de impostos vem crescendo. Na época, o contribuinte destinou do seu rendimento bruto em média 36,98% para pagar a tributação sobre os rendimentos, consumo, patrimônio e outros. Em 2004 foram 37,81%, em 2005 - 38,35%, em 2006 - 39,72%, em 2007 chegou aos 40,01%, em 2008 - 40,51%, em 2009 - 40,15%, em 2010 comprometeu 40,54%, e em 2011, o percentual deve chegar a 40,82% do seu rendimento bruto, prevê o IBPT. Utilizando-se a mesma metodologia, o Instituto calculou quanto dias os cidadãos de outros países trabalham para pagar tributos, no ranking estão: Suécia com 185 dias, França com 149 dias, igual ao Brasil, Espanha com 137 dias, EUA com 102 dias, Argentina com 97 dias, Chile com 92 dias, e México com 91 dias. (Agência O Globo)



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MERCADO DE CAPITAIS

(Informações: Dow Jones, Bovespa, Reuters, EFE, AFP, InfoMoney e Associated Press)




HOJE – Abertura das Bolsas Asiáticas:




Tóquio / Japão

Bolsas da Ásia têm leve alta, com cautela por Europa

A maioria das bolsas de valores asiáticas fecharam em leve alta nesta terça-feira, mas o mercado continuava na defensiva pelo temor de que a crise de dívida da zona do euro esteja aumentando, podendo chegar a economias maiores, como a Espanha.
- Em Tóquio, o índice Nikkei fechou com valorização de 0,2%, depois de ter atingido o menor nível em cinco semanas.
- O mercado de Seul ganhou 0,3% após o forte declínio do último pregão, ajudado por companhias de tecnologia, mas os negócios eram contidos em meio a receios sobre a Europa e a um pano de fundo econômico mais fraco.

- Em Hong Kong, o mercado subiu 0,09%.

- Bolsa de Taiwan avançou 0,10%.

- O índice referencial de Xangai perdeu 0,27%.

- Cingapura encerrou em alta de 0,08%.

- Sydney fechou com baixa de 0,30%.

Análise - A volatilidade das commodities também deixava o investidor nervoso. O ouro chegou perto da máxima em duas semanas com a busca por ativos mais seguros. A agência de classificação de risco Moody's disse que os ratings de outros países europeus em crise poderiam ser afetados no caso de uma moratória da dívida da Grécia, e informou que está revisando a nota de alguns bancos britânicos para possível rebaixamento. Apesar da preocupação com a Europa, o índice das ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão mantinha-se no azul, subindo 0,36% às 8h (horário de Brasília).





ONTEM – Fechamento da Bovespa, NY e Europeias:



São Paulo / SP

Bovespa fecha em queda de 0,40%, com aversão global ao risco

A Bovespa cedeu ontem, dia 23/5, ao forte movimento de aversão ao risco que contaminou as Bolsas de Valores, começando pela Ásia e se estendendo pelo continente europeu e Wall Street. A advertência da agência Standard&Poor's sobre um possível rebaixamento do "rating" da Itália acrescentou um novo capítulo "à novela" da crise das dívidas soberanas no Velho Continente. A Bolsa italiana reagiu à altura e desabou mais de 3%, enquanto a Bolsa de Londres derreteu 1,89%, a Bolsa de Frankfurt caiu 2% e o mercado francês amargou queda de 2,10%. O pano de fundo dessa notícia dificilmente poderia ser pior: o mercado ainda aguarda as negociações para renovar o socorro financeiro à Grécia, enquanto Portugal e Espanha continuam em uma situação delicada, enfrentando dificuldades políticas para impor as medidas de austeridade exigidas pela a União Europeia e o FMI (Fundo Monetário Internacional).

- O Ibovespa perdeu 0,40% no fechamento, aos 62.345 pontos.

- O giro financeiro foi de apenas R$ 4,18 bilhões, bem abaixo da média (R$ 6 bilhões/dia).

- O dólar comercial foi negociado por R$ 1,632, em alta de 1,05%, após oscilar entre R$ 1,641 e R$ 1,631 ao longo desta sessão.

Análise 1 - Analistas do mercado avaliam que a Bolsa deve permanecer volátil pelo restante da semana, de olho na "novela" europeia. Outro dado que reforça a preocupação dos profissionais do mercado é o volume de investimentos estrangeiros. Após três meses de saldo negativo, as compras de ações já superam as vendas em mais de R$ 1 bilhão. E mesmo com essa injeção de "dinheiro novo", a Bolsa ainda acumula uma desvalorização de quase 6% neste mês e de quase 10% desde o início do ano. "Muita gente realmente achava que, quando a Bolsa caisse para os 63 mil pontos, isso abriria um ponto de compra que atrairia mais compradores, mas não é o que estamos vendo. A verdade é que o investidor doméstico desanimou muito e as estatísticas da Bovespa têm mostrado que muitos saíram do mercado", nota Bernardo Rodarte, gerente de operações da corretora Sita.
Análise 2 - O boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, apontou que boa parte dos economistas do setor financeiro revisou para baixo suas projeções para a inflação deste ano -a taxa prevista do IPCA recuou de 6,31% para 6,27%. A meta oficial de inflação deste ano é de 6,5%. Para 2012, a projeção de inflação se manteve inalterada em 5%. E o Ministério do Desenvolvimento reportou um superavit comercial (exportações menos importações) de US$ 2,74 bilhão no mês. No acumulado do ano, o superavit chega a US$ 7,77 bilhões. Na comparação do acumulado do ano, 2011 registra um resultado 86% superior ao resultado de 2010 (US$ 4,18 bilhões).





Nova Iorque / EUA
Bolsas americanas caem com temor sobre Europa

As Bolsas de Valores dos EUA fecharam ontem, dia 23/5, no menor patamar em um mês, sinalizando crescentes dúvidas sobre se o mercado de ações pode resistir à recente fraqueza na indústria e na demanda globais.

- O índice Dow Jones, referência da Bolsa de Nova York, recuou 1,05%, para 12.381 pontos.

- O termômetro de tecnologia Nasdaq caiu 1,58%, para 2.758 pontos.

- O índice Standard & Poor's 500 perdeu 1,19%, para 1.317 pontos.

Análise - Ações ligadas aos setores industrial, de energia e de tecnologia, bastante sensíveis ao crescimento, estiveram entre as de pior performance no dia. Fracos dados manufatureiros vindos de Alemanha e China surpreenderam os mercados e deram argumentos para que investidores reduzissem exposição nesses segmentos. A fabricante de maquinário pesado Caterpillar, listada no Dow Jones, caiu 2,3%, enquanto o índice industrial do S&P recuou 1,4% e o para tecnologia da informação declinou 1,5%. O principal motivo para a queda do mercado é "uma combinação de esfriamento na economia global e um aumento no risco vindo da Europa", de acordo com Paul Zemsky, chefe de alocação de ativos do ING, em Nova York. "O rebaixamento da Grécia na sexta-feira, alertas de que outros países podem ser cortados... temos exatamente um coquetel de notícias negativas aqui." Os papéis da Coca-Cola perderam 1,2%, e a fabricante de equipamentos Joy Global caiu 3,1%.





Londres / Inglaterra

Índice europeu fecha ações em baixa histórica

O principal índice das ações europeias atingiu ontem, dia 23/5, o seu menor nível em cinco semanas e passou a registrar perdas em 2011, após a piora da nota da Grécia e a revisão da perspectiva da Itália por agências de risco aumentarem a preocupação sobre a dívida da zona do euro.

- O índice FTSEurofirst 300 caiu 1,6%, para 1.117 pontos, no menor patamar desde meados de abril. O índice agora registra queda de 0,3% no ano.

- O índice Euro STOXX 50 de volatilidade, um dos principais termômetros do sentimento do mercado, disparou 11%, indicando uma queda do apetite por ações.

- Em Londres, o índice Financial Times fechou em queda de 1,89%, a 5.835 pontos.

- Em Frankfurt, o índice DAX caiu 2,0%, para 7.121 pontos.

- Em Paris, o índice CAC-40 recuou 2,1%, a 3.906 pontos.

- Em Milão, o índice Ftse/Mib encerrou em baixa de 3,32%, a 20.532 pontos.

- Em Madri, o índice Ibex-35 registrou perda de 1,41%, a 10.082 pontos.

- Em Lisboa, o índice PSI20 teve desvalorização de 1,15%, aos 7.600 pontos.

Análise - "Simplesmente há pouquíssimos motivos para comprar neste mercado. As pessoas estão usando esses fatores como uma desculpa para vender. Vai ser um verão bem volátil [no Hemisfério Norte] e acho que já vimos as máximas, pelo menos para os próximos meses", disse um operador em Londres. A agência Standard & Poor's reduziu no sábado a perspectiva da dívida da Itália para "negativa", citando a fraca projeção de crescimento da economia e as menores possibilidades de o país reduzir sua dívida. A notícia aconteceu um dia depois da Fitch cortar a nota da Grécia. As ações do setor automobilístico estiveram entre as maiores quedas, com o índice setorial em baixa de 2,9%, em meio à preocupação sobre a demanda global por veículos após dados decepcionantes nos EUA e na Europa.





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INDÚSTRIA



São Paulo / SP
Ambev anuncia investimento de R$ 160 milhões
A Ambev anunciou ontem, dia 23/5, que irá investir R$ 160 milhões para ampliar em 35% o processo produtivo de cerveja de sua unidade no município de Piraí, no Rio. As obras começam neste mês. Segundo a empresa, o investimento, o primeiro do pacote de R$ 2,5 bilhões anunciado pela companhia em 2011, resultará na criação de 600 postos de trabalho, entre diretos e indiretos. "Serão construídas uma nova linha de garrafas para produção de vasilhames de 600 ml e 300 ml, com capacidade para envasar 60 mil garrafas por hora, e uma nova área de brassagem de líquido. A capacidade da estação de tratamento de água irá aumentar, assim como a das áreas de xaroparia e utilidades", informou em comunicado. De acordo com a Ambev, será possível produzir 7 milhões de hectolitros de bebida por ano na unidade. A produção da Filial Piraí hoje atende aos mercados do Rio, Minas Gerais e São Paulo. O portfólio da unidade será ampliado.





São Paulo / SP

Braskem quer evitar falta de produtos após acidente

A direção da Braskem quer evitar um novo desabastecimento de produtos petroquímicos no mercado. Pouco mais de dois meses após um apagão energético interromper as atividades da companhia no polo de Camaçari/BA, os acidentes ocorridos neste fim de semana na unidade de Cloro Soda em Maceió/AL podem resultar em nova redução da oferta de soda e PVC. "Temos estoque para atender o mercado e faremos todos os esforços para que não haja desabastecimento", afirmou à Agência Estado o vice-presidente de Relações Institucionais da Braskem, Marcelo Lyra.

O problema a ser superado pela companhia está justamente no curto espaço de tempo entre os ocorridos. A paralisação das atividades em Camaçari, durante aproximadamente 20 dias no mês de fevereiro, reduziu drasticamente os estoques da petroquímica. A área mais afetada foi o segmento de vinílicos, composto por PVC e cloro-soda - insumos produzidos na unidade de Maceió, abastecida pelo complexo de Camaçari.

Questionado sobre essa possibilidade, Lyra destaca que a unidade de Camaçari teria condições de suprir a produção de soda, cloro e PVC da fábrica alagoana. A fabricação local de cloro é voltada para uso interno da Braskem, na produção de PVC, enquanto a soda cáustica e o PVC da unidade são vendidos para terceiros. A questão é que a Braskem ainda não possui uma projeção de quando as operações no local serão reativadas, situação desconfortável para uma empresa que ainda passava por processo de recomposição de estoques. "Ainda não trabalhamos com uma data prevista para a retomada. Nossa equipe está trabalhando no local e é prematuro definir prazos", destacou.

A primeira missão da petroquímica brasileira é detectar a origem do problema que resultou no rompimento de uma tubulação da unidade e posterior vazamento de cloro. Membros da diretoria técnica do Instituto do Meio Ambiente (IMA) de Alagoas estiveram na Braskem nesta tarde para vistoriar o local. Segundo Lyra, a companhia ainda não recebeu qualquer comunicação oficial acerca da análise de multas pelo órgão estadual.

Após a vistoria, executivos do IMA e da Braskem se reuniram para discutir os dois problemas ocorridos nos últimos dias. Ambos foram relacionados ao rompimento de tubulações, mas somente o primeiro resultou no vazamento de cloro. A direção da petroquímica destaca que foram investidos R$ 400 milhões na unidade de Maceió nos últimos três anos em manutenção, atualização da unidade e nas áreas de segurança e meio ambiente.

Além da unidade de Maceió, o Estado de Alagoas conta com uma fábrica no município de Marechal Deodoro. A unidade está em construção e seu cronograma permanece inalterado, destacou Lyra. O projeto, estimado em cerca de R$ 1 bilhão, ampliará a capacidade de produção de PVC no Estado de 260 mil para 460 mil toneladas anuais e deverá iniciar operação ainda no primeiro semestre de 2012.

Segundo informações da Braskem, as 130 pessoas que deram entrada no Hospital Geral do Estado (HGE) com sintomas de intoxicação respiratória após o acidente de sábado receberam alta até a noite de ontem. A exceção é um funcionário da petroquímica, que permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e apresenta quadro de melhora. Já entre os cinco montadores de andaimes que estavam próximos ao local do acidente ocorrido nesta segunda-feira, dois já deixaram o hospital. Os demais trabalhadores, funcionários da Mills (empresa que presta serviço à Braskem), permanecem internados após passarem por cirurgias. "Acompanhamos os funcionários desde o início e seguimos os apoiando, inclusive em relação às famílias", sintetizou Lyra. (Agência Estado)




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AGROBUSINESS




Da redação - Brasília / DF

VBP do setor agropecuário deve crescer 7,4% e chegar a R$ 274,1 bilhões em 2011

As estimativas de preço e de produção divulgadas em abril apontam para o crescimento de 7,4% do Valor Bruto da Produção (VBP) do setor agropecuário, em 2011, para R$ 274,1 bilhões, superando o resultado de 2010, quando o VBP somou R$ 255,3 bilhões. Os números constam da análise divulgada, nesta segunda-feira (23/5), pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que atribui a melhora no desempenho da agropecuária a fatores como o aumento da área plantada e da produtividade das lavouras, em função das condições climáticas favoráveis.



Esses fatores devem elevar em 7,2% o VBP dos produtos agrícolas, que deve somar R$ 168,7 bilhões, em 2011. No ano, o maior crescimento é esperado na pecuária. A previsão é que o faturamento bruto some R$ 105,4 bilhões, em 2011, com aumento de 7,6% em relação ao resultado de 2010, quando o VBP somou R$ 97,9 bilhões. “Apesar da expectativa de um quadro de deflação para alguns dos produtos que compõem a cesta, a perspectiva de aumento da produção é suficiente para reduzir os efeitos de preços menores e garantir que o setor obtenha uma maior remuneração em relação a 2010”, informa a CNA.


As condições favoráveis para a pecuária também influenciaram, de forma positiva, a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do setor. Em fevereiro, o PIB da pecuária cresceu 0,22%. Nos dois primeiros meses do ano, o crescimento acumulado foi de 0,49%, de acordo com a análise feita pela CNA em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP).


Os números apontam que o PIB do agronegócio brasileiro cresceu 0,59% em fevereiro, acumulando, no primeiro bimestre do ano, taxa de crescimento de 0,98%. O agronegócio ganhou ritmo em fevereiro, refletindo, em especial, o desempenho do setor agrícola, que, no mês, cresceu 0,74%, acumulando no bimestre expansão de 1,17%.


Balança comercial – O saldo da balança comercial do agronegócio, no acumulado do ano até abril, é positivo em US$ 20,3 bilhões. Esse resultado garantiu o superávit brasileiro de US$ 5 bilhões, no período. Em 2011, os embarques renderam US$ 25,7 bilhões, o que representa um aumento de 23,6% em relação ao resultado de igual período de 2010. Em abril, as exportações do agronegócio renderam US$ 7,9 bilhões, com crescimento de 24,4% em relação a abril de 2010. (Fonte: Assessoria de Comunicação da CNA)






Florianópolis / SC

Escassez de milho pode levar indústria de SC a reduzir produção de aves

A escalada de encarecimento do milho – principal insumo das cadeias produtivas de aves e suínos – está alarmando as agroindústrias do setor e alimentando previsões negativas: se o quadro não mudar, haverá redução de produção e demissão de pessoal no segundo semestre deste ano. O presidente da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Clever Pirola Ávila, assinalou que o problema se agrava no sul do país, onde o milho chega a um custo ainda maior. Somente Santa Catarina produz 4 milhões de toneladas e importa anualmente de 1,5 milhão a 2 milhões de toneladas para suprir o déficit do cereal.

A redução da produção – se confirmada – ficará entre 5% a 8% do volume total de abates e implicará na demissão de trabalhadores em nível ainda não avaliado.Ávila mostra que as commodities em geral estão com patamar muito elevado de preços de mercado – especialmente milho e soja – principais ingredientes na composição da ração animal. Para agravar a situação, a valorização da moeda Real faz o setor exportador perder a competitividade no mercado internacional.

O presidente da Acav reclama que o Governo, “já com atraso”, precisa atuar com medidas efetivas na busca de equilíbrio cambial para a relação dólar-real.“O Governo precisa implantar uma política compensadora para o consumo do milho no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina similar ao que existe para o Nordeste, sobretaxar a exportação de milho e promover leilões do estoque da Conab especificamente para a região sul”, reivindica.

A situação do mercado do milho é atípica e a tendência é de alta na maioria dos Estados produtores, de acordo com levantamento da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária. O cenário para essa elevação nos preços decorreu da retração da oferta do milho da safrinha. Os produtores esperaram a definição sobre a produção da segunda safra, que, de acordo com levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), deve ser de 23,5 milhões de toneladas. Entretanto, o risco climático na maioria dos estados produtores, em função do atraso no plantio das lavouras, poderá comprometer o resultado final. Clever Pirola realça que o milho é considerado uma referência entre os cereais porque, além de servir para a alimentação humana, é base para a produção de proteína animal, compondo as rações de frangos, suínos e bovinos. De todos os cereais em alta de preços no Brasil e no mundo, o milho é o que mais preocupa.

O presidente da Acavobservou que, na condição de mercado globalizado, a situação somente se normalizará se a safra de milho dos Estados Unidos tiver rendimentos recordes, mas, naquele país, o plantio está consideravelmente atrasado devido às condições de frio e umidade. Com uma demanda que continua elevada, as perspectivas para uma volta a preços normais dependem, em grande parte, do aumento da produção em 2011 e das reservas de cereais repostas na nova temporada. (Fonte: MB Comunicação)


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SERVIÇOS e VAREJO




Rio de Janeiro / RJ

Carrefour estuda fusão com Pão de Açúcar, afirma jornal francês

O Carrefour está estudando a possibilidade de fundir sua unidade brasileira com o grupo Pão de Açúcar, publicou um jornal francês ontem, dia 23/5. Analistas se mostraram céticos sobre a notícia, que não cita fontes e foi publicada no domingo pelo Journal du Dimanche. Na avaliação dos especialistas, um acordo do tipo levantaria questões de concorrência e provavelmente receberia oposição do grupo francês Casino, rival do Carrefour e dono de 35% do Grupo Pão de Açúcar. Representantes do Carrefour e do Casino não comentaram o assunto. O Grupo Pão de Açúcar afirmou, por meio da assessoria de imprensa, desconhecer essa negociação. O Dimanche publicou sem citar fontes que o Carrefour, maior varejista da Europa, tinha dado mandato para o banco de investimento Lazard estudar uma transação que poderia envolver a família controladora do Pão de Açúcar assumindo uma participação no Carrefour. "Abílio Diniz poderia assumir um assento no Carrefour, que está enfrentando dificuldades", publicou o jornal, acrescentando que qualquer transação precisaria da aprovação do Casino. "Esta é a primeira vez que ouvimos tal plano no Brasil e, sem fontes citadas pelo jornal, preferimos ficar cautelosos sobre isso", disseram analistas do Espírito Santo em relatório. "Isso porque o Casino detém quase 35% de participação no Grupo Pão de Açúcar e certamente teria algo a dizer sobre uma fusão. Além disso, a empresa combinada teria uma participação no varejo de alimentos de cerca de 30% no Brasil, o que poderia fazer autoridades regulatórias se manifestarem também", acrescentaram. (Agência Reuters)





Da redação – São Paulo / SP

Angeloni prepara expansão no Paraná

Depois de aumentar o faturamento em cerca 20% em 2010 e subir da décima para a nona posição no ranking da Abras - Associação Brasileira de Supermercados -, a rede catarinense Angeloni se prepara para intensificar o ritmo de crescimento e ampliar a presença no Paraná, onde tem duas lojas. No estado vizinho desde 2002, quando inaugurou o primeiro hipermercado em Curitiba - que hoje está na lista dos que mais faturam em toda a rede -, a empresa tem planos de inaugurar novos pontos em Maringá, no noroeste, e em Londrina, no norte do Estado, até o começo do ano que vem. De acordo com José Augusto Fretta, presidente do grupo, o novo passo no território paranaense vai demandar investimento em um centro de distribuição (CD) no Estado para atender a região. Atualmente, as 24 lojas da rede Angeloni em Santa Catarina e Curitiba são abastecidas pelo centro de distribuição instalado em Porto Belo, a cerca de 50 km de Florianópolis. Inaugurado em 2006, o CD é o centro da logística e do abastecimento das lojas do grupo, concentradas no litoral catarinense.





Da redação – São Paulo / SP

Giraffas tem aumento de 46% em refeições infantis

A rede de alimentação Giraffas teve um aumento de 46% nas vendas da linha de refeições infantis GiraPrato entre 2009 e 2011. No mesmo período, a venda de lanches infantis teve queda de 4%. Segundo a empresa, o movimento é resultado dos investimentos da rede, da ordem de R$ 1 milhão, em campanhas para promover a busca por uma alimentação balanceada. Hoje, os pratos infantis, que combinam salada, filé, arroz e feijão, são destaques no menu da rede.





Da redação – Rio de Janeiro / RJ

Ponto Frio abre loja conceito no mercado carioca

A rede de eletroeletrônicos Ponto Frio inaugura amanhã uma loja conceito de 1.700 metros quadrados no Carioca Shopping, Rio de Janeiro. A unidade oferece um espaço high tech, que proporciona uma experiência de compra única para os clientes do shopping. Além de uma vitrine de tecnologia e informática para produtos de maior valor agregado, como os itens da linha Apple, a loja tem layout diferenciado e oferece a experimentação de produtos como iPads, celulares e computadores com acesso à internet, inclusive com rede Wi-Fi.






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TI, WEB e e-COMMERCE




São Paulo / SP
Fabricantes de tablets aumentam aposta no Brasil
Empresas de tecnologia que entraram no mercado de tablets após o lançamento do iPad, da Apple, no ano passado, estão revisando suas estratégias de negócios e aumentando as apostas no Brasil após o governo ter desonerado os aparelhos. A norte-americana Motorola e a coreana Samsung já produzem tablets no Brasil. A brasileira Positivo Informática planeja o lançamento de um modelo para o segundo semestre e a ZTE, da China, produzirá o aparelho em sua nova fábrica em Hortolândia, interior de São Paulo.

O governo publicou no Diário Oficial da União ontem, dia 23/5, medida provisória que inclui computadores tablets no regime que dá incentivos fiscais para a produção de bens de informática. A medida estabelece a inclusão dos tablets pouco após integrantes do governo anunciarem que a taiwanesa Foxconn avalia fabricar produtos da Apple no país, inclusive o iPad.

A Samsung, que concorre com o iPad com o tablet Galaxy Tab, já produz o aparelho em sua fábrica de Campinas, interior de São Paulo. Porém, o Galaxy Tab - com tela de sete polegadas - não receberá benefícios fiscais por ter funções de voz e ser classificado oficialmente como um celular. Para aproveitar a redução dos impostos sobre tablets, a Samsung lançará dois modelos no país com telas de oito e dez polegadas. "Já estamos com projetos tramitando para arrogar os incentivos aos aparelhos. Quando aprovados, no dia seguinte passaremos a fabricá-los em Campinas/SP", afirmou o vice-presidente de Novos Negócios da Samsung no Brasil, Benjamin Sicsu.

O enquadramento dos tablets na chamada "Lei do Bem" permite que o IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados - baixe nesses produtos de 15% para 3%. Além disso, a alíquota do PIS/Cofins cai de 9,25% para zero. A expectativa do governo é que os preços de produção dos tablets caiam 31%. A ZTE - que anunciou investimento de R$ 350 milhões na fábrica em Hortolândia - vai produzir seu tablet V9 na nova unidade e também sob contrato com a terceirizada Evadin, em Manaus.

O presidente da ZTE do Brasil, Eliandro Ávila, afirmou que ainda não há data fixa para começar a produção, mas que a demanda já é grande o bastante. "Creio que o mercado passará a ficar mais aquecido a partir de agosto ou setembro. Os tablets são a grande promessa para o Natal. Pretendemos vender 150 mil unidades em um ano", disse Ávila à Reuters. A ZTE também terá um novo modelo de tablet com lançamento mundial que passará a ser produzido no Brasil.

A Motorola, que compete no setor com o tablet Xoom, já produz o aparelho no país, na fábrica de Jaguariúna, interior de São Paulo. "A estratégia de precificação do tablet da empresa será revisada após a aprovação dos benefícios fiscais pelo governo", disse a companhia por e-mail. A fabricante norte-americana afirmou já ter enviado requisição ao Ministério da Ciência e Tecnologia para usufruir dos benefícios fiscais para tablets.

De acordo com a empresa de pesquisa IDC, as vendas de tablets no Brasil devem chegar a 300 mil unidades em 2011, com a maior movimentação ocorrendo nos seis últimos meses do ano. Nessa época, mais produtos do exterior terão chegado ao mercado brasileiro e as fabricantes nacionais já terão se posicionado com seus próprios produtos. Segundo o IDC, a desoneração dos tablets só terá um impacto relevante sobre as vendas em 2012, levando-se em conta o tempo de produção dos dispositivos brasileiros. (Agência Reuters)





Da redação – São Paulo / SP

Ofertas.com.br fecha acordo com Multiplus Fidelidade

O site de compras coletivas Ofertas.com.br fechou uma parceria com o portal Multiplus Fidelidade. Pelo acordo, os participantes do Multiplus poderão utilizar os pontos acumulados em outros parceiros no Ofertas.com.br, ao mesmo tempo em que os clientes do Ofertas.com.br passam a pontuar na rede Multiplus Fidelidade, por meio de compras realizadas no site, na proporção de 1 ponto para cada R$ 10 em compras.







Porto Alegre / RS

Gaúcha JME participa do Hospitalar 2011

A Hospitalar - 2011, maior feira e mais importante fórum de saúde da América Latina, contará com a presença da JME Informática. A 18ª edição do evento, que apresenta produtos, equipamentos, serviços e tecnologia para hospitais, laboratórios, clínicas e consultórios ocorre de 24 a 27 de maio, das 12hs às 21hs, na Expo Center Norte, Rua José Bernardo Pinto, Vila Guilherme, em São Paulo. A JME lançará a mais nova versão de seu Sistema de Gestão da Saúde Pública (SIS-SAP) durante a Feira. Jorge Branco, diretor executivo da JME, projeta ganhos com a participação: “Após a experiência adquirida com as três participações anteriores na feira, a JME projeta não só a conquista de novos clientes para o SIS-SAP, mas principalmente a divulgação da nova plataforma do sistema em nuvem”, diz.

SIS-SAP em Cloud Computing - O Sistema de Gestão da Saúde Pública (SIS-SAP) acompanha a tendência mundial de oferta de soluções em nuvem. A versão é totalmente embasada na nova modalidade comercial Cloud Computing, que tem todas as funcionalidades da versão anterior, com a vantagem da velocidade de sua implantação ou migração. Assim, basta que o usuário tenha conexão web e receba o treinamento para utilizar o produto, já que sua estrutura de servidores e configurações iniciais já estão disponíveis em Cloud.

Diferentes possibilidades de padronização das telas, operacionalização simplificada e acesso facilitado estão entre as novidades. Tudo feito de qualquer computador ligado à internet, bastando ter login e senha. Com a nova versão, o usuário é beneficiado com maior controle de gestão, adquirido com a eficiência da tecnologia em computação, que reúne memória, armazenamento de largura de banda e processamento. Conforme o diretor técnico da JME, Marco Guttler, a inserção no mercado de soluções em nuvem é a evolução natural para empreendimentos de TI. “Em alguns anos a computação em nuvem será fundamental para a continuidade da própria internet como um todo. A JME não poderia estar fora deste movimento. Acreditamos que o SIS-SAP Lite será o primeiro sistema para gestão de saúde pública totalmente em Cloud Computing”, afirma.

Hospitalar - A Hospitalar é a feira Internacional de produtos, equipamentos, serviços e tecnologia para hospitais, laboratórios, farmácias, clínicas e consultórios, realizada em São Paulo, é o maior evento especializado nesta área, em toda a América Latina. A feira, que contará com cerca de 1.250 expositores e 89 mil visitas profissionais, de todos os Estados brasileiros, terá à disposição equipamentos hospitalares para laboratórios, emergência, transporte, ortopedia e fisioterapia, tecnologia médica, Informática e comunicações, projetos, instalações e construções, bens de consumo médico e centro cirúrgicos. Graças aos contatos que estabelece, o encontro se tornou compromisso inadiável na agenda de empresários, administradores hospitalares, médicos e demais profissionais do setor.Em sua edição de junho de 2009, a feira registrou 86.000 visitas, das quais 2.942 estrangeiras, de 60 países, com forte incidência da América Latina e EUA. (Fonte: Assessoria de Comunicação Gladis Ybarra)


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MERCADO DE LUXO




Maranello / Itália
Com modelo hatchback Ferrari tenta aumentar os lucros
A Ferrari amarela faz uma forte curva na estrada e dispara pela faixa de asfalto. Os pneus soltam fumaça. O V-8 ronca. O velocímetro chega a alcançar 140 km/h. O piloto reduz a velocidade e faz uma curva fechada. É isso que os amantes da Ferrari chamam de "sexo sobre rodas". Na pequena cidade italiana de Maranello, as Ferraris correm velozes pela pista da empresa, conhecida como Circuito de Fiorano. (LEIA mais)




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