Edição 262 | Ano II

Brasília / DF
Deficit externo será a "herança maldita" do governo Lula
Com as famílias e o governo consumindo cada vez mais e poupando pouco, o Brasil elevou a sua dependência do capital externo para conseguir realizar os investimentos de que necessita. segundo a reportagem, isso significa que o dinheiro estrangeiro será ainda mais importante para o próximo presidente cobrir o saldo negativo nas contas externas e manter o país crescendo. Depois de cinco anos com as transações com o resto do mundo fechando no azul, elas voltaram a ser deficitárias no fim de 2008. A situação se agravará neste último ano da gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. A perspectiva para 2010 é, no mínimo, dobrar o rombo, repetindo o ritmo em 2011. Esse buraco precisa ser coberto por recursos que virão do exterior via empréstimos, investimentos produtivos e na Bolsa. Segundo as projeções do Banco Central, o deficit externo - que consolida as compras e vendas de bens e serviços, pagamento de juros, viagens, doações e remessas de lucros - encerrará 2010 em US$ 40 bilhões (cerca de 2% do PIB), ante os US$ 22 bilhões (1,4% do PIB) estimados em 2009. Enquanto isso, os analistas de mercado falam em deficit de até US$ 64 bilhões (acima de 3,3% do PIB). Para 2011, as estimativas do setor privado são de saldo negativo de até US$ 90 bilhões (4% do PIB). Com isso, o Brasil retomará um nível de dependência do capital externo semelhante ao que vivia antes da gestão Lula e que foi tachado pela equipe do atual governo como uma "herança maldita".


Da redação - São Paulo / SP
Mercado eleva previsão de Selic em 2010 para 11,25%
O mercado brasileiro elevou pela segunda semana seguida seu prognóstico para a taxa básica de juro Selic neste ano. O cenário para a inflação ficou estável, enquanto para o crescimento teve leve aumento, segundo o relatório Focus divulgado pelo Banco Central hoje, dia 18/1, segunda-feira. A estimativa para a Selic neste ano passou para 11,25%, ante 11% na semana anterior. A projeção para 2010 aumentou para 11%, contra 10,75% no documento anterior. A previsão para o PIB - Produto Interno Bruto - do ano foi elevada para 5,30%, contra 5,20% na semana anterior. A estimativa para a expansão em 2011 permaneceu em 4,5%. O prognóstico para o IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - deste ano e do próximo permaneceu em alta de 4,50%, exatamente no centro da meta perseguida pelo governo, que tem tolerância de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

São Paulo / SP
Turismo planeja crescer 10% este ano
O turismo brasileiro avança a reboque do crescimento econômico e tem estimulado empresas do setor a planejar investimentos. Prova recente do interesse no País veio com o anúncio da compra de 63,6% da CVC pelo fundo de private equity Carlyle, no último dia 7/1. Os valores não foram confirmados pelas duas empresas, mas se fala em um negócio de R$ 700 milhões - o maior na história do turismo nacional. Quem mais tem fomentado a alta da atividade é a classe C, que desde o Plano Real, de 1994, vem se beneficiando do aumento do poder aquisitivo. Nos dois primeiros anos depois do plano, o mercado ganhou cerca de 25% de novos turistas. "Muita coisa mudou no turismo da década de 90 para cá. Antes, a classe média não tinha condições de viajar de avião ou sair de férias", diz Paulo Castelo Branco, vice-presidente Comercial e de Planejamento da TAM. A própria TAM mudou muito na última década. Tornou-se líder no setor e abriu o capital. Segundo o Ministério do Turismo, de 2008 para 2009 os desembarques domésticos aumentaram 13,74%. A previsão da Abav - Associação Brasileira de Agências de Viagens - é que a atividade turística no País cresça 10% em 2010. Nos últimos anos, segundo o diretor da entidade, Leonel Rossi, o crescimento médio foi de 7% ao ano. "Em 2009, ano de crise econômica, o primeiro semestre foi ruim. A atividade só começou a se recuperar no segundo semestre. Apesar de o turismo estar em um momento de expansão, ainda há pouca gente fazendo turismo", diz o representante da Abav. Na evolução do turismo, o brasileiro tem se acostumado a algumas novidades, como os cruzeiros. Nesta temporada serão ao todo 18 navios, e a previsão é que sejam transportados 850 mil passageiros. No ano passado, foram 600 mil. "Antes, faltava dinheiro para viajar. Agora, até a classe C tem condições de pagar R$ 50 por mês num pacote para Porto Seguro e tirar férias uma vez por ano", analisa Rossi. Para o vice-presidente da TAM, apesar dos avanços, o Brasil peca pelos escassos investimentos em infraestrutura. "O turismo entrou em velocidade de cruzeiro. Só corre um risco: parar de crescer pelo comprometimento com a infraestrutura aeroportuária", diz Castelo Branco. (Agência Estado)


São Paulo / SP
Empresas devem puxar crédito em 2010
Contrariando uma tendência que prevaleceu em seis dos sete anos do governo Lula, o crédito às empresas deve crescer mais do que os empréstimos às pessoas físicas em 2010. Em primeiro lugar, por causa da onda de investimentos esperada para os próximos anos. Em segundo, pela normalização das condições do sistema bancário. Por fim, a base de comparação na pessoa jurídica é baixa porque em 2009 a crise drenou grande parte dos financiamentos para as companhias, principalmente as de pequeno e médio portes. "Esperamos uma expansão de 25% para o crédito às empresas e de 20% para as pessoas físicas neste ano", disse o diretor executivo do Itaú Unibanco, Silvio de Carvalho, frisando que o grupo de pessoas jurídicas, na instituição, inclui as de pequeno e médio portes. "As grandes têm à disposição outras fontes de financiamento, como os mercados externo e de capitais." O Santander, terceiro maior banco privado do País, ainda não fechou as projeções de crescimento do crédito no ano. Mas Carlos Leibowicz, diretor do banco de atacado do grupo, reforça a percepção do concorrente. "A taxa de crescimento dos empréstimos às empresas deve superar a do crédito às pessoas físicas", afirmou. A pedido do Estado, o economista Bruno Rocha, da Tendências Consultoria, calculou o crescimento dos empréstimos a pessoas físicas e jurídicas entre 2003 e 2009. O único desses sete anos em que o avanço do crédito às empresas bateu o das pessoas físicas foi 2008 (31,2% ante 17,2%, descontada a inflação). "Mas esse resultado foi influenciado pelo processo de entrada de grandes empresas no mercado bancário, por causa das restrições impostas pela crise internacional", observou. Para este ano, ele também avalia que a expansão do crédito à pessoa jurídica superará a da pessoa física. (Agência Estado)


Lisboa / Portugal
Votorantim vai entrar na disputa pela Cimpor
A Votorantim planeja se juntar à produtora de aço CSN e ao grupo Camargo Corrêa na disputa pela produtora de cimento Cimpor, afirmou um jornal português na edição de hoje, dia 18/1, segunda-feira. O Jornal de Negócios publicou, sem identificar fontes, que a Votorantim contratou o Deutsche Bank para preparar sua oferta, que deve visar uma fatia minoritária na Cimpor, e contratou advogados em Portugal para conselhos jurídicos. Representantes da Votorantim, maior produtor de cimento do Brasil, não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto em Portugal e no Brasil. Os interesses de empresas brasileiras em produtoras de cimento aumenta com o maior país da América Latina se preparando para o boom na construção antes da Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016. A Cimpor é alvo de uma oferta hostil da CSN, que no mês passado se ofereceu para comprar pelo menos 50 por cento mais uma ação da Cimpor a 5,75 euros por ação, avaliando a empresa em 3,86 bilhões de euros (5,56 bilhões de dólares). O conselho de diretores da Cimpor rejeitou a oferta, mas a CSN afirmou que continua a buscar um acordo com os acionistas da Cimpor. Analistas esperam que a oferta seja melhorada. No domingo, o grupo Camargo Corrêa reiterou seu interesse na Cimpor e disse que está considerando opções depois que a comissão reguladora do mercado acionário português determinou que o grupo brasileiro precisa apresentar uma contra-oferta de aquisição da Cimpor ou retirar sua oferta de fusão. A oferta apresentada pela Camargo Corrêa na quarta-feira envolve a compra de entre 15% e 25% da Cimpor e uma fusão com as operações de cimento das duas empresas. O Jornal de Negócios disse que a recusa da oferta da Camargo Corrêa significa que a Votorantim pode precisar modificar seus planos de comprar uma fatia minoritária. (Agência Reuters)


__________________________________________________________
HOJE - Manchetes dos Principais Jornais e Revistas do Brasil e do Mundo


Jornais nacionais
Folha de S.Paulo / Violência dificulta socorro no Haiti
Agora S.Paulo / Saiba como garantir sua conta bancária básica
O Estado de S.Paulo / Brasil e EUA se alinham para conter caos no Haiti
Jornal do Brasil / Ajuda chega, apesar da violência
O Globo / Gangues se reorganizam e espalham violência no Haiti
Valor Econômico / Brasil retoma posições no mercado argentino
Correio Braziliense / Tecnologia faz "milagres" em resgates no Haiti
Estado de Minas / Educação de um filho custa até R$ 428 mil
Diário do Nordeste / Maioria dos ex-presos volta ao crime
A Tarde / Ônibus em alta velocidade causa tragédia
Extra / Tráfico do Pavãozinho tinha abrigo subterrâneo para se esconder da PM
Correio do Povo / Combate à violência eleva tensão no Haiti
Zero Hora / Brasil avalia aumento de tropas no Haiti


Revistas
Veja - O mundo acaba no Haiti
Época - Nos escombros do Haiti
IstoÉ - As 100 personalidades mais influentes
Carta Capital - Esquecer, nunca

Jornais internacionais
The New York Times (EUA) / Apesar das dificuldades, resgate retirou mais pessoas vivas dos escombros
The Washington Post (EUA) / Medo em relação a falta de lei após terremoto no Haiti
The Times (Reino Unido) / Lynch relaciona saqueadores do Haiti a fúria da multidão
The Guardian (Reino Unido) / Médicos proíbem gordura trans nos produtos caseiros
Le Figaro (França) / Estado reforça controle sobre Renault
Le Monde (França) / O testemunho esmagador do escritor Dany Laferrière
China Daily (China) / Xinjiang enfrenta mais miséria em nova onda de frio
El País (Espanha) / Violência pela falta de alimento faz as primeiras vítimas no Haiti
Clarín (Argentina) / Direita se impõe no Chile e volta a governar


_______________________
INDICADORES ECONOMICOS

São Paulo / SP
IPC-S acelera para 0,78% na 2ª prévia de janeiro
A inflação mensurada pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou para 0,78% na prévia finalizada em 15 de janeiro, superior à taxa registrada no IPC-S imediatamente anterior, cuja coleta de preços foi até 7 de janeiro, que mostrou avanço de 0,51%. A informação foi anunciada hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Das sete classes de despesa usadas para cálculo do índice, seis apresentaram aceleração de preços entre a primeira e a segunda quadrissemanas de janeiro.
As influências mais importantes para o IPC-S partiram de acréscimos nas taxas de variação de preços em três das sete classes de despesa usadas para cálculo do índice. É o caso de Transportes (de 0,78% para 1,63%), Alimentação (de 0,87% para 1,14%) e Educação, Leitura e Recreação (de 0,40% para 1,20%). Em cada uma destas classes de despesa, os destaques ficaram por conta das movimentações de preços em tarifa de ônibus urbano (de 1,08% para 3,24%), laticínios (de -0,37% para 0,86%) e cursos formais (de 0,62% para 2,14%), respectivamente.
Outras três classes de despesa também apresentaram aceleração de preços no mesmo período. É o caso de Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,23% para 0,28%), Habitação (de 0,18% para 0,22%) e Despesas Diversas (de 0,21% para 0,24%). Somente um grupo apresentou desaceleração de preços, no período. É o caso de Vestuário (de 0,93% para 0,77%). Entre os produtos pesquisados para cálculo do índice, os que apresentaram as altas de preços mais expressivas no IPC-S de até 15 de janeiro foram a já citada tarifa de ônibus urbano, cenoura (24,71%) e manga (26,84%). Já os produtos que registram as quedas de preços mais intensas foram cebola (-20,37%), limão (-23%) e batata inglesa (-4,73%). (Agência Estado)


RESUMO DA SEMANA – 11 a 15 de janeiro de 2010

IGP-10 varia 0,20% em janeiro - O IGP-10 registrou em janeiro variação de 0,20%. Em dezembro, a taxa foi de -0,07%. Os três componentes do IGP-10 apresentaram as seguintes trajetórias, na passagem de dezembro para janeiro: IPA, de -0,25% para 0,07%, IPC, de 0,28% para 0,52% e INCC, de 0,25% para 0,30%.

Produção da indústria de SP fica praticamente estável em dezembro de 2009
O SPI indica que a produção física da indústria de São Paulo ficou praticamente estável em dezembro de 2009, na comparação com o mês anterior, usando-se dados ajustados sazonalmente, ao variar -0,1%.

IGP-M varia 0,27% no primeiro decêndio de janeiro - O índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) variou 0,27%, no primeiro decêndio do mês de janeiro. Para o mesmo período de apuração no mês anterior, a variação foi de -0,16%.


ECONOMIA NACIONAL

Dólar Comercial
Data R$/US$
11/01 1,7323
12/01 1,7439
13/01 1,7442
14/01 1,7648
15/01 1,7720*
Fonte: BACEN


Índices de Preços ao Consumidor

Custo da cesta básica tem redução em 2009
Apenas em uma das 17 capitais onde o DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, o custo dos alimentos essenciais subiu em 2009. A alta foi registrada em Belém, onde os gêneros alimentícios de primeira necessidade tiveram aumento de 2,65%. As maiores retrações no custo da cesta ocorreram em João Pessoa (-14,92%), Natal (-12,57%) e Aracaju (-12,47%), enquanto a menor foi verificada em Vitória (-3,71%). Em dezembro de 2009, três capitais apresentaram alta: Brasília (2,77%), Aracaju (0,78%) e Belém (0,37%). Nas demais cidades pesquisadas, o preço da cesta caiu em dezembro, com variações que se situaram entre -1,39%, em Manaus e -8,63%, em Salvador.

Em 2009 a inflação foi de 4,05% - O Índice do Custo de Vida (ICV) calculado pelo DIEESE para o município de São Paulo acumulou taxa de 4,05%, em 2009. A inflação do ano passado é inferior à apurada em 2008 (6,11%) e é a segunda menor desde o ano 2000, superior apenas a de 2006 (2,57%). A taxa de 2009 foi mais elevada para famílias com maior poder aquisitivo, caso em que chegou a 4,36%. Os aumentos verificados em 2009 deram-se de maneira bastante heterogênea entre os grupos, subgrupos e itens que compõem o ICV-DIEESE. Para uma inflação da ordem de 4,05%, as maiores altas foram apuradas nos grupos: Despesas Pessoais (10,85%), Educação e Leitura (7,80%) e Habitação (5,78%). Taxas negativas foram observadas para: Vestuário (-2,19%) e Equipamento Doméstico (-1,16%). Os grupos Saúde (3,34%), Transporte (3,22%) e Alimentação (2,95%) variaram positivamente, porém abaixo da taxa geral.

IPC da FIPE sobe para 0,48% na 1ª quadrissemana de janeiro de 2010 - A primeira quadrissemana de janeiro do índice de Preços ao Consumidor (IPC) apontou inflação de 0,48% na cidade de São Paulo, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na última segunda-feira. O resultado ficou 0,30 ponto percentual (p.p.) acima do índice registrado na quarta quadrissemana do mês de dezembro (0,18%). Dos sete itens que compõem o IPC da Fipe, os resultados apurados foram: Habitação (0,18%), Alimentação (0,44%), Transportes (0,19%), Despesas Pessoais (0,52%), Saúde (0,31%), Vestuário (0,34%) e Educação (0,79%).

IPCA de dezembro fica em 0,37% e fecha o ano de 2009 em 4,31% - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou variação de 0,37% em dezembro de 2009, 0,04 ponto percentual abaixo da taxa de novembro (0,41%). Em dezembro de 2008 o índice havia ficado em 0,28%. Com isso, o IPCA do ano de 2009 ficou em 4,31%, 1,59 ponto percentual abaixo da taxa de 2008 (5,90%). Após o resultado mais elevado de 2008 (5,90%), em 2009 o IPCA voltou ao patamar de 2007 (4,46%), mostrando, ao longo do ano, trajetória decrescente para o indicador acumulado em 12 meses.

INPC de dezembro fica em 0,24% e fecha 2009 em 4,11% - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) apresentou variação de 0,24% em dezembro, abaixo 0,13 ponto percentual do resultado de novembro (0,37%). Em dezembro de 2008, o índice havia sido de 0,29%. Assim, o INPC encerrou 2009 em 4,11%. No ano, os alimentos aumentaram 1,83%; e os produtos não alimentícios, 5,10%. Em 2008, o resultado havia sido 6,48%, com alta de 11,40% nos alimentícios e 4,47% nos não alimentícios.


Comércio Varejista

Em novembro, vendas do comércio crescem 1,1% e a receita aumenta 1,3%
O Comércio Varejista do País registrou, em novembro de 2009, tendo taxas de variação de 1,1% para o volume de vendas e de 1,3% na receita nominal. Com estes números, o varejo completou sete meses consecutivos de crescimento para o volume de vendas, e oito para a receita nominal. Nas demais comparações, obtidas das séries originais (sem ajuste), os acréscimos para o volume de vendas foram da ordem de 8,7% sobre novembro do ano anterior; de 5,5% no acumulado dos onze primeiros meses do ano; e de 5,3% no acumulado dos últimos 12 meses.


Economia Internacional

Produção industrial sobe nos EUA
No mês de dezembro de 2009, a produção industrial aumentou 0,6% nos Estados Unidos. A informação divulgada pelo Federal Reserve (o banco central norte-americano) conclui que a produção de serviços de energia subiu 5,9%, enquanto a produção de bens manufaturados caiu 0,1%, em dezembro. A elevação na produção foi atribuída, à ampliação na produção de serviços de energia por causa das temperaturas abaixo da média normal para o mês. Apesar do aumento de 0,6% na produção industrial, alguns setores como produção de bens manufaturados e produção de veículos e autopeças caíram 0,1%, cada.


___________________
MERCADO DE CAPITAIS

(Informações: Dow Jones, Bovespa, Reuters, EFE, AFP e Associated Press)

HOJE – Nas Bolsas Asiáticas

Bolsas asiáticas fecham com sinais mistos
As bolsas asiáticas encerraram os pregões com sinais mistos nesta segunda-feira, entre a reação ao fechamento negativo das bolsas de Nova York na sexta-feira e a demanda sustentada pela procura por pechinchas
- Com o desapontamento diante dos resultados divulgados pelo JPMorgan na sexta-feira, o setor financeiro liderou a baixa da Bolsa de Hong Kong, onde o índice Hang Seng perdeu 0,9% e fechou aos 21.460,01 pontos.
- As bolsas da China terminaram com leve alta, ajudadas pela procura por pechinchas, que no final dos pregões impulsionou os papéis das companhias aéreas e das incorporadoras imobiliárias. A expectativa de balanços com aumento dos lucros também contribuiu para a valorização dessas empresas. O índice Xangai Composto, que segue as ações A e B, teve alta de 0,4% e fechou aos 3.237,10 pontos. O Shenzhen Composto ganhou 1,2% e terminou aos 1.240,98 pontos.
- No mercado de câmbio, o yuan ficou praticamente estável diante do dólar, uma vez que a paridade central comportou-se da mesma forma. Por volta de 7h30 (de Brasília), no mercado de balcão, o dólar era negociado a 6,8270 yuans, quase inalterado em relação aos 6,8269 yuans do fechamento de sexta-feira. A paridade central foi fixada em 6,8272 yuans por dólar, também praticamente sem alteração em relação aos 6,8271 yuans por dólar da sexta-feira.
- Em Taiwan, o índice Taiwan Weighted da Bolsa de Taipei baixou 0,2% e fechou aos 8.337,82 pontos. A procura por pechinchas impediu a ampliação da queda, que foi liderada pelas perdas com ações de bancos.
- A Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, recuperou-se de uma queda no início do pregão, graças ao pesado volume de compras por parte dos fundos de pensão do País. Os ganhos das companhias do setor de energia nuclear e de algumas empresas de tecnologia superaram as perdas de alguns papéis do setor financeiro. O índice Kospi encerrou com elevação de 0,6% e fechou aos 1.711,78 pontos.
- O fortalecimento dos papéis dos bancos levou a Bolsa de Sydney, na Austrália, a reagir à fraca abertura dos negócios e fechar em alta moderada, apesar da queda em Wall Street, na sexta-feira. O índice S&P/ASX 200 subiu 0,2% e fechou aos 4.911,1 pontos.
- O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, apresentou queda de 0,4% e fechou aos 3.106,30 pontos.
- A Bolsa de Cingapura recuperou-se de perdas da manhã e fechou estável, ajudada por ganhos em algumas bolsas regionais e com procura por ofertas dando alta adicional. O índice Straits Times subiu 0,1% e fechou aos 2.912,02 pontos, devido a ganhos de blue chips.
- O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,2% e fechou aos 2.642,55 pontos, pressionado por vendas em ações relacionadas ao petróleo devido à alta de preços da commodity. Também influíram a desvalorização da rupia e as quedas em várias bolsas asiáticas que inspiraram realizações de lucro no mercado local.
- O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, subiu 0,05% e fechou aos 746,89 pontos. Expectativa de se realizar em breve fusão da PTT com suas afiliadas ajudou a compensar as realizações de lucros.
- O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, teve leve baixa e fechou aos 1.297,99 pontos, liderado por empresas agrícolas e de construção.


HOJE – Na abertura das Bolsas Européias
- Londres / Inglaterra - O índice geral FTSE-100 da Bolsa de Valores de Londres abriu hoje em alta de 25,40 pontos (0,47%), aos 5.480,77. O barril de petróleo Brent para entrega em março abriu hoje em baixa no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, e era negociado a US$ 76,90 dólares, US$ 0,21 a menos que no fechamento da jornada anterior.
- Frankfurt / Alemanha - O índice DAX 30 da Bolsa de Frankfurt abriu hoje em alta de 0,42%, aos 5.901 pontos. O euro abriu hoje estável em relação ao dólar no mercado de divisas de Frankfurt, a US$ 1,4378, mesma cotação de sexta-feira à tarde. O Banco Central Europeu (BCE) fixou na sexta-feira o câmbio oficial do euro em US$ 1,4374.
- Madri / Espanha - O índice Ibex-35 da Bolsa de Madri começou a semana em alta de 38,40 pontos (0,34%), aos 11.884 pontos.
- Paris / França - O índice geral da Bolsa de Valores de Paris, o CAC-40, abriu em alta de 0,42%, aos 3.971,17 pontos, frente aos 3.954,38 do fechamento de sexta-feira.
- Roma / Itália - O índice seletivo FTSE-MIB da Bolsa de Valores de Milão abriu hoje em alta de 0,51%, aos 23.590,73 pontos. O índice geral FTSE Italia All Share subiu 0,46% na aberturam, para 24.012,54 pontos.


___________________
MERCADO FINANCEIRO

Brasília / DF
Brasilienses são os que devem mais aos bancos
Brasilienses lideram o ranking do endividamento no Brasil e, na média, devem R$ 7.538 aos bancos. O valor é sete vezes maior que o visto entre os cearenses, os menos endividados, com R$ 1.035. Dados do Banco Central mostram que cada brasileiro tem, atualmente, média de R$ 2.732 em dívidas com os bancos. Estados do Nordeste e Norte têm desempenho inferior a esse valor, o que abre frente de novas oportunidades para a expansão do crédito. Dados regionais do Sistema de Informações de Crédito (SCR), banco de dados sobre empréstimos superiores a R$ 5 mil de famílias e empresas, mostram que os maiores endividados do Brasil moram no Centro-Oeste. Depois de Brasília, habitantes do Mato Grosso (com R$ 5.396) e Mato Grosso do Sul (R$ 4.301) têm os maiores compromissos com os bancos.
Na capital federal, o valor elevado é explicado pelos altos salários do serviço público, o que permite maior exposição às dívidas. Nos outros dois Estados, muitas famílias tomam crédito nos bancos para atividades rurais sem usar operações para pessoas jurídicas, o que acaba inflando os números. Na maior economia brasileira, o Estado de São Paulo, a dívida média é de R$ 3.661, acima do patamar nacional.
Mas o que mais chama atenção no ranking do BC é o baixo endividamento das famílias nordestinas. No final da lista, estão Estados importantes, como o Ceará - o último da lista, Bahia (R$ 1.259) e Pernambuco (R$ 1.327). "O número mostra que, apesar do crescimento recente dos empréstimos nessas regiões, os bancos ainda têm um grande mercado a explorar", diz o professor de finanças do Insper, Ricardo José de Almeida. Segundo ele, o principal problema para a chamada "bancarização", que é o acesso aos serviços bancários, é a falta de formalização da economia nordestina. Dados da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) mostram que há uma agência bancária para cada 18,3 mil habitantes no Norte e 18,5 mil moradores no Nordeste. No Sudeste, a média é de uma agência a cada 6,7 mil habitantes e no Sul, 6,9 mil. O professor de finanças é otimista e acredita que o recente desenvolvimento econômico da região vai alavancar o emprego formal, o que abrirá novas frentes para os bancos na região. (Agência Estado)


__________
INDÚSTRIA


Nova Iorque / EUA
Motorola adia venda de unidade de negócios
A Motorola adiou o a venda de sua maior unidade de negócios, na área de consumo e redes móveis. De acordo com fontes ligadas à situação, a companhia decidiu reconsiderar seu plano de divisão, após ter recebido ofertas abaixo do esperado, informou uma reportagem do jornal The Wall Street Journal, dia 15/1. A Motorola esperava que sua divisão recebesse ofertas entre 4 bilhões de dólares e 5 bilhões de dólares, mas as ofertas ficaram em torno de 3 bilhões e 4 bilhões de dólares, informaram pessoas familiarizadas com as negociações. A unidade fabrica conversores para TVs bem como equipamentos para redes de telefonia celular. De acordo com as fontes, a Motorola está analisando se os negócios de aparelhos e redes móveis poderiam permanecer sob um único controlador. A nova data para a venda da divisão ainda é incerta. Algumas fontes sinalizam que a segunda rodada de negociações pode ocorrer em fevereiro. A fabricante não quis comentar o assunto. Enquanto a maioria dos fabricantes de dispositivos móveis procura ampliar suas áreas de negócios, a Motorola segue na direção contrária, tentando tornar suas divisões independentes para equilibrar a queda em vendas. Entre as empresas interessadas em comprar a divisão da Motorola estariam a chinesa Huawei e a norte-americana Arris Group, informam as fontes. O Goldman Sachs Group Inc., um dos bancos que está orientando a Motorola sobre o spin-off, aconselhou a empresa a não vender a divisão para um único controlador, afirma a reportagem.


______________
AGRONEGÓCIOS


Da redação - São Paulo / SP
O mercado de carne de pata no Brasil cresce
Considerado um prato exótico, a carne de pato é pouco conhecida ao paladar dos brasileiros. Apesar disto, este nicho de mercado comemora os resultados positivos de 2009 e projeta grandes feitos para este ano. De acordo com Marcondes Aurélio Moser, diretor Comercial da Villa Germânia*, ano após ano o Brasil está tecnificando sua produção de patos, e a tecnologia usada neste tipo de criação é a mesma utilizada na avicultura de frango industrial
Marcondes explica que a carne de pato produzida pela empresa abastece plenamente o mercado interno. No Brasil, o atendimento vai desde as grandes redes de supermercados, butiques de carne, médio e pequeno varejo, até restaurantes de culinária regional (alemã no Sul, e brasileira no Norte), chinesa (nos grandes centros) e a clássica gastronomia francesa em restaurantes finos das grandes capitais. "Estamos em todos os segmentos, quer seja com venda direta ou via distribuidores", afirma.
Entretanto, o maior destino de sua produção está nas exportações. Somente em 2009, das 3.600 toneladas produzidas, aproximadamente 2 mil toneladas foram exportadas. "Um incremento de 66% nas exportações, se comparado com 2008 [1.200t]", pontua Marcondes. Segundo ele, os principais destinos da carne de pato produzida no Brasil são Oriente Médio, Japão, Hong Kong e ilhas, como a Nova Caledônia, no Oceano Pacífico. "Foi um ano positivo e de crescimento. Nossa empresa teve um incremento em vendas na ordem de mais de 60% se comparado com 2008", disse o diretor da Villa Germânia. "Isso se deve ao aumento expressivo tanto no mercado interno como no externo". Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) indicam que, apenas para os países árabes, as exportações passaram de US$ 1,59 milhão entre janeiro e agosto de 2008, para US$ 2,49 milhões no mesmo período de 2009. Houve um aumento de 56% na receita com as vendas do produto para a região. Em volume, o crescimento das exportações foi parecido (55%), de 573,5 toneladas para 889,2 toneladas.
Para 2010, Marcondes espera crescimento em produção e vendas na ordem de 30%. Ele estima que novos mercados sejam abertos, em especial o europeu, e que uma ação de marketing doméstico também seja realizada. O diretor ainda acredita que o Brasil consegue ser um país competitivo e pode produzir carne de pato a custos menores que os produtores europeus e asiáticos. "Hoje, a Ásia não exporta produto cru devido a barreiras sanitárias [causadas pela gripe aviária]. Somente exporta produtos cozidos", explica Marcondes. "Isso abre frente ao produto in natura brasileiro, tanto para Europa, que é nosso objetivo para 2010, bem como para outros novos destinos". Atualmente, o criador de pato brasileiro utiliza as linhagens francesas e britânicas. "As melhores do mundo", diz Marcondes. "Temos todos os atributos para acenar ao mundo que, além de frango, suínos e bovinos, o Brasil será o país do futuro para a produção mundial de pato".


São Paulo / SP
Julio Simões investirá R$ 300 milhões este ano
Na virada do ano, a Julio Simões Logística entrou com pedido de registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e gerou expectativa sobre a abertura de capital (IPO). Fernando Simões, presidente da companhia, avisa: "Há anos temos investido na profissionalização e na governança corporativa. O pedido de registro é mais um passo nesse sentido. É prematuro dizer que estamos pensando no assunto, mas a abertura de capital não está descartada."
De toda forma, o registro deve gerar dividendos indiretos num ano em que a companhia planeja investir R$ 300 milhões - R$ 180 milhões só no primeiro trimestre. No ano passado foram R$ 200 milhões, com a diferença que quase todo o valor foi direcionado naquela ocasião para a renovação de frota. Agora, 80% será destinado a novos projetos. Em torno de 65% dos recursos para investimentos vêm dos bancos. Com mais transparência nos negócios, o custo do dinheiro fica menor. A Julio Simões faturou no ano passado em torno de R$ 1,65 bilhão - 11% de crescimento em relação ao volume de 2008. O aumento, apesar de parecer pequeno se comparado a anos anteriores (na casa dos 30%), não deixa de ser representativo, levando-se em consideração o fato de o setor de logística ter sido bastante afetado pela crise econômica global.
Para 2010, Simões espera faturar pelo menos 20% a mais. Um dos caminhos será por meio de contratos de gerenciamento logístico integral, as chamadas operações dedicadas. É o que faz, por exemplo, com a Veracel, do setor de papel e celulose, no sul da Bahia. Ela é responsável pelo corte da madeira, seu carregamento e transporte até o pátio para o processamento da matéria-prima e depois o carregamento dos caminhões com celulose até o porto. Um dos setores promissores é o sucroalcooleiro. Há cerca de um ano a companhia fechou o primeiro con! trato desse tipo, e hoje já são seis empresas do setor na carteira de clientes. Simões espera fechar mais oito contratos até o fim do ano.
Outra aposta é a distribuição urbana - feita, por exemplo, com a Wickbold. A Julio Simões distribui as mercadorias, mantendo a identidade visual do cliente nos veículos, nos uniformes e no atendimento feito pelos funcionários. Simões acaba de assinar dois contratos. Para atendê-los, fará 650 contratações em São Paulo. Hoje são 11,5 mil funcionários e outros 4 mil carreteiros autônomos. Até o fim do ano a companhia inicia outra área de negócios. Num projeto de R$ 150 milhões, está sendo construído em Itaquaquecetuba (SP) um terminal logístico integrado à linha férrea operada pela MRS. Com o terminal de 500 metros quadrados, a Julio Simões poderá receber carga transportada pela MRS, descarregá-la, armazená-la e distribuí-la.
Decisão da justiça - Há dez meses, dois executivos da Julio Simões apareceram na Operação Nêmesis, da Secretaria! de Segurança Pública da Bahia, e chegaram a ser presos. Ao todo, foram 27 indiciados, incluindo Fernando Simões, além de policiais do alto escalão. A empresa foi acusada de liderar um esquema de corrupção no fornecimento de viaturas para a polícia local. A denúncia ainda é investigada. Simões diz que o caso não chegou a gerar uma crise nos negócios. Ao contrário, diz que até recebeu a solidariedade de clientes e gente do setor. "Confio na Justiça", afirma o empresário. (Agência Estado)


_________________
SETOR AUTOMOTIVO


Paris / França
Renault diz que Turquia também passará a produzir Clio
O presidente da Renault, o brasileiro Carlos Ghosn, comunicou ao chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, que a nova versão do Clio será fabricada nas unidades da montadora em Flins (França) e em Bursa (Turquia). No entanto, o executivo não especificou quantos carros serão fabricados em cada linha de montagem. "Falar de volume hoje em dia não é muito realista", afirmou Ghosn à edição de hoje do "Le Journal du Dimanche", ao qual o brasileiro naturalizado francês contou sobre o encontro que teve sábado com Sarkozy para esclarecer o futuro da produção do Clio. Ghosn, em nenhum momento, mencionou as fábricas que o grupo tem na Espanha e na Eslovênia, apesar de a direção da montadora ter dito na semana passada que poderia escolher uma ou as duas unidades para montar o modelo. O brasileiro contou que a reunião com Sarkozy focou o futuro da Flins, "uma fábrica permanente para a Renault, na qual os empregos serão mantidos". A unidade em questão "será o único lugar de produção" do futuro veículo elétrico Zoe, continuará fabricando o Clio atual e, a partir de 2013, passará a produzir parte da quarta geração do Clio. (Agência EFE)


Tóquio / Japão
Volkswagen se transforma no maior acionista da Suzuki
A fabricante de carros alemã Volkswagen se transformou na maior acionista da japonesa Suzuki Motor, com 19,9% de seu capital, ao completar a compra anunciada no mês passado. A empresa japonesa de miniveículos informou que a transferência de ações foi efetuada e como foi acertado no dia 9 de dezembro, utilizando ações que recuperou recentemente da americana General Motors (GM). A Suzuki obteve 222,480 bilhões de ienes (1,692 bilhões de euros) com a transação, pela qual vendeu 107,95 milhões de suas ações à Volkswagen, terceiro maior fabricante mundial. As duas empresas anunciaram no dia 9 de dezembro uma aliança de capital dirigida a reforçar sua presença global, especialmente nos grandes mercados emergentes da China e da Índia. A Suzuki é a quarta maior fabricante japonesa de automóveis e terceira de motocicletas no mundo, enquanto é líder mundial no segmento de miniveículos, aqueles com motor de até 660 centímetros cúbicos. (Agência EFE)


_________________
COMÉRCIO EXTERIOR


Da redação – Brasília / DF
Exportação de ovos em dezembro
As exportações brasileiras de ovos, em dezembro passado, atingiram 177,1 mil caixas de 30 dúzias, um recuo de 16,1% sobre o mesmo mês de 2008. De acordo com os dados divulgados pela Secex - Secretaria de Comércio Exterior -, órgão do Mdic - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, no acumulado do ano de 2009, o volume exportado teve um aumento de 2,4% em relação ao ano anterior.

Exportações Brasileiras de Ovos
(caixas de 30 dúzias)
Mês 2008 2009
Janeiro 130.281 203.240
Fevereiro 162.611 177.936
Março 138.302 186.135
Abril 164.280 135.333
Maio 90.599 76.824
Junho 113.264 49.219
Julho 100.998 53.844
Agosto 66.882 92.734
Setembro 86.018 120.301
Outubro 168.081 153.790
Novembro 133.542 176.329
Dezembro 211.045 177.080
Totais 1.565.903 1.602.765


Da redação – Brasília / DF
Comércio Internacional de Lácteos ganha segunda edição revista e ampliada
Foi lançada na primeira semana de janeiro a segunda edição revista e ampliada do livro Comércio Internacional de Lácteos. A publicação da Embrapa Gado de Leite tem como editores os pesquisadores Glauco Rodrigues Carvalho e Kennya Beatriz Siqueira, além do analista José Luiz Bellini Leite. O livro faz uma ampla radiografia do mercado de leite e derivados no mundo. Os artigos, escritos por profissionais de destaque da cadeia produtiva do leite no Brasil e exterior, foram editados em forma de capítulos e falam, entre outros temas, sobre a participação brasileira no mercado mundial de lácteos; as barreira tarifárias e não tarifárias; o comércio internacional de leite condensado, UHT, leite em pó, queijos, manteiga, iogurte e soro do leite. Exemplares da publicação podem ser adquiridos na Embrapa Gado de Leite: Área de Negócios Tecnológicos (ANT). A Embrapa Gado de Leite pode ser contatada pelo Te.: +55 (32) 3249.4712 ou pelo e-mail sac@cnpgl.embrapa.br. (Fonte: Assessoria de Imprensa Embrapa Gado de Leite)


______________________
MERCADO DE TECNOLOGIA

Londres / Inglaterra
Após pressões, SAP muda decisão sobre opções de suporte
A SAP anunciou que vai voltar a oferecer aos seus clientes a oportunidade de escolha sobre o nível de suporte de suas aplicações e serviços, uma reviravolta em relação às decisões que eram tomadas globalmente. A novela começou em 2008, quando a empresa disse que todos as empresas seriam migradas para o pacote completo de serviços, denominado Enterprise Support. A decisão gerou polêmica e descontentamento entre os usuários, que acabou se refletindo na criação de um programa de indicadores de desempenho, com relativo apoio das associações dos usuários. O quadro fez com que a empresa adiasse as decisões sobre reajuste de preço e a apresentação dos indicadores de desempenho. Agora, com a mudança, os clientes poderão optar pelo pacote Standard Support, com um preço mais baixo. Além disso, o suporte manterá os níveis de preço de 2009. Segundo executivos da SAP, a companhia procurou mostrar comprometimento com a satisfação dos clientes e retomou uma oferta que permitirá a alguns clientes optar por um serviço que melhor atenda às necessidades. De acordo com líder do grupo de usuários da SAP Reino Unido e Irlanda, Alan Bowling, a decisão foi bem-vinda, já que muitos associados não estavam felizes com a ideia de pagar mais caro por um produto que oferecia mais do que o necessário. “Mantivemos diálogo com a SAP, que estabeleceu um programa de benchmarking para provar o valor do suporte completo”. O programa vai permanecer, mas a empresa cedeu à pressão dos usuários. Bownling, no entanto, afirma que o diálogo vai continuar no sentido de criar mais opções de suporte entre as duas existentes atualmente. (Agência IDG News Service)


_____________
MERCADO WEB


Xangai / China
Google nega que esteja deixando a China e tenta negociar
O Google entra na segunda semana de confronto com o governo da China, em meio a especulações de que a empresa decidiu se retirar do maior mercado de Internet do mundo por conta de temores de ciberespionagem. O Google informou na semana passada que estava avaliando sair da China depois de sofrer um ciberataque sofisticado em sua rede, que resultou no roubo de propriedade intelectual. A empresa disse que não estava mais pronta a filtrar conteúdo em sua ferramenta de língua chinesa google.cn, e que tentaria negociar uma ferramenta de busca legal sem filtro, ou sair do mercado. A maior parte dos filtros no google.cn ainda estava funcionando no domingo, embora os controles sobre algumas buscas, incluindo a repressão à Praça da Paz Celestial em 4 de junho de 1989, parecem ter se perdido.
O anúncio do Google chamou a atenção dos 384 milhões de usuários de Internet da China, o maior mercado do mundo, com blogs e a mídia local citando fontes não identificadas para dizer que o Google já havia se decidido a fechar seus escritórios na China. O Google negou isso, dizendo que a empresa ainda está no processo de inspecionar suas redes internas desde o ciberataque ocorrido em meados de dezembro. O Google também disse que manterá conversas com o governo chinês nas próximas semanas. A China tentou minimizar a ameaça do Google de partir, dizendo que havia muitas maneiras de resolver a questão, mas insistindo que todas as companhias estrangeiras, o Google incluído, devem aceitar as leis chinesas. Washington informou que estava emitindo uma nota diplomática à China, pedindo oficialmente uma explicação pelos ataques.
A questão pode virar outra tensão na relação entre a China e os EUA, que já está desgastada por argumentos sobre a taxa de câmbio da moeda chinesa, o protecionismo comercial e a venda de armas norte-americanas a Taiwan. Há muito tempo Washington se preocupa com o programa de ciberespionagem de Pequim. Um grupo congressista disse em novembro que o governo chinês parecia estar cada vez mais invadindo computadores norte-americanos para reunir informações úteis para suas Forças Militares. No sábado, o Yahoo foi dragado pela questão crescente depois que seu parceiro chinês Alibaba Group criticou as declarações da empresa de apoio ao Google. Minimizando preocupações levantadas pelo Google, a rival Microsoft afirmou que não planeja sair da China. A Microsoft deposita altas esperanças para seu mecanismo de buscas na China, que tem apenas uma pequena participação de mercado, mas não se beneficiaria imediatamente de uma eventual saída do Google, número dois do setor de buscas online atrás do chinês Baidu. (Agência Reuters)


Washington / EUA
Ataques DDoS estão mais fortes do que nunca
Os ataques de negação de serviço (DDoS), que têm como objetivo deixar algum serviço web indisponível, vêm atingindo as companhias desde o início da era digital, embora tenham tido pouco destaque na mídia nos últimos anos. A ameaça, no entanto, está mais forte nos últimos seis meses do que nunca esteve, graças a algumas mudanças na natureza desses ataques. Os alvos continuam os mesmos: companhias privadas e sites governamentais. As tentativas são de roubar informações ou atrapalhar operações em benefício de alguma concorrente ou pela simples impopularidade do alvo. Mas a ferocidade e a profundidade dos ataques crescem exponencialmente, graças, em parte, à proliferação de botnets (softwares robô que agem de forma autônoma) e ao bom trabalho dos criminosos, que estão conseguindo disfarçar ataques de tráfego legítimo.
O chefe de segurança da empresa norte-americana Akamai Technologies, Andy Ellis, afirma que a abrangência dos ataques DDoS já é tão vasta que quem controlam a ameaça já não dá conta de administrar todas as máquinas que têm sob controle. Ellis pode observar de perto a ameaça, porque muitos dos usuários da Akamai são companhias globais que rodam bilhões de operações online todos os dias, como Audi, NBC, Fujitsu, Departamento de Defesa dos EUA e Nasdaq. Segundo o chefe de segurança da Akamai Technologies, raramente existe algum momento em que os clientes da empresa não estão sob a mira de DDoS.
“Vemos poucos malwares pontuais, voltados a atolar as máquinas dos clientes”, diz Ellis, referindo-se às pragas da velha guarda, como Blaster e Mydoom. “Hoje, os criminosos mantêm o controle da máquina e agem por meio de botnets”, completa. No ano passado, a Akamai observou recordes de ataques DDoS, alguns deles com mais de 120 gigabits por segundo. Um dos exemplos foi um ataque em 4 de julho de 2009, contra computadores do governo dos Estados Unidos. Cerca de 180 mil computadores afetados atingiram sites do governo e causaram dores de cabeça para negócios baseados no País e também na Coréia do Sul. O ataque começou no sábado, derrubando os sites da Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos (FTC) e o Departamento de Transporte dos Estados Unidos (DOT). O US Bankcorp, sexto maior banco comercial do país, também foi atingido.
Os ataques também foram direcionados para serviços do Google, Yahoo e Amazon. Os ataques contra o Google não duraram muito, mas se levar em consideração que o conteúdo da empresa responde por 5% de todo o tráfego de internet, tem-se uma ideia melhor da gravidade da situação. O chefe de tecnologia da empresa de segurança Prolexic Technologies, Paul Slop, comanda de perto uma equipe de 30 engenheiros que se dedicam em tempo integral ao estudo do problema. “Construímos um banco de dados sobre reputação de endereços IP e temos registro de cerca de 4 milhões de computadores infectados. É surpreendente a quantidade de botnets e a facilidade com que cria novos”, afirma.
Os maiores tendências do ataque, de acordo com observações da Prolexic, é com que eles se pareçam cada vez mais com tráfego legítmo de internet. Em vez de criar um grande pico de tráfego que costuma indicar o início de um ataque, ele começa a subir vagarosamente por meio do escalonamento da ação dos diversos bots. Os bots, por sua vez, variam no estilo de ataque, tornando a tarefa de separar ataques de usuários reais um verdadeiro desafio. (Fonte: C Cso)


São Paulo / SP
Internet pela rede elétrica enfrenta obstáculos
A oferta de acesso à internet pela rede de eletricidade pode acabar não se tornando realidade no Brasil por causa de exigências impostas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), dizem empresas interessadas em explorar esse serviço. Mesmo as distribuidoras mais adiantadas na tecnologia temem que não seja viável se lançar no negócio porque não querem correr o risco de serem obrigadas a ceder sua rede para uma outra empresa, fora do próprio grupo. O uso da rede elétrica para o tráfego de internet é considerado uma ferramenta importante para disseminar o acesso à banda larga no Brasil. Isso porque a rede das distribuidoras de energia é bem maior do que a malha de operadoras de telefonia e de TV a cabo e atinge parte expressiva do território brasileiro.
O problema apontado pelas empresas está na regra aprovada pela Aneel no ano passado, ao regulamentar a exploração dessa tecnologia. Ela estabelece que as distribuidoras de energia terão de fazer uma concorrência pública para escolher, pelo menor preço, a empresa de telecomunicações que prestará o serviço. Assim, mesmo que a distribuidora tenha uma subsidiária específica para a banda larga elétrica, esta terá de concorrer com os demais interessados, em igualdade de condições, para ter o direito de usar sua rede. Para Orlando Cesar Oliveira, diretor da Copel Telecom, braço da banda larga da Companhia Paranaense de Energia (Copel), a legislação da Aneel está fortalecendo o monopólio das redes nas mãos das grandes empresas de telecomunicações. Ele explica que há hoje três tecnologias para conexão em banda larga: pela rede das empresas de telefonia, pelos cabos das operadoras de TV paga e pela rede elétrica (Power Line Communication-PLC). Nas duas primeiras, as redes são usadas para oferecer serviços de internet, sem necessidade de licitação.
Oliveira alerta para a possibilidade de que, numa concorrência pública para o uso de sua rede pelo critério do menor preço, uma grande empresa de telecomunicações vença a disputa apenas com o objetivo de preservar mercado, sem necessariamente oferecer os serviços. O diretor da Aneel Edvaldo Santana defende as exigências incluídas pela agência no regulamento da tecnologia. Segundo ele, fazer licitação para escolher quem presta o serviço de PLC é uma maneira de garantir o menor preço aos clientes dessa nova tecnologia de banda larga. Mas deu sinais de que a agência está disposta a dialogar caso haja frustração dos investimentos em PLC por causa da regulamentação. (Agência Estado)


Nova Iorque / EUA
David Gurle assume comando de divisão corporativa da Skype
De olho no mercado corporativo, a empresa de comunicações Skype contratou David Gurle para ocupar os cargo de diretor-geral e vice-presidente da divisão Skype for Business. O executivo substituirá Stefan Oberg, que deixa a companhia em março. Gurle possui mais de 17 anos de experiência no mercado de telecomunicações e tecnologia de colaboração. Ele começou na Skype no início de janeiro e se reporta a Josh Silverman, presidente da Skype. Antes de ingressar na companhia, atuou na Thomson Reuters e na Microsoft, onde supervisionou o desenvolvimento de produtos de colaboração da empresa, incluindo NetMeeting, Windows Messenger, Exchange IM e Exchange.


Nova Iorque / EUA
Juniper confirma ter sido alvo de ataque após anúncio do Google
A fabricante de equipamentos de rede Juniper Networks informou nesta sexta-feira que foi um dos alvos do ataque cibernético na China, revelado primeiramente pelo Google, que agora ameaça deixar o país. "A Juniper Networks recentemente descobriu e está investigando um incidente de segurança envolvendo um ataque sofisticado diretamente contra uma série de empresas", disse a porta-voz da Juniper Amy Lee em comunicado. O Google, gigante de buscas online, ameaçou sair da China após os ataques. Especialistas afirmam que mais de 30 empresas foram vítimas dos ataques que teriam sido desferidos graças a uma falha no navegador Internet Explorer, da Microsoft. (Agência Reuters)


__________________________
LOGISTICA & INFRAESTRUTURA


Tóquio / Japão
JAL acerta parceria com Delta Air Lines
A Japan Airlines concordou em formar uma aliança com a Delta Air Lines o que implica que a JAL vai aderir ao grupo SkyTeam de empresas aéreas, desistindo de sua parceria com a Oneworld, publicou um jornal japonês, no sábado dia 16/1. A JAL e a Delta acertaram o acordo em Tóquio na sexta-feira, dia 15/1, informou o jornal Yomiuri, e planejam completar a troca de alianças até abril de 2011. Enquanto a JAL rumava para a concordata, Delta e American Airlines vinham cortejando a aérea japonesa com ofertas rivais de apoio financeiro, interessadas em ganhar acesso a rotas de mercados emergentes asiáticos em rápido crescimento e em terem presença mais forte no Japão.O fundo estatal Enterprise Turnaround Initiative Corp of Japan (Etic) estimou que uma aliança com a Delta daria à JAL um benefício anual de 17,2 milhões de ienes, três vezes mais do que laços ampliados com a American poderiam oferecer.A Delta vai continuar discutindo com o Etic quanto terá que investir na JAL, segundo o Yomiuri. As duas companhias vão pedir imunidade contra regras de defesa da concorrência dos Estados Unidos até meados de fevereiro, informa o jornal. (Agencia Reuters)


_________________
TELECOM & ENERGIA

Da redação – Brasília / DF
Teles serão obrigadas a desbloquear celulares
A Anatel - Agência Nacional de Telecomunicações - quer obrigar as teles móveis a cumprirem as normas que já determinam o desbloqueio de telefones, independentemente da existência de contratos de fidelização na compra de aparelhos subsidiados pela operadora. Hoje, a maior parte das companhias vende telefones subsidiados. Segundo a agência, elas "prendem" os clientes em contratos que preveem multas caso eles cancelem o serviço antes de um ano. Ainda segundo a agência, justamente por isso, haveria uma resistência das teles ao desbloqueio desses aparelhos, que, uma vez destravados, poderiam funcionar com chips de outras operadoras, gerando receita para a concorrência. O assunto entrou na pauta de discussão dos conselheiros da Anatel no fim do ano passado e só deve ser retomado no próximo dia 28, quando retorna das férias o presidente da agência, Ronaldo Sardenberg.
Caso o conselho aprove as novas normas, a agência enviará uma súmula ao "Diário Oficial da União" e, imediatamente após sua publicação, as operadoras ficarão obrigadas a desbloquear qualquer celular a pedido do cliente, sem custos. "O desbloqueio é um direito do cliente", diz a conselheira Emilia Ribeiro, relatora do processo. "As operadoras não podem bloquear aparelhos como contrapartida à concessão do subsídios aos telefones." Para ela, isso já estava previsto no Regulamento do Serviço Móvel Pessoal, mas houve uma polêmica em torno do caso quando, em janeiro de 2008, a Oi enviou à Anatel uma reclamação formal, exigindo que a concorrência cumprisse as regras e fizesse o desbloqueio. A Oi é a única operadora no país cujo modelo de negócio está baseado na venda do chip, e não na da linha com aparelho subsidiado. Vivo, TIM e Claro também passaram a vender chips avulsos, mas, até o momento, ainda centram suas receitas na venda dos aparelhos.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Vivo informa que vende celulares bloqueados e desbloqueados e faz o desbloqueio, sem custo, para os clientes "fidelizados". A Claro diz que destrava gratuitamente os aparelhos a pedido do cliente. A TIM deu um passo além e anunciou que venderá telefones desbloqueados de fábrica a partir de fevereiro. O diretor de marketing, Rogério Takayanagi, anunciou que os pedidos já foram feitos e os modelos destravados chegarão gradativamente. "Apesar disso, nossas próprias lojas continuarão desbloqueando, caso o cliente solicite", disse. "Isso não significa que ele romperá o contrato de fidelização," diz. (Fonte: Assessoria de imprensa Anatel e Agência Brasil)


________________
MERCADO DE LUXO


Da redação – Rio de Janeiro / RJ
No mercado carioca grifes vendem quase R$ 1 bilhão
O mundo da moda do Rio de Janeiro viveu uma semana de guerra industrial entre duas grandes estrelas do setor: Paulo Borges e Eloysa Simão. Borges preside a Luminosidade e é o atual organizador do Fashion Rio e do Rio-à-Porter. Ex-organizadora dos desfiles, Eloysa Simão, controladora da Dupla Assessoria, ficou à frente da dissidente Fashion Business, a primeira feira de negócios do setor na cidade e que se separou do evento principal. Mas o resultado não poderia ter sido melhor. Juntos, os dois eventos totalizaram quase R$ 1 bilhão em vendas, enquanto, no ano passado, os negócios fechados somaram R$ 376 milhões. Apesar dos dois organizadores dizerem que a separação só fez bem para o setor, eles não deixaram de se alfinetar enquanto divulgavam os resultados. Eloysa Simão disse que, neste ano, teve a liberdade de fazer pelo evento tudo que não conseguiu antes - segundo ela, a Fashion Business faturou R$ 413 milhões, bem acima do previsto, que era de R$ 350 milhões. Paulo Borges afirmou que seu evento, o Rio-à-Porter, realizado pela primeira vez junto com o Fashion Rio, mostrou as marcas mais importantes da cidade.
Rusgas de lado, o setor nunca vendeu tanto quando nesta temporada. Para Eloysa Simão, isso é resultado de um trabalho contínuo. Essa foi a 15ª edição do Fashion Business, que começou como uma pequena feira de 80 expositores atrelada ao Fashion Rio em 2003. O fracasso da primeira edição fez com que a segunda só tivesse 40. Mas, na edição de janeiro de 2009, já eram 150 e, este ano, vieram 220 grifes só no evento realizado na Marina da Glória, a cinco quilômetros do Cais do Porto, onde foram realizados os desfiles. Além disso, este ano, a feira teve um setor separado para as empresas de joias e bijuterias e para os fornecedores de serviços de instalação das lojas, o que ampliou o leque de interesse. Segundo a organizadora, isso fez com que 19 mil compradores viessem ao evento. A Fecomércio, patrocinadora do Fashion Business, também montou caravanas do interior do Estado do Rio de Janeiro. Mas os compradores do Norte e do Nordeste do país foram os responsáveis pelo maior volume. Grifes como Botswana, Maria Filó, Lucidez e Vivaz bateram suas cotas de vendas nos dois primeiros dias do evento. Com isso, os organizadores do Fashion Business sonham alto e prometem realizar quatro eventos na cidade, dois menores com as prévias do outono-inverno e alto-verão e os dois já tradicionais.


------------------------------
EXPEDIENTE:
REDAÇÃO - Rua Menezes Paredes, 124 – Nonoai – CEP 90830-070 – Porto Alegre/RS – Tels.: +55 51 3276.2143 – E-mail: redacaoipressbiz@gmail.com * Editora-chefe Kátya Desessards – katya.desessards@gmail.com * Editora Letícia Vargas Tel.: +55 51 8206.7350 * Repórter Caren Martins Oliveira - Revisora Lúcia Iná Sá d’Oliveira -professoraluciaina@gmail.com * Fotógrafo Nilton Santolin - www.niltonsanolin.com.br * Sucursal São Paulo/SP Ana Díaz Monteiro – Editora Assistente * Sucursal Brasília/DF Marco Aurélio Reis – Repórter * Sucursal Rio de Janeiro/RJ Luiz A. Mascarenhas – Repórter * Sucursal Internacional Lisboa/Portugal Maria João Souto Freitas – Correspondente * EMPRESAS PARCEIRAS Pezco Consultoria & Pesquisa (www.pezco.com.br) / PRNewswire Brasil (www.prnewswire.com.br) * DEPARTAMENTO COMERCIAL Flávia Pereira Neto – Executiva de Conta – Cel.: +55 51 9136.2404


i-press.biz - Direitos autorais e comerciais reservados.
É proibida a reprodução, total ou parcial, distribuição ou disponibilização pública, por qualquer meio ou processo, sem autorização expressa. A violação dos direitos autorais é punível como crime (art. 184 e parágrafos, do Código Penal) com pena de prisão e multa; conjuntamente com busca e apreensão e indenizações diversas (arts. 105, 108 e incisos da Lei 9.610, de 19.2.98, Lei dos Direitos Autorais). i-press.biz - Copyright © 2008/2009 - Todos os direitos reservados