Kátya Desessards
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NOTÍCIAS
Vendas de CDs e DVDs continuam em queda
O número de pessoas que compram CDs e DVDs regularmente, caiu pelo quarto ano seguido, de acordo com um levantamento realizado no Reino Unido pelo instituto de pesquisas Verdict. As vendas foram prejudicadas pelo aumento do número de downloads ilegais, pela falta de grandes títulos no ano passado e pelo aumento da competição no segmento de games. O percentual de consumidores que compram CDs regularmente caiu de 48,8% para 43,2% em um ano, com destaque para a faixa entre 15 e 24 anos, que cada vez mais utiliza a internet para downloads pagos ou não. O mercado britânico de música viu no ano passado o colapso de várias redes especializadas, como MusicZone, MVC, Fopp e Andy's Records. Atualmente, HMV, Tesco e Amazon são os maiores players do setor.
BNDES tem R$ 8 bi para recuperação de estradas
Com juros baixos e prazos mais longos para pagamento, o BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico -, é a principal fonte dos planos de financiamento das concessionárias brasileiras para obras de recuperação do sistema rodoviário nacional. E não é de hoje. Desde 1995, quando começou o programa federal de concessões de rodovias, até agora, o BNDES já desembolsou cerca de R$ 3 bilhões em 39 operações de crédito, beneficiando quatro concessionárias do programa federal, 24 dos programas estaduais (ES, SP, PR, SC e RS), e um concessionário no município do Rio de Janeiro. A expectativa de participação nos novos programas de concessão, a partir de 2008 - na segunda etapa dos projetos federais, que foi a leilão em outubro do ano passado, e na segunda etapa do Estado de São Paulo, cujo edital está em preparação - deve levar o banco a desembolsar mais R$ 4,9 bilhões nos próximos seis anos. "O BNDES tem um volume de recursos da ordem de R$ 8 bilhões para participação na modalidade financeira aos investimentos dos concessionários vencedores (Finem), ao longo de todo o prazo de concessão, que é de 30 anos. Isso não quer dizer que vamos participar de tudo; apenas da primeira etapa e em 60% do total dos projetos. Mas o banco possui hoje as melhores condições de crédito para investimentos de infra-estrutura, com uma taxa de juros composta por TJLP de 1,3% ao ano, mais a remuneração básica", explica Dalmo Marchetti, gerente da área de logística da instituição. Segundo ele, algumas concessionárias que ganharam as concessões federais, já deram entrada junto ao banco nos projetos de investimentos, mas a operação de crédito ainda está em desenvolvimento. "Por enquanto, não saiu nada."
B2W amplia vendas brutas em 39% no trimestre
A B2W, companhia formada pela fusão de Americanas.com e Submarino, declarou que no segundo trimestre do ano, suas receitas brutas cresceram 39% na comparação com o mesmo período de 2007, para R$ 1,03 bilhão. O lucro bruto avançou 40% na mesma base de comparação, atingindo a marca de R$ 218,9 milhões, com margem bruta de 30,3%. Já o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) subiu 50% sobre o segundo trimestre de 2008, para R$ 104,5 milhões. Outro ponto destacado pela empresa foi à divisão financeira Submarino Finance, que ultrapassou a marca de 300 mil cartões emitidos e respondeu por 17% das vendas do site Submarino.
Governo quer reduzir tempo de navios em portos brasileiros
Se depender dos sistemas de informática, a meta do Serpro - Serviço Federal de Processamento de Dados - é reduzir de cinco, para um dia, o tempo médio de permanência de navios nos portos brasileiros. Para isso, o Serpro está redesenhando os sistemas que atendem à área e aos órgãos governamentais envolvidos com a atividade de comércio exterior. Essa reestruturação na área do comércio exterior é um dos macroprocessos iniciados no ano passado pela empresa, ligada ao Ministério da Fazenda, e que deverão entrar em funcionamento a partir de janeiro do próximo ano. O redesenho envolve a unificação e o aperfeiçoamento dos sistemas já existentes que servem para controle tributário, de segurança e sanitário das importações e exportações. "Todos os nossos 'macroprocessos' precisam funcionar a partir do ano que vem. Não vamos refazer tudo. Alguns sistemas serão integrados, outros adaptados, mas, a partir do ano que vem, já temos que ter resultados", enfatizou o diretor-presidente do Serpro, Marcos Mazoni. Atualmente, para chegar com uma carga no Brasil, um navio passa por cinco sistemas de informações diferentes. Três deles são administrados pelo Serpro: Siscomex - Sistema Integrado de Comércio Exterior -, o sistema da Anvisa -Agência Nacional de Vigilância Sanitária - e o sistema da Marinha Mercante. Além disso, existe o sistema do próprio porto e os sistemas estaduais, no caso dos portos de gestão pública.
Vendas da Gap caem 11% em julho
Mais um mês horrível para a americana Gap, maior varejista de vestuário do mundo. A empresa teve em julho uma queda de 11% nas vendas em lojas abertas há mais de 12 meses, devido às liquidações de verão realizadas para abrir espaço às coleções de outono/inverno. O resultado ficou abaixo das projeções do mercado financeiro, que esperava uma queda de 7% nas receitas em mesmas lojas.
Santos fecha semestre com baixa de 4,1%
O porto de Santos, após quase duas décadas de expansão no movimento de cargas, pode fechar 2008 com uma amarga queda, provocada pela redução nas exportações. O movimento de cargas no primeiro semestre, quando comparado com o mesmo período do ano passado, é 4,1% menor. Nos primeiros seis meses foram movimentadas 37,3 milhões de toneladas. O acumulado dos últimos 12 meses, de 79,2 milhões de toneladas, fica 1,1% aquém do total do ano passado, quando Santos cresceu 5,9%. O último resultado negativo tinha sido registrado em 1991, quando houve uma queda de 2,3% e o porto operou o equivalente a 28,4 milhões de toneladas. Considerado um ano ruim para a balança comercial.
Consumidor classe C gasta R$ 252 por compra na web
Uma pesquisa desenvolvida pela e-bit mostra que os consumidores classe C que compram produtos via internet, têm idade média de 35 anos e gastam em média R$ 252 em cada transação on-line. Segundo os dados, no primeiro semestre de 2008, 53% dos consumidores eram mulheres, 82% possuíam renda familiar de até R$ 3 mil e os principais motivadores para a efetivação das compras online, foram os sites de busca (23%), promoção por e-mail (10%), recomendação de amigos (9%) e sites de comparação de preços (7%). Entre os produtos mais vendidos estão informática, com 13,5%; telefones celulares, com 8,7%; e produtos eletroeletrônicos, com 8,5%.
Barril encerra a semana com queda de US$ 5
Os preços do barril de petróleo fecharam a semana em forte baixa na bolsa de Nova York, perdendo cerca de US$ 5 depois da recuperação do dólar, que reduz o poder aquisitivo dos investidores que se protegem da inflação. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do Wet Texas Intermediate (designação do óleo negociado nos EUA), para entrega em setembro, fechou em baixa de US$ 4,82 em relação a cotação de quinta-feira, para US$ 115,20. Durante a sessão, o barril chegou a baixar para US$ 114,97, nível inédito desde o início de maio. Na semana, o petróleo perdeu cerca de US$ 10. Ao todo, os preços do barril caíram mais de US$ 32 em relação a seu recorde histórico (US$ 147, 27 o barril), alcançado em julho em Nova York. Em Londres, o barril de Brent para entrega em setembro baixou US$ 4,53 para USS 113,33. Na semana o barril do Brent perdeu cerca de US$ 9. "A forte recuperação do dólar pressiona os preços", explicou Ellis Eckland, analista independente sediado em Chicago. Segundo Phil Flynn (Alaron Trading), "os investidores compravam petróleo para se proteger da volatilidade dos mercados das bolsas e da queda do dólar. Agora que o dólar se recupera, já não há interesse em permanecer nos mercados petrolíferos", esclareceu. Os preços do petróleo também se vêem afetados por temores de uma queda da demanda, por causa da desaceleração econômica, que afeta os países industrializados, grandes consumidores de energia. A valorização do dólar dissuade os investidores de fora da zona do euro, que com freqüência, compram matérias-primas para proteger os valores de seus portfólios quando a moeda cai. O fortalecimento da moeda norte-americana começou a dar seus primeiros passos na quinta-feira, dia 7/8, depois de declarações do presidente o Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, sobre os riscos para o crescimento europeu que, segundo ele começam a se materializar.
Renner desenvolve ação social com campanha Mais Eu
As Lojas Renner reforça sua participação social e lança a campanha Mais Eu, com expectativa de repassar R$ 750 mil, equivalentes a 5% da venda de mercadorias comercializadas (líquida de impostos) nas 101 lojas da rede no País, entre os dias 11 e 14 de agosto. Esse montante será investido em projetos sociais que priorizam a inserção da mulher no mercado de trabalho. A escolha da causa para o investimento social da empresa foi definida com o apoio do Idis - Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social. Além de colaboradores e lideranças da Renner, mais de 10 mil clientes, entre 15 de fevereiro e 05 de março de 2007, responderam a uma pesquisa colocada no site da Renner e ajudaram e definir a causa a ser apoiada. Para 2008, a previsão de investimento total em ações com foco social da Renner é de R$ 2,5 milhões, mais do que o dobro do valor investido no ano passado.
Simpósio Nacional do Morango debate tecnologias e controle de pragas
As tecnologias utilizadas na cultura do morango, o Sistema de Produção Integrada e o controle de pragas serão apresentados no 4º Simpósio Nacional do Morango, que será realizado no período de 12 a 14 de agosto, em Pelotas/RS. Participam do evento produtores, técnicos, extensionistas, consultores, professores e estudantes. Na programação, os visitantes também poderão conferir pôsteres de trabalhos científicos com resultados de pesquisas com a cultura do morango no Brasil e no exterior. Entre os temas abordados estão melhoramento genético, produção de mudas, aspectos fitossanitários, qualidade de frutos, oportunidades e mercados. O simpósio será realizado pela Embrapa Clima Temperado, em parceria com o Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento -, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo.
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ÍNDICES ECONÔMICOS
IPCA cai para 0,53% e põe em debate a alta de juro
Após quatro meses de disparada de preços, os alimentos, protagonistas da alta inflacionária desde o segundo semestre do ano passado, começaram a dar sinais em julho de que os reajustes estão perdendo fôlego. O IPCA, indicador que serve de referência para a meta de inflação, registrou alta de 0,53% no mês, bem abaixo do 0,74% de junho. A inflação dos alimentos caiu à metade (1,05%, ante 2,11% do mês anterior) e puxou o recuo. A avaliação da maioria dos economistas, no entanto, é de que essa involução não será suficiente para reverter a trajetória de alta nos juros.
IGP-M tem deflação na primeira prévia de agosto
A primeira prévia de agosto do IGP-M - Índice Geral de Preços ao Mercado -, registrou deflação de 0,01%. Em igual período do mês passado, o índice havia registrado alta de 1,55%. O principal fator de desaceleração foram os preços no atacado. "Os produtos mais importantes, como soja, milho e bovinos, que passaram os últimos meses com pressão intensa, estão caindo de preço", afirma Salomão Quadros, coordenador de Análises Econômicas da FGV - Fundação Getulio Vargas. A soja registrou uma taxa negativa de 8,47%. Em igual período do mês anterior, havia apresentado uma alta de 8,59%. O milho passou de 11,22% de alta na medição anterior para uma queda de 6,12%, nesta primeira prévia. Os preços no atacado, que representam 60% do índice, passaram de 1,97% na primeira prévia de julho, para uma taxa negativa de 0,24% nesta medição. No ano, a primeira leitura do IGP-M acumula alta de 8,70%, e, nos últimos 12 meses, de 13,99%. Segundo Quadros, a queda nos preços de commodities terá efeitos sobre os preços ao consumidor nos próximos meses. Nesta primeira prévia, os preços no varejo registraram alta de 0,07%, ante uma variação de 0,42% na primeira medição de julho. "As condições do mercado de commodities continuam apertadas, mas devemos entrar em um momento de descompressão nos próximos dois meses."
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MERCADO DE AÇÕES
Debêntures da Unidas iniciam negociações no Bovespa Fix
Começaram a ser negociadas em 11/08 no Bovespa Fix, Mercado de Renda Fixa da BM&FBOVESPA , as debêntures da primeira emissão, série única, da Unidas S.A., sob o código UNID-D11. A série é composta por 25 mil papéis ao preço inicial de R$ 10 mil cada, totalizando R$ 250 milhões. As debêntures receberam classificação de risco A, atribuída pela agência Fitch e, o vencimento, está previsto para 01/06/2012. O pagamento de juros será semestral, com início em 01/12/2008 e a amortização, em sete parcelas semestrais, está programada para começar em 01/06/2009. A operação tem como agente fiduciário a Pentágono S.A. DTVM, como coordenador líder o Banco Itaú BBA S.A e, como escriturador, o Banco Itaú S.A. Com o ingresso das debêntures da Unidas, o Bovespa Fix passa a listar 160 séries, que representam R$ 112,7 bilhões.
Mercados - O mercado à vista respondeu por 93,4% do volume financeiro total em julho, seguido pelo mercado de opções, com 2,7%, e pelo a termo, com 3,9%, ante 93,2%, 2,7% e 4,1%, respectivamente, em junho de 2008. O After Market movimentou R$ 731.003.236,02 em 74.270 negócios, ante R$ 683.510.393,22 e 71.305 transações no período anterior.
Ibovespa - O Ibovespa encerrou o mês de julho com baixa de 8,4%, a 59.505 pontos. As ações que atingiram as maiores altas foram: Natura ON (+14,13%); Lojas Americanas PN (+13,33%); Embraer ON (+12,00%); Cosan ON (+11,16%); e Light S.A. ON (+8,70%). No mesmo período, as maiores baixas foram registradas pelas ações: Petrobras PN (-22,31%); Petrobras ON (-22,16%); Bradespar PN (-18,55%); Vale R Doce ON (-17,53%); e Duratex PN (-16,29%).
Outros índices - Além do Ibovespa os seguintes índices encerraram o mês de julho em baixa: IBrX-50 (-11,5% a 8.662 pontos); IBrX-100 (-10,7% a 19.366 pontos); ISE (-8,2% a 1.863 pontos); ITEL (-3,5% a 1.209 pontos); INDX (-7,9% a 9.750 pontos); IVBX-2 (-2,8% a 5.170 pontos); IGC (-6,0% a 5.978 pontos); e ITAG (-3,6% a 7.680 pontos). O IEE manteve a marca do final de junho, a 19.167 pontos.
Empréstimos de ações - No Banco de Títulos da CBLC (BTC), o volume financeiro das operações com empréstimos de ações alcançou R$ 32,52 bilhões em julho, ante R$ 37,66 bilhões em junho. Foram realizadas 56.759 operações, ante 55.842 no mês anterior, que envolveram 255 ativos, o mesmo número verificado em junho.
Renda Fixa - Em julho, três debêntures e um FIDC - Fundo de Investimento em Direitos Creditórios -, iniciaram negociação nos mercados de renda fixa da Bolsa. O volume financeiro do mercado secundário totalizou R$ 118.865.442,53, ante R$ 13.172.407,31 em junho, somados os negócios no Bovespa Fix e Soma Fix. Desse total, R$ 33.339.577,73 referem-se a FIDC e R$ 85.525.864,80 a debêntures.
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ANÁLISE SETORIAL
Mortalidade de empresas é maior no mundo virtual
As mesmas dificuldades que o micro e pequeno empresário encontram no seu dia-a-dia, para a manutenção de suas empresas, existem no meio virtual. Levantamentos da Camara-e.net - Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico -, revelam que 33,3% das lojas e empresas on-line encerram suas atividades antes de completarem o segundo ano de operação. O índice de mortalidade virtual é 8.3% acima da taxa calculada pelo Sebrae - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - para o comércio tradicional no país, que é de 25%. Em ambos os casos, o elevado grau de mortalidade se deve à baixa informação e profissionalismo, bem como, a uma superficial pesquisa de mercado antes do lançamento do negócio. A câmara ainda associa o resultado à deficiência de know how tecnológico ou conhecimento das especificidades do comércio eletrônico. "Muitos empresários ampliam seus negócios para a Internet, acreditando que irão vender para todo o planeta em um único click, mas, a Internet, deve ser vista tão-somente como uma extensão do seu negócio físico", analisa o especialista em comércio virtual, Cid Torquato. As fraudes virtuais e os mecanismos de análises de crédito, na opinião do especialista, são informações estratégicas que não chegam ao conhecimento do pequeno empreendedor. "Poucos sabem, mas as fraudes são maiores para o vendedor do que para aquele que compra uma mercadoria pela Internet. Muita gente faz uso de cartão de crédito clonado para adquirir produtos, e somente as grandes empresas do segmento virtual sabem diferenciar uma compra legal de uma fraude. Daí porque o mercado virtual é tão concentrado", completou Torquato. De acordo com Gastão Matos, consultor da Camara-e.net para o Comitê de varejo on-line, um estudo sobre as melhores práticas para lojas virtuais será lançado até o segundo semestre. A pesquisa vai procurar esclarecer o caminho crítico do empreendedor on-line para o sucesso. Temas como segurança, usabilidade, divulgação, meios de pagamento, riscos, entre outros farão parte do estudo.Apenas 20 das 15 mil lojas do comércio eletrônico nacional concentram 85% do faturamento, estimado em R$ 10 bilhões esse ano segundo a Camara-e.net. A pouca informação é o maior obstáculo para o pequeno e médio empresário ingressar no comércio virtual, explica o especialista do setor, Cid Torquato.
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MERCADO FINANCEIRO
Unibanco amplia oferta de serviços financeiros no varejo
O Unibanco, em parceria com o Walmart, começa a usar sua bandeira de cartões Hipercard como uma plataforma de distribuição de seus serviços financeiros. O banco funciona como uma espécie de mini-agência dentro de 30 lojas da varejista, oferecendo conta corrente, empréstimo pessoal, seguro e pagamento de boletos. Em 2004, quando a rede nordestina de supermercados Bompreço foi vendida pelos holandeses da Ahold, o Walmart ficou com a operação de varejo e, o Unibanco, com a Hipercard, a administradora de cartões. A varejista se comprometeu a não fazer concorrência com o banco ao mesmo tempo em que a instituição financeira, se encarregaria de oferecer crédito a seus clientes. Agora, eles se unem em uma parceria para ampliar os serviços ofertados. Para o Unibanco, essa foi a forma encontrada de usar sua bem-sucedida plataforma de cartões de crédito para atingir uma população pouco bancarizada. O Hipercard tem hoje 8,8 milhões de cartões emitidos. A Hipercard funciona como um correspondente bancário do Unibanco, que faz o pagamento de contas, por exemplo. Outras empresas do grupo também realizam a distribuição de seus produtos: a Fininvest, com o empréstimo pessoal, e a AIG, com os seguros. Por enquanto, a conta corrente que está sendo testada pela Hipercard, cobra uma tarifa de R$ 9,5 por mês e oferece um pacote de serviços, como cheque especial. Não é exigido um depósito inicial, mas pede-se uma renda mínima de R$ 400. Para atrair novos clientes, o Hipercard também está criando cursos de finanças pessoais.
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CURIOSIDADE
Raridade para colecionadores
Especializada em leilões de carros antigos, a RM Auctions, vendeu no seu último leilão realizado em maio... e só divulgado agora, uma verdadeira raridade: a Ferrari 250 GT, de 1961. A preciosidade foi arrebatada por US$ 11 milhões. No dia 15 de agosto a empresa se prepara para leiloar outra maravilha sobre rodas. Para delírio dos aficionados por carros, diversas Ferraris, das décadas de 60 e 70, estarão no páreo... duríssimo. Quem se aventurar a dar seus lances, poderá encontrar uma 365 GTB/4 Daytona Spider, de 1973. Para quem não sabe este modelo foi a sensação na época, pois fugiu das linhas de design tradicionais da Ferrari. O modelo já sai com preço mínimo de US$ 1,8 milhão. Para os interessados com sentimento retro, a colunista manda o site para conhecerem as belezinhas: www.rmauctions.com.
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OBSERVATÓRIO
O E-Press.biz Economia & Mercado, tem a seção - Observatório - para a livre exposição de seus leitores e das assessorias de imprensa.
Empresa mantém índice de 90% de fidelização
A Interage, especialista em segurança da informação e gestão de riscos, comemora os resultados obtidos no primeiro semestre com os altos níveis de retenção de clientes: cerca de 90% dos usuários renovaram por mais um ano os serviços de Update e Upgrade do GatePro, solução líder no mercado de Segurança da Informação da região Sul, implementada pela Interage e seus parceiros de negócios em mais de 650 corporações de diferentes segmentos e portes.Entre os clientes que renovaram as licenças estão nomes de grande porte como: Cotrimaio, Intelimed, Bibi Calçados, BS Bios, Colégio Anchieta, Pactum e Serdil. Os updates e upgrades são feitos de acordo com as melhorias e atualizações dos 11 módulos que compõem o GatePro, mantendo o nível elevado dos serviços sem interrupção dos negócios. Segundo o diretor executivo da Interage, Ricardo Roese, as atualizações são feitas para atender ao próprio mercado: "Com os avanços tecnológicos temos uma demanda muito rápida por atualizações, principalmente quando a questão é segurança" afirma. Estimativas apontam que mais de 10 mil computadores são invadidos por dia no mundo todo, com o desenvolvimento de novos códigos maliciosos e furtivos, que buscam desativar medidas de segurança. Para Roese, esses dados são a prova de que upgrades e updates são essenciais quando o assunto é proteção: "Nosso índice de retenção é alto porque a necessidade de segurança também é. Por isso, buscamos prestar suporte com tempo mínimo de resposta, criando uma relação de confiança com nossos clientes" finaliza. Através de uma única interface web, em português, o Firewall GatePro oferece um conjunto de funcionalidades como: Firewall, Controles de Acesso à Internet, de Aplicações P2P (MSN, Live, etc), de Banda / Tráfego (QoS), Redes Privativas Virtuais (VPNs), Detecção de Invasão (IDS/IPS), Alta Disponibilidade de Hardware, Redundância de Links e Balanceamento de Serviços e Antivírus/Anti-spam .Interage - Fundada em Porto Alegre no ano de 1993, a Interage tornou-se referência de inovação no desenvolvimento de soluções corporativas para as áreas de Segurança da Informação e Gestão de Riscos. Robustez, disponibilidade, redução de custos e segurança são os benefícios que norteiam a construção de um produto Interage. Portanto, se a sua empresa precisa transformar informações em uma poderosa arma competitiva, esta é a escolha definitiva.
(FONTE: Assessoria de Imprensa da Interage)
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NOTÍCIAS
Vendas de CDs e DVDs continuam em queda
O número de pessoas que compram CDs e DVDs regularmente, caiu pelo quarto ano seguido, de acordo com um levantamento realizado no Reino Unido pelo instituto de pesquisas Verdict. As vendas foram prejudicadas pelo aumento do número de downloads ilegais, pela falta de grandes títulos no ano passado e pelo aumento da competição no segmento de games. O percentual de consumidores que compram CDs regularmente caiu de 48,8% para 43,2% em um ano, com destaque para a faixa entre 15 e 24 anos, que cada vez mais utiliza a internet para downloads pagos ou não. O mercado britânico de música viu no ano passado o colapso de várias redes especializadas, como MusicZone, MVC, Fopp e Andy's Records. Atualmente, HMV, Tesco e Amazon são os maiores players do setor.
BNDES tem R$ 8 bi para recuperação de estradas
Com juros baixos e prazos mais longos para pagamento, o BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico -, é a principal fonte dos planos de financiamento das concessionárias brasileiras para obras de recuperação do sistema rodoviário nacional. E não é de hoje. Desde 1995, quando começou o programa federal de concessões de rodovias, até agora, o BNDES já desembolsou cerca de R$ 3 bilhões em 39 operações de crédito, beneficiando quatro concessionárias do programa federal, 24 dos programas estaduais (ES, SP, PR, SC e RS), e um concessionário no município do Rio de Janeiro. A expectativa de participação nos novos programas de concessão, a partir de 2008 - na segunda etapa dos projetos federais, que foi a leilão em outubro do ano passado, e na segunda etapa do Estado de São Paulo, cujo edital está em preparação - deve levar o banco a desembolsar mais R$ 4,9 bilhões nos próximos seis anos. "O BNDES tem um volume de recursos da ordem de R$ 8 bilhões para participação na modalidade financeira aos investimentos dos concessionários vencedores (Finem), ao longo de todo o prazo de concessão, que é de 30 anos. Isso não quer dizer que vamos participar de tudo; apenas da primeira etapa e em 60% do total dos projetos. Mas o banco possui hoje as melhores condições de crédito para investimentos de infra-estrutura, com uma taxa de juros composta por TJLP de 1,3% ao ano, mais a remuneração básica", explica Dalmo Marchetti, gerente da área de logística da instituição. Segundo ele, algumas concessionárias que ganharam as concessões federais, já deram entrada junto ao banco nos projetos de investimentos, mas a operação de crédito ainda está em desenvolvimento. "Por enquanto, não saiu nada."
B2W amplia vendas brutas em 39% no trimestre
A B2W, companhia formada pela fusão de Americanas.com e Submarino, declarou que no segundo trimestre do ano, suas receitas brutas cresceram 39% na comparação com o mesmo período de 2007, para R$ 1,03 bilhão. O lucro bruto avançou 40% na mesma base de comparação, atingindo a marca de R$ 218,9 milhões, com margem bruta de 30,3%. Já o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) subiu 50% sobre o segundo trimestre de 2008, para R$ 104,5 milhões. Outro ponto destacado pela empresa foi à divisão financeira Submarino Finance, que ultrapassou a marca de 300 mil cartões emitidos e respondeu por 17% das vendas do site Submarino.
Governo quer reduzir tempo de navios em portos brasileiros
Se depender dos sistemas de informática, a meta do Serpro - Serviço Federal de Processamento de Dados - é reduzir de cinco, para um dia, o tempo médio de permanência de navios nos portos brasileiros. Para isso, o Serpro está redesenhando os sistemas que atendem à área e aos órgãos governamentais envolvidos com a atividade de comércio exterior. Essa reestruturação na área do comércio exterior é um dos macroprocessos iniciados no ano passado pela empresa, ligada ao Ministério da Fazenda, e que deverão entrar em funcionamento a partir de janeiro do próximo ano. O redesenho envolve a unificação e o aperfeiçoamento dos sistemas já existentes que servem para controle tributário, de segurança e sanitário das importações e exportações. "Todos os nossos 'macroprocessos' precisam funcionar a partir do ano que vem. Não vamos refazer tudo. Alguns sistemas serão integrados, outros adaptados, mas, a partir do ano que vem, já temos que ter resultados", enfatizou o diretor-presidente do Serpro, Marcos Mazoni. Atualmente, para chegar com uma carga no Brasil, um navio passa por cinco sistemas de informações diferentes. Três deles são administrados pelo Serpro: Siscomex - Sistema Integrado de Comércio Exterior -, o sistema da Anvisa -Agência Nacional de Vigilância Sanitária - e o sistema da Marinha Mercante. Além disso, existe o sistema do próprio porto e os sistemas estaduais, no caso dos portos de gestão pública.
Vendas da Gap caem 11% em julho
Mais um mês horrível para a americana Gap, maior varejista de vestuário do mundo. A empresa teve em julho uma queda de 11% nas vendas em lojas abertas há mais de 12 meses, devido às liquidações de verão realizadas para abrir espaço às coleções de outono/inverno. O resultado ficou abaixo das projeções do mercado financeiro, que esperava uma queda de 7% nas receitas em mesmas lojas.
Santos fecha semestre com baixa de 4,1%
O porto de Santos, após quase duas décadas de expansão no movimento de cargas, pode fechar 2008 com uma amarga queda, provocada pela redução nas exportações. O movimento de cargas no primeiro semestre, quando comparado com o mesmo período do ano passado, é 4,1% menor. Nos primeiros seis meses foram movimentadas 37,3 milhões de toneladas. O acumulado dos últimos 12 meses, de 79,2 milhões de toneladas, fica 1,1% aquém do total do ano passado, quando Santos cresceu 5,9%. O último resultado negativo tinha sido registrado em 1991, quando houve uma queda de 2,3% e o porto operou o equivalente a 28,4 milhões de toneladas. Considerado um ano ruim para a balança comercial.
Consumidor classe C gasta R$ 252 por compra na web
Uma pesquisa desenvolvida pela e-bit mostra que os consumidores classe C que compram produtos via internet, têm idade média de 35 anos e gastam em média R$ 252 em cada transação on-line. Segundo os dados, no primeiro semestre de 2008, 53% dos consumidores eram mulheres, 82% possuíam renda familiar de até R$ 3 mil e os principais motivadores para a efetivação das compras online, foram os sites de busca (23%), promoção por e-mail (10%), recomendação de amigos (9%) e sites de comparação de preços (7%). Entre os produtos mais vendidos estão informática, com 13,5%; telefones celulares, com 8,7%; e produtos eletroeletrônicos, com 8,5%.
Barril encerra a semana com queda de US$ 5
Os preços do barril de petróleo fecharam a semana em forte baixa na bolsa de Nova York, perdendo cerca de US$ 5 depois da recuperação do dólar, que reduz o poder aquisitivo dos investidores que se protegem da inflação. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do Wet Texas Intermediate (designação do óleo negociado nos EUA), para entrega em setembro, fechou em baixa de US$ 4,82 em relação a cotação de quinta-feira, para US$ 115,20. Durante a sessão, o barril chegou a baixar para US$ 114,97, nível inédito desde o início de maio. Na semana, o petróleo perdeu cerca de US$ 10. Ao todo, os preços do barril caíram mais de US$ 32 em relação a seu recorde histórico (US$ 147, 27 o barril), alcançado em julho em Nova York. Em Londres, o barril de Brent para entrega em setembro baixou US$ 4,53 para USS 113,33. Na semana o barril do Brent perdeu cerca de US$ 9. "A forte recuperação do dólar pressiona os preços", explicou Ellis Eckland, analista independente sediado em Chicago. Segundo Phil Flynn (Alaron Trading), "os investidores compravam petróleo para se proteger da volatilidade dos mercados das bolsas e da queda do dólar. Agora que o dólar se recupera, já não há interesse em permanecer nos mercados petrolíferos", esclareceu. Os preços do petróleo também se vêem afetados por temores de uma queda da demanda, por causa da desaceleração econômica, que afeta os países industrializados, grandes consumidores de energia. A valorização do dólar dissuade os investidores de fora da zona do euro, que com freqüência, compram matérias-primas para proteger os valores de seus portfólios quando a moeda cai. O fortalecimento da moeda norte-americana começou a dar seus primeiros passos na quinta-feira, dia 7/8, depois de declarações do presidente o Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, sobre os riscos para o crescimento europeu que, segundo ele começam a se materializar.
Renner desenvolve ação social com campanha Mais Eu
As Lojas Renner reforça sua participação social e lança a campanha Mais Eu, com expectativa de repassar R$ 750 mil, equivalentes a 5% da venda de mercadorias comercializadas (líquida de impostos) nas 101 lojas da rede no País, entre os dias 11 e 14 de agosto. Esse montante será investido em projetos sociais que priorizam a inserção da mulher no mercado de trabalho. A escolha da causa para o investimento social da empresa foi definida com o apoio do Idis - Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social. Além de colaboradores e lideranças da Renner, mais de 10 mil clientes, entre 15 de fevereiro e 05 de março de 2007, responderam a uma pesquisa colocada no site da Renner e ajudaram e definir a causa a ser apoiada. Para 2008, a previsão de investimento total em ações com foco social da Renner é de R$ 2,5 milhões, mais do que o dobro do valor investido no ano passado.
Simpósio Nacional do Morango debate tecnologias e controle de pragas
As tecnologias utilizadas na cultura do morango, o Sistema de Produção Integrada e o controle de pragas serão apresentados no 4º Simpósio Nacional do Morango, que será realizado no período de 12 a 14 de agosto, em Pelotas/RS. Participam do evento produtores, técnicos, extensionistas, consultores, professores e estudantes. Na programação, os visitantes também poderão conferir pôsteres de trabalhos científicos com resultados de pesquisas com a cultura do morango no Brasil e no exterior. Entre os temas abordados estão melhoramento genético, produção de mudas, aspectos fitossanitários, qualidade de frutos, oportunidades e mercados. O simpósio será realizado pela Embrapa Clima Temperado, em parceria com o Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento -, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo.
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ÍNDICES ECONÔMICOS
IPCA cai para 0,53% e põe em debate a alta de juro
Após quatro meses de disparada de preços, os alimentos, protagonistas da alta inflacionária desde o segundo semestre do ano passado, começaram a dar sinais em julho de que os reajustes estão perdendo fôlego. O IPCA, indicador que serve de referência para a meta de inflação, registrou alta de 0,53% no mês, bem abaixo do 0,74% de junho. A inflação dos alimentos caiu à metade (1,05%, ante 2,11% do mês anterior) e puxou o recuo. A avaliação da maioria dos economistas, no entanto, é de que essa involução não será suficiente para reverter a trajetória de alta nos juros.
IGP-M tem deflação na primeira prévia de agosto
A primeira prévia de agosto do IGP-M - Índice Geral de Preços ao Mercado -, registrou deflação de 0,01%. Em igual período do mês passado, o índice havia registrado alta de 1,55%. O principal fator de desaceleração foram os preços no atacado. "Os produtos mais importantes, como soja, milho e bovinos, que passaram os últimos meses com pressão intensa, estão caindo de preço", afirma Salomão Quadros, coordenador de Análises Econômicas da FGV - Fundação Getulio Vargas. A soja registrou uma taxa negativa de 8,47%. Em igual período do mês anterior, havia apresentado uma alta de 8,59%. O milho passou de 11,22% de alta na medição anterior para uma queda de 6,12%, nesta primeira prévia. Os preços no atacado, que representam 60% do índice, passaram de 1,97% na primeira prévia de julho, para uma taxa negativa de 0,24% nesta medição. No ano, a primeira leitura do IGP-M acumula alta de 8,70%, e, nos últimos 12 meses, de 13,99%. Segundo Quadros, a queda nos preços de commodities terá efeitos sobre os preços ao consumidor nos próximos meses. Nesta primeira prévia, os preços no varejo registraram alta de 0,07%, ante uma variação de 0,42% na primeira medição de julho. "As condições do mercado de commodities continuam apertadas, mas devemos entrar em um momento de descompressão nos próximos dois meses."
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MERCADO DE AÇÕES
Debêntures da Unidas iniciam negociações no Bovespa Fix
Começaram a ser negociadas em 11/08 no Bovespa Fix, Mercado de Renda Fixa da BM&FBOVESPA , as debêntures da primeira emissão, série única, da Unidas S.A., sob o código UNID-D11. A série é composta por 25 mil papéis ao preço inicial de R$ 10 mil cada, totalizando R$ 250 milhões. As debêntures receberam classificação de risco A, atribuída pela agência Fitch e, o vencimento, está previsto para 01/06/2012. O pagamento de juros será semestral, com início em 01/12/2008 e a amortização, em sete parcelas semestrais, está programada para começar em 01/06/2009. A operação tem como agente fiduciário a Pentágono S.A. DTVM, como coordenador líder o Banco Itaú BBA S.A e, como escriturador, o Banco Itaú S.A. Com o ingresso das debêntures da Unidas, o Bovespa Fix passa a listar 160 séries, que representam R$ 112,7 bilhões.
Mercados - O mercado à vista respondeu por 93,4% do volume financeiro total em julho, seguido pelo mercado de opções, com 2,7%, e pelo a termo, com 3,9%, ante 93,2%, 2,7% e 4,1%, respectivamente, em junho de 2008. O After Market movimentou R$ 731.003.236,02 em 74.270 negócios, ante R$ 683.510.393,22 e 71.305 transações no período anterior.
Ibovespa - O Ibovespa encerrou o mês de julho com baixa de 8,4%, a 59.505 pontos. As ações que atingiram as maiores altas foram: Natura ON (+14,13%); Lojas Americanas PN (+13,33%); Embraer ON (+12,00%); Cosan ON (+11,16%); e Light S.A. ON (+8,70%). No mesmo período, as maiores baixas foram registradas pelas ações: Petrobras PN (-22,31%); Petrobras ON (-22,16%); Bradespar PN (-18,55%); Vale R Doce ON (-17,53%); e Duratex PN (-16,29%).
Outros índices - Além do Ibovespa os seguintes índices encerraram o mês de julho em baixa: IBrX-50 (-11,5% a 8.662 pontos); IBrX-100 (-10,7% a 19.366 pontos); ISE (-8,2% a 1.863 pontos); ITEL (-3,5% a 1.209 pontos); INDX (-7,9% a 9.750 pontos); IVBX-2 (-2,8% a 5.170 pontos); IGC (-6,0% a 5.978 pontos); e ITAG (-3,6% a 7.680 pontos). O IEE manteve a marca do final de junho, a 19.167 pontos.
Empréstimos de ações - No Banco de Títulos da CBLC (BTC), o volume financeiro das operações com empréstimos de ações alcançou R$ 32,52 bilhões em julho, ante R$ 37,66 bilhões em junho. Foram realizadas 56.759 operações, ante 55.842 no mês anterior, que envolveram 255 ativos, o mesmo número verificado em junho.
Renda Fixa - Em julho, três debêntures e um FIDC - Fundo de Investimento em Direitos Creditórios -, iniciaram negociação nos mercados de renda fixa da Bolsa. O volume financeiro do mercado secundário totalizou R$ 118.865.442,53, ante R$ 13.172.407,31 em junho, somados os negócios no Bovespa Fix e Soma Fix. Desse total, R$ 33.339.577,73 referem-se a FIDC e R$ 85.525.864,80 a debêntures.
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ANÁLISE SETORIAL
Mortalidade de empresas é maior no mundo virtual
As mesmas dificuldades que o micro e pequeno empresário encontram no seu dia-a-dia, para a manutenção de suas empresas, existem no meio virtual. Levantamentos da Camara-e.net - Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico -, revelam que 33,3% das lojas e empresas on-line encerram suas atividades antes de completarem o segundo ano de operação. O índice de mortalidade virtual é 8.3% acima da taxa calculada pelo Sebrae - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - para o comércio tradicional no país, que é de 25%. Em ambos os casos, o elevado grau de mortalidade se deve à baixa informação e profissionalismo, bem como, a uma superficial pesquisa de mercado antes do lançamento do negócio. A câmara ainda associa o resultado à deficiência de know how tecnológico ou conhecimento das especificidades do comércio eletrônico. "Muitos empresários ampliam seus negócios para a Internet, acreditando que irão vender para todo o planeta em um único click, mas, a Internet, deve ser vista tão-somente como uma extensão do seu negócio físico", analisa o especialista em comércio virtual, Cid Torquato. As fraudes virtuais e os mecanismos de análises de crédito, na opinião do especialista, são informações estratégicas que não chegam ao conhecimento do pequeno empreendedor. "Poucos sabem, mas as fraudes são maiores para o vendedor do que para aquele que compra uma mercadoria pela Internet. Muita gente faz uso de cartão de crédito clonado para adquirir produtos, e somente as grandes empresas do segmento virtual sabem diferenciar uma compra legal de uma fraude. Daí porque o mercado virtual é tão concentrado", completou Torquato. De acordo com Gastão Matos, consultor da Camara-e.net para o Comitê de varejo on-line, um estudo sobre as melhores práticas para lojas virtuais será lançado até o segundo semestre. A pesquisa vai procurar esclarecer o caminho crítico do empreendedor on-line para o sucesso. Temas como segurança, usabilidade, divulgação, meios de pagamento, riscos, entre outros farão parte do estudo.Apenas 20 das 15 mil lojas do comércio eletrônico nacional concentram 85% do faturamento, estimado em R$ 10 bilhões esse ano segundo a Camara-e.net. A pouca informação é o maior obstáculo para o pequeno e médio empresário ingressar no comércio virtual, explica o especialista do setor, Cid Torquato.
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MERCADO FINANCEIRO
Unibanco amplia oferta de serviços financeiros no varejo
O Unibanco, em parceria com o Walmart, começa a usar sua bandeira de cartões Hipercard como uma plataforma de distribuição de seus serviços financeiros. O banco funciona como uma espécie de mini-agência dentro de 30 lojas da varejista, oferecendo conta corrente, empréstimo pessoal, seguro e pagamento de boletos. Em 2004, quando a rede nordestina de supermercados Bompreço foi vendida pelos holandeses da Ahold, o Walmart ficou com a operação de varejo e, o Unibanco, com a Hipercard, a administradora de cartões. A varejista se comprometeu a não fazer concorrência com o banco ao mesmo tempo em que a instituição financeira, se encarregaria de oferecer crédito a seus clientes. Agora, eles se unem em uma parceria para ampliar os serviços ofertados. Para o Unibanco, essa foi a forma encontrada de usar sua bem-sucedida plataforma de cartões de crédito para atingir uma população pouco bancarizada. O Hipercard tem hoje 8,8 milhões de cartões emitidos. A Hipercard funciona como um correspondente bancário do Unibanco, que faz o pagamento de contas, por exemplo. Outras empresas do grupo também realizam a distribuição de seus produtos: a Fininvest, com o empréstimo pessoal, e a AIG, com os seguros. Por enquanto, a conta corrente que está sendo testada pela Hipercard, cobra uma tarifa de R$ 9,5 por mês e oferece um pacote de serviços, como cheque especial. Não é exigido um depósito inicial, mas pede-se uma renda mínima de R$ 400. Para atrair novos clientes, o Hipercard também está criando cursos de finanças pessoais.
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CURIOSIDADE
Raridade para colecionadores
Especializada em leilões de carros antigos, a RM Auctions, vendeu no seu último leilão realizado em maio... e só divulgado agora, uma verdadeira raridade: a Ferrari 250 GT, de 1961. A preciosidade foi arrebatada por US$ 11 milhões. No dia 15 de agosto a empresa se prepara para leiloar outra maravilha sobre rodas. Para delírio dos aficionados por carros, diversas Ferraris, das décadas de 60 e 70, estarão no páreo... duríssimo. Quem se aventurar a dar seus lances, poderá encontrar uma 365 GTB/4 Daytona Spider, de 1973. Para quem não sabe este modelo foi a sensação na época, pois fugiu das linhas de design tradicionais da Ferrari. O modelo já sai com preço mínimo de US$ 1,8 milhão. Para os interessados com sentimento retro, a colunista manda o site para conhecerem as belezinhas: www.rmauctions.com.
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OBSERVATÓRIO
O E-Press.biz Economia & Mercado, tem a seção - Observatório - para a livre exposição de seus leitores e das assessorias de imprensa.
Empresa mantém índice de 90% de fidelização
A Interage, especialista em segurança da informação e gestão de riscos, comemora os resultados obtidos no primeiro semestre com os altos níveis de retenção de clientes: cerca de 90% dos usuários renovaram por mais um ano os serviços de Update e Upgrade do GatePro, solução líder no mercado de Segurança da Informação da região Sul, implementada pela Interage e seus parceiros de negócios em mais de 650 corporações de diferentes segmentos e portes.Entre os clientes que renovaram as licenças estão nomes de grande porte como: Cotrimaio, Intelimed, Bibi Calçados, BS Bios, Colégio Anchieta, Pactum e Serdil. Os updates e upgrades são feitos de acordo com as melhorias e atualizações dos 11 módulos que compõem o GatePro, mantendo o nível elevado dos serviços sem interrupção dos negócios. Segundo o diretor executivo da Interage, Ricardo Roese, as atualizações são feitas para atender ao próprio mercado: "Com os avanços tecnológicos temos uma demanda muito rápida por atualizações, principalmente quando a questão é segurança" afirma. Estimativas apontam que mais de 10 mil computadores são invadidos por dia no mundo todo, com o desenvolvimento de novos códigos maliciosos e furtivos, que buscam desativar medidas de segurança. Para Roese, esses dados são a prova de que upgrades e updates são essenciais quando o assunto é proteção: "Nosso índice de retenção é alto porque a necessidade de segurança também é. Por isso, buscamos prestar suporte com tempo mínimo de resposta, criando uma relação de confiança com nossos clientes" finaliza. Através de uma única interface web, em português, o Firewall GatePro oferece um conjunto de funcionalidades como: Firewall, Controles de Acesso à Internet, de Aplicações P2P (MSN, Live, etc), de Banda / Tráfego (QoS), Redes Privativas Virtuais (VPNs), Detecção de Invasão (IDS/IPS), Alta Disponibilidade de Hardware, Redundância de Links e Balanceamento de Serviços e Antivírus/Anti-spam .Interage - Fundada em Porto Alegre no ano de 1993, a Interage tornou-se referência de inovação no desenvolvimento de soluções corporativas para as áreas de Segurança da Informação e Gestão de Riscos. Robustez, disponibilidade, redução de custos e segurança são os benefícios que norteiam a construção de um produto Interage. Portanto, se a sua empresa precisa transformar informações em uma poderosa arma competitiva, esta é a escolha definitiva.
(FONTE: Assessoria de Imprensa da Interage)
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