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Mudar, evoluir e crescer: o início

Como de diz no dito popular: "caí na real'. Consegui perceber que muitas das minhas 'visões' de mundo estavam distorcidas por uma postura 'enquadrada' em conceitos pseudo-organizantes e sem propósitos. 

Venho buscando - justamente - este propósito. 

Quero mudar tudo. Fazer as coisas diferente, mas não conseguia imaginar nada fora o bitolante conceito do... "sempre foi feito assim"... Esta frase realmente sempre me deixou muito furiosa. 

Sempre tive a certeza de que que tudo serve para alguma finalidade. Idéias, conceitos, filosofia, gestão, comunicação, marketing... tem que haver uma lógica em tudo para um fim mais digno do que a  simples luta pela carteira do consumidor. Tinha que haver um fim mais honroso, um objetivo que fosse além da miscelânea de produtos e serviços entre metas e concorrência...

O mercado tem que representar também algo mais dignificante, algo que transforme ou busque mudança. Nunca me fez sentido, colocar o casaco da cadeira e, ao invés de pensar, praticas 'exercícios' repetitivos de qualquer coisa todos os dias... 

Depois da revolução indústria isso poderia parecer lógico, mas a vontade de muitas pessoas de não deixarem as coisas evoluírem... tem levado dor, sofrimento, descaso e pobreza cultural, educacional e de horizonte, principalmente, a maioria da sociedade.

Hoje em plena era da informação, das redes sociais, da tecnologia, não faz sentido continuarmos a agir como máquinas se programação sistêmica e programada... Já temos quem faça isso para nós. 

Tudo hoje tem que fazer sentido para conseguir co-existir no universo online e na realidade do palpável.

Pessoas são o objetivo. Não coisas. Pessoas tem propósitos, ou deveriam ter. Coisas são criadas por pessoas e nunca ao contrário.

Trabalhar, ter uma profissão, fazer algo para alguém, produzir algum coisa tem que levar, necessariamente, para algo mais representativo: um propósito. 

E elevar o pensamento e as ações para este nível de 'degrau' é iniciar um processo de evolução constante e sem volta. Isso 'dói' na mente, na carne e no bolso, mas leva a felicidade de sua vida fazer sentido fora do universo individualista e recheado de selfies de propagando de margarina.