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Mostrando postagens de Setembro, 2012

Edição 776 | Ano IV

São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ
A "burrocracia" é grande e torna o Brasil um país 'difícil' de ser entendido por estrangeiros  

Há 11 meses morando no Brasil, o português Luís Gomes, 30, ficou impressionado com a burocracia em atividades quase corriqueiras no país. "Abrir uma conta bancária, alugar uma casa, tudo no Brasil é muito difícil! Não entendo o sentido de certas exigências e há impostos para tudo", diz o estrangeiro. Encontrar um trabalho foi a parte fácil. Engenheiro civil, especialista em obras estruturais como para contenção de encostas, Gomes encontrou emprego em dois meses no Brasil. Tem visto de trabalho, carteira assinada, tudo certo. Mas não pode assinar pelos seus trabalhos. Seu diploma não é reconhecido no Brasil. Apesar de seis anos e meio de formado em uma das melhores escolas de engenharia da Europa, o Instituto Superior Técnico, e chefiando obras nos Estados do Rio, São Paulo e Minas Gerais, Gomes tem que pedir a chefes e parceiros br…

Edição 775 | Ano IV

Washington / EUA
FMI alerta sobre 'efeitos indesejados' de política monetária expansionista

Os remédios contra a crise adotados pelos bancos centrais nos Estados Unidos e Europa, seja através da compra de bônus ou reduzindo as taxas de juros a um nível próximo de zero, podem ter "efeitos indesejados" enquanto não for implementada a reforma do sistema financeiro, disse o FMI nesta quarta-feira em um relatório sobre a estabilidade financeira mundial. O Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) tem flexibilizado de maneira significativa sua política monetária, principalmente através da manutenção da taxa básica de juros a um nível próximo de zero. Esta postura, somada a amplos programas de compra de dívida, "tem sido útil durante a crise", disse o Fundo Monetário Internacional (FMI) em um relatório 
sobre a estabilidade financeira mundial. Na segunda-feira, a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, reconheceu que os bancos centrais poderiam te…

Edição 774 | Ano IV

Washington / EUA Dilma diz que é "muito importante" que país retome crescimento de 4,5%
A presidente Dilma Rousseff disse na noite de ontem, dia 25/, que é muito importante que Brasil retome o crescimento acima de 4,5% e defendeu um pacto entre todos os países para sair da crise. "É muito importante que o Brasil retome sua taxa de crescimento, em torno dos 4,5% e 5%", afirmou a presidente em entrevista à imprensa, horas depois de discursar durante a Assembleia-Geral da ONU em Nova Iorque. A previsão do governo é que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça 2% neste ano, acima da expectativa do mercado, que prevê crescimento de 1,57% para 2012 e de 4% para 2013. O governo iniciou o ano projetando crescimento de 4,5%. "A gente tem de buscar um pacto e não ficar apontando o dedo uns para os outros", afirmou Dilma. Segundo Dilma, os países de uma certa forma vão ter de se  engajar "nessa necessidade, nessa determinação e nessa vontade política de pr…