Pular para o conteúdo principal

Edição 552 | Ano IV

Washington / EUA
Chefe do FMI faz alerta sobre risco iminente de recessão global
A diretora-gerente do FMI - Fundo Monetário Internacional -, Christine Lagarde, adverte sobre o risco de que a economia mundial volte a entrar em recessão de forma "iminente", em entrevista publicada neste domingo na revista alemã "Der Spiegel". Assim como os temores expressados recentemente pelo diretor do Banco Mundial, Robert Zoellick, Lagarde declara que o risco de um novo revés econômico em escala global existe, mas que ainda é possível evitá-lo, embora a capacidade de atuação seja agora menor do que dois anos atrás. "Ainda podemos evitar. As opções dos governos e dos bancos centrais são menores do que em 2009 porque já dispararam grande parte de sua pólvora. Mas se os diferentes governos, as organizações internacionais e os bancos centrais colaborarem, conseguiremos evitar a recessão", argumenta Lagarde.
Por isso, a diretora-gerente do FMI, que assumiu o posto em julho passado, insta aos países mais afetados pela crise a implementar medidas que fomentem a economia estatal e o crescimento econômico, com o objetivo de "evitar uma iminente espiral descendente". Na Europa, concretamente, Lagarde recomenda às nações mais castigadas pela crise da dívida que elevem o capital próprio de seus bancos para reforçá-los. "Em geral, vemos necessidade de que os bancos europeus sejam recapitalizados para que sejam suficientemente fortes para suportar os riscos derivados da crise da dívida e do frágil crescimento", diz.
Analistas do FMI assinalaram recentemente em relatório que ao setor financeiro europeu faltavam 200 bilhões de euros nos balanços de suas contas. "A insegura situação econômica e a crise da dívida estatal minaram a credibilidade dos bancos", acrescenta Lagarde, ex-ministra das Finanças francesa. A diretora-gerente do FMI evita posicionar-se a respeito da situação financeira concreta da Grécia e Itália, mas considera "dignas de aplauso" as reformas estipuladas em 21 de julho em Bruxelas, entre as quais destaca a flexibilização do fundo de resgate europeu.
Sobre os EUA, Lagarde declara que sua economia sofre de "problema de confiança" e com relação à Alemanha, adverte sobre os efeitos de um possível esfriamento da demanda externa, apesar da atual saúde de suas contas públicas e seu notável crescimento econômico.

Brasília / DF
Governo quer atrair usinas de etanol para o semiárido
O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, apresenta na nesta semana à presidente Dilma Rousseff um projeto que pretende levar mais usinas de etanol à região do semiárido brasileiro, no Nordeste. O principal objetivo é, além de ampliar a produção do combustível no Brasil, impulsionar o programa de irrigação na região, cujo investimento poderá alcançar R$ 5 bilhões por meio de PPPs (parcerias público-privadas). Aliados à irrigação, o clima seco, a alta incidência de luz solar e as chuvas concentradas em poucos meses do ano fazem da região uma das melhores do Brasil para o cultivo da cana-de-açúcar. Segundo pesquisas da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), a cana-de-açúcar plantada na região chega a ter produtividade de 200 toneladas por hectare no ciclo mais alto. A condição ideal afastaria o risco de quebra da safra da cana por condições climáticas, como ocorreu neste ano na região centro-sul do país, e a consequente elevação dos preços dos combustíveis por falta de oferta de etanol. Na semana passada, o ministro esteve na Austrália a convite do Banco Mundial conhecendo programas de irrigação de culturas. Lá, ele também conheceu o agave - planta parecida com a babosa, que pode ser uma alternativa à cana na produção de etanol. O agave também é conhecido por produzir a tequila e passará a ser estudado pela Embrapa e pela Codevasf (empresa ligada ao Ministério da Integração Nacional) como alternativa à cana.Segundo informou o próprio ministério, alguns estudos apontam que a produtividade de etanol por hectare à base de agave é bastante superior à da cana-de-açúcar, chegando a dobrar. Outra vantagem do agave é sua aptidão para o semiárido, tornando-se uma alternativa para a produção de biocombustíveis.

_______________________
INDICADORES ECONÔMICOS

Da redação – São Paulo / SP

RESUMO da Semana – 29 de agosto a 2 de setembro
IGP-M registra alta em agosto – O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,44% em agosto. No mês anterior, a taxa foi de -0,12%. Em 12 meses, o IGP-M variou 8,00%. No ano, a variação foi de 3,48%. Os três componentes do IGP-M apresentaram as seguintes trajetórias na passagem de julho para agosto: IPA, de -0,22% para 0,57%, IPC, de -0,13% para 0,21%, e INCC, de 0,59% para 0,16%.
Confiança da indústria recua em agosto - O Índice de Confiança da Indústria recuou 2,2% entre julho e agosto de 2011, ao passar de 105,0 para 102,7 pontos, considerando-se dados com ajuste sazonal.
IPC-S avança em todas as capitais - O IPC-S de 31 de agosto de 2011 registrou variação de 0,40%, 0,09 ponto percentual (p.p.) acima da taxa divulgada na última apuração. Todas as capitais pesquisadas registraram acréscimo em suas taxas de variação. 

Indicadores Financeiros
Copom reduz a taxa Selic para 12% ao ano - O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic de 12,5% para 12% ao ano, sem viés, por cinco votos a favor e dois pela manutenção em 12,5%.  (Fonte: BC)

 
Índices de Preços ao Consumidor

IPC da Fipe registra alta de 0,39% em agosto - A quarta quadrissemana de agosto do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apontou inflação de 0,39% na cidade de São Paulo, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O resultado representou desaceleração ante 0,44% da prévia anterior. Nas sete classes de despesa que compõem o IPC da Fipe, os resultados apurados foram: Habitação (0,33%), Alimentação (0,92%), Transportes (0,12%), Despesas Pessoais (-0,29%), Saúde (0,66%), Vestuário (0,83%) e Educação (0,01%). (Fonte: Fipe)


Indústria

PIM: Em julho, Produção industrial cresce em 8 regiões pesquisadas - De junho para julho de 2011, a produção industrial cresceu em oito dos 14 locais investigados pelo IBGE, na série com ajuste sazonal. Amazonas apontou a maior expansão, de 4,3%, eliminando a perda dos 3,6% observada no mês anterior. Em seguida veio Paraná (3,8%), Pará (3,7%), Rio Grande do Sul (2,7%), Rio de Janeiro (2,4%), Goiás (1,4%) e São Paulo (1,3%) – todos com crescimento acima da média nacional (0,5%). Minas Gerais (0,1%) praticamente repetiu o patamar de junho. Na passagem para julho, foram registrados resultados negativos em Santa Catarina (-0,7%), Pernambuco (-0,7%), região Nordeste (-1,8%), Ceará (-2,0%), Espírito Santo (-2,0%) e Bahia (-6,8%). (Fonte: IBGE)

 IPP: Índice de Preços ao Produtor de julho fica em 0,07% - O Índice de Preços ao Produtor (IPP) variou 0,07% em julho, número superior ao observado no mês anterior (-0,65%). Os preços variaram 4,87% no acumulado em 12 meses. Já a variação acumulada em 2011 atingiu 0,63%. (Fonte: IBGE)
 
Mercado de TrabalhoTaxa de desemprego fica estável em julho - A taxa de desemprego nas sete regiões que formam o Sistema PED - Pesquisa de Emprego e Desemprego realizada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) - manteve, em julho, o mesmo patamar do mês anterior: 11,0%. O resultado representa um contingente de 2.441 mil desempregados, 14 mil a mais que em junho. Foram gerados 67 mil postos de trabalho e não houve variação no salário médio enquanto o rendimento dos ocupados caiu 0,5%.  (Fonte: Dieese) 

(Fonte: Assessoria de Imprensa da FGV)
 
___________________
MERCADO DE CAPITAIS

(Informações: Dow Jones, Bovespa, Reuters, EFE, AFP, InfoMoney e Associated Press)

Da redação – São Paulo / SP

Confira a agenda do investidor para a primeira semana de setembro
Dentro da agenda para a primeira semana de setembro, os investidores conhecerão a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), bem como a pesquisa industrial de emprego e salário referente ao mês de julho. Lá fora, a pauta econômica também mostra-se bastante agitada, com destaque para o Beige Book do Federal Reserve e para as decisões de política monetária do BoJ (Banco do Japão), BCE (Banco Central Europeu) e BoE (Bank of England).

 
Segunda-feira (5/9)
No Brasil
8h30min - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
11h - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente a última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
11h - O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos) divulga oÍndice de Custo de Vida referente ao mês de agosto. O relatório contém informações a respeito do custo de vida dos moradores do município de São Paulo.

 
Nos EUA
Será comemorado o feriado do Dia do Trabalho, e, consequentemente, os mercados estarão fechados no país.

 
Terça-feira (6/9)
No Brasil
8h - A FGV (Fundação Getulio Vargas) publica o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) de agosto, importante medida de inflação nacional.
9h - O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revela o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), ambos referentes ao mês de agosto. O IPCA é um dos principais índices utilizados pelo Banco Central para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação.

 
Nos EUA
11h - Sai o ISM Services de agosto, responsável pela mensuração do nível de atividade não industrial.

 
Quarta-feira (7/9)
No Brasil
Os mercados do País estarão fechados em consequência da comemoração do feriado do Dia da Independência.

 
Nos EUA

15h - Investidores estarão atentos ao Livro Bege do Fed, relatório importante sobre o desempenho atual da economia do país.
No Japão
7h - O BoJ divulga a decisão sobre a taxa básica de juro do Japão.

 
Quinta-feira (8/9)
No Brasil
8h - A FGV anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente a primeira quadrissemana de setembro. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
8h30min - Será divulgada a ata do Copom.

 
Nos EUA
9h30min - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
9h30min - Destaque também ao trade balance (balança comercial) com base no mês de julho, que mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país.

11h30min - Confira o relatório de estoques de petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante indicador para os mercados da commodity, tendo em vista que os EUA são o maior consumidor global de óleo bruto.
16h - O Federal Reserve divulga o Consumer Credit referente ao mês de julho, com objetivo de medir o total de crédito ao consumidor.
Na Europa
O dia será marcado pela reunião de política monetária do Banco Central Europeu e do Banco Central da Inglaterra. Os membros dos comitês vão decidir sobre eventuais mudanças nos parâmetros do juro básico.

 
Sexta-feira (9/9)
No - Brasil
8h - A FGV anuncia o IGP - M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente a primeira prévia do setembro, referência acompanhada de perto pelo mercado.
9h - O IBGE apresentará a Pesquisa de Emprego Industrial de julho, relatório que trata de mão-de-obra e rendimento do trabalho no Brasil.
9h - O instituto ainda publica o Levantamento da Produção Agrícola referente ao mês de agosto.

 
Nos EUA

11h - Sai o Wholesale Inventories de julho, relatório que contém informações sobre as vendas e os estoques do setor atacadista.
Como começa a semana subsequente?

Segunda-feira (12/9)
No Brasil
7h - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) apresenta o IPC referente ao primeira quadrissemana de setembro. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.
8h30min - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
11h - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente a última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.


Da redação - São Paulo / SP
Conheça os 10 mandamentos do investidor de sucesso
Investir o dinheiro pode parecer uma tarefa relativamente simples. Para muitos, basta escolher o produto em que se vai aplicar, ter dinheiro disponível e esperar pelos rendimentos no final da aplicação. Entretanto, para realmente se obter sucesso com os investimentos, é importante seguir alguns conceitos básicos, que vão desde ter disciplina, até a criação de estratégias vencedoras, passando pela definição dos objetivos e pela educação financeira. Pensando nisso, o especialista da MoneyFit, André Massaro, listou os dez mandamentos de um investidor de sucesso. 

Veja como você pode se tornar um:
1º mandamento – Ter dinheiro sobrando
Segundo Massaro, é surpreendente a quantidade de pessoas que mantém dinheiro investido em alguma aplicação financeira, mesmo enquanto estão devendo no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito.
“Esse fenômeno é conhecido como 'contabilidade mental' e é resultado de uma distorção de percepção em relação ao dinheiro. Quem quer ser um investidor de sucesso precisa primeiro se livrar das dívidas e 'arrumar a casa', e só depois pensar em investir", afirma.
2º mandamento – Investir primeiro em educação financeira
Antes de colocar o dinheiro onde quer que seja, é importante ter informação. “O investidor de sucesso deve investir primeiro em sua própria educação financeira, para que tome decisões corretas, adequadas aos seus recursos e às suas expectativas”, diz Massaro.
3º mandamento – Ter uma estratégia
“Este mandamento poderia se chamar 'não seguir o rebanho'”, afirma o especialista. Segundo ele, investidor de sucesso sempre tem um bom motivo, de natureza técnica, para investir em determinada ação ou título.
“E esse motivo está alinhado com a estratégia que ele escolheu para si. Ele nunca investe em determinado ativo apenas porque todo mundo está fazendo o mesmo”, diz.
4º mandamento – Saber quem ouvir
O especialista da MoneyFit ressalta que o investidor de sucesso deve alimentar uma boa dose de ceticismo com relação às recomendações financeiras.
“O investidor bem sucedido sabe que existem profissionais preparados e certificados para prestar determinados serviços, como administradores de carteiras, analistas e consultores de valores imobiliários. Quando o investidor de sucesso precisa de uma opinião externa, ele procura uma pessoa capacitada e autorizada a emitir essa opinião”, afirma.
5º mandamento – Ter Disciplina
De acordo com Massaro, a maioria dos investidores de sucesso são pessoas que investem dinheiro de forma regular e consistente, geralmente estabelecendo um valor fixo ou percentual da renda mensal para investir todo mês. “O sucesso nos investimentos raramente é fruto das grandes tacadas”, aponta.
6º mandamento – Ter expectativas realistas
Se um investimento tem um potencial de retorno alto, o risco de perda é igualmente alto. “O investidor de sucesso sabe que não existe 'almoço grátis'”, ressalta o especialista.
Segundo ele, é importante saber quais são as taxas médias pagas por ativos de renda fixa e os retornos médios dos ativos de renda variável, e fazer as análises e projeções baseadas nesses números. “O investidor de sucesso é cético quanto a investimentos que se propõem a dar grandes retornos com baixo risco”, aponta.
7º mandamento – Saber diversificar
André Massaro aponta que uma das práticas mais rudimentares e, ao mesmo tempo, mais eficientes de gerenciar riscos em investimentos é diversificar. Por isso, ele acha importante estabelecer um percentual do capital a ser alocado em renda fixa e o restante em renda variável.
“Da parte que vai em renda fixa, você pode selecionar um determinado número de empresas e setores que garantam um bom equilíbrio na carteira. Na parte de renda variável, também pode diversificar entre títulos públicos e títulos privados de instituições diversas”, aconselha.
8º mandamento – Saber aquilo que tem
Não adianta criar um procedimento de diversificação, alocar o dinheiro conforme planejado e simplesmente “esquecer” dele. “De tempos em tempos é importante fazer um balanço dos investimentos, analisando cada ativo individualmente, vendo aquilo que vale a pena manter e o que vale a pena descartar”, Diz Massaro.
“Também é importante fazer, periodicamente, o rebalanceamento de carteira, que são os ajustes necessários para que a carteira de investimentos permaneça enquadrada nos percentuais de diversificação previamente determinados”, continua.
9º - mandamento - Ter objetivos
O especialista enfatiza que o investidor de sucesso não guarda dinheiro apenas por guardar. “Ele investe por alguma razão”, diz.
Segundo ele, as razões para se investir podem ser muitas. “Ter uma reserva financeira que cubra 'x' meses de despesas caso algo ruim aconteça; ter recursos para investir em educação/viagens/bens materiais; gerar recursos para iniciar um negócio próprio; garantir uma aposentadoria confortável ou até mesmo uma aposentadoria antecipada”, lista.
10º mandamento – Ser “senhor” do dinheiro
O investidor de sucesso sabe que é importantíssimo ter disciplina e uma vida financeira equilibrada, mas ele também sabe que não deve deixar o dinheiro escravizá-lo. “Ele sabe que é importante viver com qualidade e desfrutar as coisas boas que a vida oferece, e que não deve se tornar uma pessoa sovina e mesquinha apenas para ter mais dinheiro sobrando para investir”, conclui. (Fonte: Agência InfoMoney)


HOJE – Fechamento das Bolsas Asiáticas e abertura das Bolsas Europeias:

Tóquio / Japão
Pessimismo com economia derruba índices asiáticos
As Bolsas de Valores asiáticas fecharam em forte queda nesta segunda-feira, dia 5/9, com investidores vendendo ativos de maior risco por temores sobre a crise de dívida da zona do euro e a possibilidade de uma nova recessão nos EUA.
- O índice do mercado japonês Nikkei caiu 1,86%. O índice MSCI da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão perdia 3,08%, com queda acumulada de quase 18% desde a máxima alcançada em abril.
Os setores de matérias-primas  -sensível a expectativas de demanda industrial - e de tecnologia - afetado pela demanda por eletrônicos asiáticos - tiveram as maiores quedas do MSCI, perdendo entre 3,5% e 4,5%.
- O índice de Seul desabou 4,39%.
- O mercado se desvalorizou 2,95% em Hong Kong.
- E 2,65% em Taiwan.
- Enquanto o índice referencial de Xangai perdeu 1,96%.
- Cingapura encerrou em queda de 2,46%.
- Sydney recuou 2,38%.
Análise - Dados mostraram na sexta-feira que a maior economia do mundo não gerou empregos no mês passado. Enquanto isso, a Europa enfrenta uma série de testes políticos nesta semana, que podem prejudicar os esforços para resolver a crise de dívida e aumentar a pressão para que os governos tentem soluções mais radicais. "Nessa atmosfera, os investidores estrangeiros devem permanecer avessos a riscoas e inativos", avaliou Mitsushige Akino, gestor de fundos da Ichiyoshi Investment Management, em Tóquio.

Londres / Inglaterra
Bolsas europeias operam em queda
As principais Bolsas europeias operam em queda nesta segunda-feira, dia 5/9, refletindo dados ruins na zona do euro e nos Estados Unidos.
- O índice FTSE 100 da Bolsa de Londres registra redução de 2,24%, para 5.173 pontos.
- Já o Dax, de Frankfurt, cai 3,82%, aos 5.326 pontos.
- O CAC 40, principal índice da Bolsa de Paris, perde 3,60%, aos 3.035 pontos.
Análise 1 - O crescimento do setor de serviços da zona do euro esfriou pelo quinto mês seguido em agosto, com a menor taxa de expansão dos últimos dois anos, enquanto as expectativas das empresas para o futuro pioraram, mostrou uma pesquisa nesta segunda-feira. O grupo de pesquisa Markit disse que, a menos que as condições de negócios melhorem, a economia da zona do euro corre o risco de encolher no quarto trimestre. Mais uma contração no trimestre seguinte colocaria o bloco em outra recessão. O índice Markit do setor de serviços caiu de 51,6 em julho para 51,5 no mês passado, a menor leitura desde setembro de 2009, mas em linha com a estimativa preliminar. A medida está acima de 50 há dois anos, o que denota expansão no setor.
Análise 2 - O otimismo sobre o futuro também diminuiu, com o índice de expectativas das empresas desabando de 63,4 para 57,6, a pior leitura desde abril de 2009. Na sexta-feira (2), o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulgou que o índice de desemprego no país se manteve estável no mês de agosto, em 9,1%, com criação nula de vagas, considerando o saldo entre contratações e demissões no período.

___________________
MERCADO FINANCEIRO


Nova Iorque / EUA

Bank of America estuda demitir até 30 mil
Os dirigentes do Bank of America estão discutindo a possibilidade de cortar de 25 mil a 30 mil postos de trabalho nos próximos anos, disse o jornal Charlotte Observer, citando fontes próximas ao banco.
No mês passado, o Bank of America, sediado em Charlotte (Carolina do Norte), havia anunciado que demitiria 3,5 mil funcionários no terceiro trimestre deste ano. No fim de junho, o banco tinha cerca de 288 mil empregados.  Segundo o Charlotte Observer, um porta-voz do Bank of America se recusou a comentar as informações. (Agência Dow Jones)

_________
INDÚSTRIA


Minneapolis / EUA

Cargill diz estar pronta para aquisições de usinas de etanol no País
A Cargill, gigante americana de alimentos, está interessada em aumentar a sua produção de etanol de cana de açúcar no Brasil. Satisfeito com a aprovação da joint venture formada pela Cargill e o grupo Usina São João pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o presidente mundial do grupo, Greg Page, disse que a empresa pode ajudar o Brasil a aumentar a produção de álcool combustível e está pronta para novas oportunidades de aquisições no setor.
Com uma usina em operação (a usina S. Francisco) e outra em construção (a Cachoeira Dourada), ambas em Quirinópolis, interior de Goiás, a sociedade entre a americana e o tradicional grupo usineiro brasileiro terá capacidade de processamento de até 7,5 milhões de toneladas de cana de açúcar em 2013. O interesse crescente da companhia por esse tipo de ativos no Brasil vem da versatilidade das plantas para alternar entre a produção de etanol e de açúcar, além da geração de energia de biomassa.
Mercado de Açúcar - Page não esconde que o interesse principal da companhia neste momento é produzir açúcar, para aproveitar os preços elevados do produto no mercado internacional, mas ele vê grande capacidade de o governo brasileiro voltar a tornar o etanol mais atraente financeiramente no longo prazo, retomando a política de aumento da mistura do combustível à gasolina. "É muito difícil separar as duas coisas (preços do açúcar e do etanol). Nós estamos muito atrasados na área do etanol, mas os governos têm a capacidade de fazer qualquer indústria atrativa, e isso é muito difícil de prever. Não dá para especular se o combustível será um negócio mais atraente no longo prazo. O mundo hoje está mais favorável para o açúcar, mas governos podem mudar isso se quiserem", afirmou. "A mistura do etanol na gasolina imposta pelo governo nos Estados Unidos é de 5%. No Brasil, é mais de 20%, o que mostra que o governo brasileiro está bem mais entusiasmado com essa indústria", disse.
Num raro contato com a imprensa, Page recebeu jornalistas estrangeiros no belo casarão do início do século 20 que serve de sede para a empresa em Minneapolis, meio-oeste americano. Sorridente usando uma camisa amarela bem informal, ele aponta o crescimento de 15% nas vendas mundiais da companhia, que somaram US$ 119,5 bilhões no ano fiscal encerrado em maio de 2011, e o lucro de US$ 2,7 bilhões (salto de 26%) em plena crise econômica americana como um indicador do caixa da companhia disponível para aquisições pelo mundo.
Sob sigilo - Uma das poucas grandes companhias americanas de capital fechado, a Cargill tem operações em 63 países, mas mantém em sigilo a maior parte dos seus números e investimentos. De acordo com o executivo, o foco da companhia está voltado principalmente para os países emergentes cujas economias crescem mais rápido do que as desenvolvidas, como China, Índia e Brasil. Atualmente a companhia já tem mais da metade dos seus 130 mil empregados em países em desenvolvimento. "Para alcançar nossos objetivos, a Cargill precisa crescer entre 10% a 11% por ano. Nas economias que crescem mais rápido, tirando América do Norte e Europa ocidental, temos de crescer 50% mais rápido. Eu diria que vamos crescer entre 15% a 17% por ano nesses países", afirmou. "Aquisições têm sido 40% do nosso crescimento global, essa é a nossa história." (Agência Estado)

_____________

AGROBUSINESS

Da redação – Esteio / RS (Especial 34º EXPOINTER 2011)
Caminhos da Integração mostra vantagens do cultivo protegido de videiras
Quem visitou o Caminhos da Integração, espaço organizado entre Emater/RS-Ascar e Universidade Federal do Rio Grande do Sul na 34ª Expointer, pôde conhecer as inúmeras vantagens do cultivo protegido de videiras. No local, foi implantado um parreiral coberto através do sistema de condução em “T” e utilizada adubação verde com aveia preta. “A cobertura plástica protege as videiras das intempéries climáticas, como granizo e ventos fortes, proporcionando frutos de melhor qualidade”, explica o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar de Minas do Leão, João Carlos Madalozzo Marques. “Como as folhas estão protegidas da umidade, não se têm condições para a proliferação de doenças fúngicas, diminuindo consideravelmente a aplicação de fungicidas”, completa Paulo Wetzel, engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar de Cerro Grande do Sul.
Marques destaca que, por estarem protegidos, os parreirais não correm o risco de serem “lavados” pelas chuvas, o que reduz em até 80% a aplicação de fungicidas e, como consequência, os custos de produção. Além disso, é muito pequeno o residual químico presente nos frutos. “Obtém-se um produto muito mais limpo”, afirma. Por outro lado, o agrônomo alerta os viticultores que se devem ter mais cuidados com o excesso na aplicação de fungicidas, justamente pelo fato de o fruto não ser “lavado” pela chuva. Outra vantagem do sistema protegido é que o viticultor pode controlar o excesso de umidade do solo, obtendo uvas com maior teor de açúcar.
As lonas, que duram aproximadamente quatro anos, devem ser colocadas em dias mais quentes, por ficarem mais maleáveis, e retiradas logo após a colheita. Os produtores que optam por deixar a lona enrolada na estrutura que a sustenta, devem envolvê-la com plástico para evitar o acúmulo de água e o surgimento de fungos. Apesar do custo de implantação do sistema protegido, a melhoria da qualidade e do aspecto do produto compensa o investimento. “Conheço produtores que vendiam o quilo da uva a R$ 3,50, enquanto outros estavam recebendo apenas R$ 0,90”, exemplifica Wetzel. (Fonte: Assessoria de Imprensa Emater/RS)

Da redação – São Paulo / SP

Carne suína pode invadir mercado paulista este ano
São Paulo deve absorver quase 100 mil toneladas a mais de carne suína este ano, vindas de estados como o Rio Grande do Sul, que aprovou ontem (1) a prorrogação da isenção de impostos aos suinocultores. Com isso, a guerra fiscal entre os estados e os efeitos do embargo russo ampliam ainda mais os prejuízos do setor.
O estado paulista que consome aproximadamente 700 mil toneladas de suínos por ano, ou seja, 16,5 quilos por pessoa, começa a ser invadido pelo excesso de carnes destes animais vindos de outros estados. A produção paulista está em torno de 280 mil toneladas. A expectativa do presidente da Associação Paulista da Cadeia Suinícola (APCS), Valdomiro Ferreira Júnior, é que São Paulo receba 520 mil toneladas este ano. "Estamos sofrendo a pressão dos outros estados que despejam suínos aqui mais baratos. Eles possuem uma grande produção de grãos mais baratos. Além disso, ainda são isentos de impostos. Isso gera uma concorrência desleal", afirmou.
Com o maior custo de produção de suínos entre os estados brasileiros, São Paulo, que já abate animais mais magros, iniciou o abate de matrizes, fato que pode gerar um forte desequilíbrio no mercado. O quilo do suíno ao produtor está em média R$ 2,35, sendo que o custo de produção ultrapassa a casa dos R$ 3,7 por quilo. "A situação no estado é extremamente preocupante, pois nosso maior problema, além do embargo russo, é o custo elevado de produção. Estamos perdendo em média R$ 60 por animal abatido", garantiu Ferreira Júnior.
O milho, que representa 65% dos custos de produção do animal no estado, também alcançou uma alta valorização, fechando em média a R$ 32 a saca de 60 quilos, contra os R$ 19 vistos no mesmo período de 2010. "O que revolta os suinocultores do estado é que muita gente está se beneficiando dessa desgraça, estou saindo agora da rede de supermercados OBA, e na prateleira o lombo estava sendo vendido a R$ 17 o quilo, e o pernil a R$ 12, enquanto o produtor vende o seu suíno a R$ 2,35 o quilo".
No Rio Grande do Sul o embargo russo às carnes também gerou perdas significativas para o setor. Entretanto, o governo do estado resolveu prorrogar por mais sessenta dias, a partir de 1º de setembro, a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), nas vendas de suínos vivos para fora do estado, e para a carne fresca, resfriada e congelada para dentro do estado. "Essa medida ajudou o produtor a manter a sua produção estável e deu um fôlego a mais para eles", disse o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Folador.
Já o Estado do Mato Grosso, além de não contar com ferramentas adequadas para a compra de milho para alimentar os animais, recebeu uma negativa do governo estadual a respeito do pedido de isenção de imposto. Em reunião com os produtores do estado, a Associação de Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) pediu para que todos comecem abater os porcos com menos peso, para reduzir em 20% a oferta da carne no estado. "Ele [o governo estadual] afirmou que não poderiam queimar a pequena gordura que tinham [na arrecadação de impostos], e a nossa resposta, foi que se eles não queimarem a gordura, não terão carne", frisou o diretor-executivo da entidade Custódio Rodrigues.
Para os catarinenses a opção de abater matrizes e diminuir o peso dos animais já não resolve o problema. E para piorar a situação os criadores do estado também não contarão com novas isenções de impostos. Além disso, o setor recebeu a confirmação do embargo russo a mais uma planta de suínos do estado. "A verdade é que temos muita carne no mercado, e soubemos a pouco que mais uma planta foi embargada no estado. Ficaremos com apenas uma planta exportando para a Rússia. Para piorar, não teremos milho suficiente, e nossos custos já são um dos maiores do País", concluiu Losivânio Lorenzi, presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS).

Da redação – Brasília / DF
Culturas de laranja e café vêm perdendo áreas de produção devido ao aumento da área de plantio da cana-de-açúcar
O Diretor de Política Agrícola da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Silvio Porto, afirmou que as culturas de laranja e café vêm perdendo áreas de produção devido ao aumento da área de plantio da cana-de-açúcar. “A competição entre essas culturas e a cana tem acontecido por causa da expectativa de crescimento do setor sucroalcooleiro”, explicou o diretor na coletiva para apresentação do terceiro levantamento da safra 2011/2012 de laranja realizado pela Conab, nesta quinta-feira, dia 1º. de setembro. A perda de áreas no norte no estado, no entanto, não provocou queda na produção. “Há uma compensação pela perda de área, que é a migração para o centro-sul do estado, onde o clima é até mais favorável, o solo é novo e a incidência de doenças deve ser menor, por se tratar do primeiro ciclo de plantio na região”, afirmou Silvio Porto. (Fonte: Assessoria de Imprensa do MAPA )

_________________
SETOR AUTOMOTIVO


Taubaté / SP

Ford e Volks de Taubaté dão folgas coletivas
A Ford e a Volkswagen vão conceder folgas coletivas em suas unidades de Taubaté, durante o mês de setembro e na primeira quinzena de outubro. O motivo, segundo as próprias empresas, é a necessidade de adequar seus estoques ao mercado. O Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté, já recebeu o comunicado oficial das montadoras. Na Volkswagen, cerca de 90% dos 6,7 mil funcionários ficarão em casa na próxima semana, quando ocorre o feriado da Independência. A folga coletiva na fábrica será na segunda, terça, quinta e sexta-feira. Os dias parados serão descontados do banco de horas dos funcionários. Na Ford os trabalhadores estarão em férias coletivas escalonadas: de 19/9 a 30/9, param a transmissão e motores Rocam; na fundição, a parada será de 26 de setembro a 14 de outubro e na fábrica de motores Sigma, as férias ocorrerão de 5/10 a 14/10. Segundo a Ford as paradas visam a ajustar os estoques à demanda do mercado e essa programação foi elaborada conforme programação técnica de cada área. A planta de Taubaté possui cerca de 1.600 empregados e desses, 1,3 mil ficarão em casa nessas férias coletivas.
Mercado de importados - "Esse é resultado do mercado estável, talvez por conta do exagero na expectativa das montadoras, mas o que nos preocupa muito é a importação. O governo precisa fazer alguma coisa", reclamou o presidente do Sindicato, Isaac do Carmo. Os sindicatos, segundo ele, vão discutir, juntamente com a cadeia automotiva e o governo, estratégias de valorização da indústria nacional para a geração de empregos de qualidade. Entre abril de 2010 e abril de 2011, segundo dados do Governo, a média diária de importações de automóveis cresceu 55,7%; entre janeiro e abril deste ano, comparando-se com o mesmo período de 2010, a alta foi de 80,3%. As vendas de veículos importados subiram 113% no primeiro semestre deste ano, segundo Abeiva. (Agência Estado)

________________
SERVIÇOS e VAREJO


Da redação – Rio de Janeiro / RJ

Magazine Luiza e Renner estariam na disputa pela carioca Leader
De acordo com informações do Relatório Reservado, o Magazine Luiza seria candidato à aquisição da Leader Magazine, rede de lojas de departamentos do Rio de Janeiro com faturamento na casa de R$ 1 bilhão. A empresa teria, porém, a concorrência da Renner, que ficou muito próxima de adquirir a Leader antes da crise econômico-financeira global de 2008. 

Da redação – Rio de Janeiro / RJ

BFFC investirá R$ 38 milhões na rede Doggis
A BFFC, segunda maior empresa de fast food do país e dona da marca Bob’s, vai investir R$ 38 milhões na expansão da rede de hot dogs Doggis. A prioridade para os próximos anos é o eixo Rio-São Paulo. Neste ano, porém, serão abertas quatro lojas, sendo duas em Recife/PE, uma em Salvador/BA e uma no Rio de Janeiro. A expectativa da empresa é abrir 25 unidades por ano no Brasil e chegar a cerca de 100 lojas em 2015. Hoje, a rede conta com 14 unidades no país.

Da redação – São Paulo / SP

Pré-pago pode girar mais de R$ 18 bilhões em seis anos
O meio de pagamento eletrônico com crédito antecipado (pré-pago) ainda não apresenta expansiva aceitação entre consumidores, comércio e emissores no Brasil. Isso porque falta uma regulamentação específica para gerar credibilidade e confiança, já que o potencial de movimentação no mundo é de US$ 3 trilhões neste ano, segundo a Visa. Já a MasterCard acredita que o Brasil irá movimentar US$ 18 bilhões até 2017 em produtos da rede aberta, disponíveis para a utilização em diferentes estabelecimentos comerciais. Segundo Neissan Monadjem, CEO da companhia E-Safe Transfer, 4% do total de pagamentos realizados foram feitos com cartões pré-pagos em 2010. Mas a expectativa é de que até 2020 a participação atinja 10%.
 
Da redação – São Paulo / SP
Comércio quer mudar taxa cobrada no cartão de débito
Varejo e supermercados pediram mudanças nas atuais taxas cobradas nos cartões de débito. A ideia é que seja cobrada uma tarifa por transação paga e não um percentual sobre o valor da operação, como é feito hoje.

Da redação – São Paulo / SP
Academias Fórmula abrirão unidades como franquia
Depois de inaugurar a Bodytech do Shopping Eldorado (a maior academia de luxo de São Paulo), o empresário carioca Alexandre Accioly prepara outros movimentos na capital paulista. Ele acaba de fechar contrato para a instalação da primeira franquia da rede Fórmula, adquirida em 2008, que ganhou novo formato, com instalações compactas e mensalidades mais acessíveis. Uma franquia no Rio e outras duas em Campinas/SP também já estão com contratos fechados. As quatro unidades devem ser inauguradas até o primeiro trimestre de 2012.

__________________   
COMÉRCIO EXTERIOR


Da redação – Brasília/DF e São Paulo/SP

Para especialistas, exportações devem continuar crescendo no ano
A expectativa de especialistas é de que as exportações continuem crescendo e possibilitem geração de saldos positivos ao fim do ano, embora o ritmo dos embarques diminua em razão do recuo no preço do petróleo e do fim da safra da soja. Os dois itens são, ao lado do minério de ferro, os principais produtos da pauta brasileira de exportação.
Efeito - Para José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), a desaceleração na economia americana e na dos países europeus não deve se refletir na balança ainda este ano. Ele lembra que os embarques atuais foram contratados em abril ou maio e que a nova crise começará a ter maior efeito daqui a três ou quatro meses, sem grande alteração nas exportações de 2011.
Acomodação de preços - Para o economista Rafael Bistafa, da Rosenberg, a desaceleração deve acontecer em razão de uma acomodação nos preços das commodities exportadas pelo Brasil. Ele afirma, porém, que apesar da desaceleração ou da queda de cotação de alguns itens, as commodities permanecem com preços em patamares elevados.
Ritmo - O ritmo de crescimento dos embarques, acredita Castro, deve sofrer redução também em função da tendência de menor elevação na exportação de petróleo, não somente em valores como em volume. Ele diz que os preços já mostram tendência de queda. Em junho, afirma o dirigente da AEB, o petróleo custava US$ 748 a tonelada, mas em agosto houve queda para US$ 722. Além disso, acredita, o volume de exportação do óleo deve ser afetado a partir de outubro pela redução da participação do etanol na gasolina. “Isso fará com que a demanda interna aumente e, com isso, haverá menor excedente exportável de petróleo.”
Complexo soja - Outra variável importante, segundo Castro, fica por conta do complexo soja, cujos embarques devem perder força já a partir de setembro, em função do fim da safra. Até agosto, diz, foram exportados cerca de 25,5 milhões de toneladas da soja em grão. A estimativa é de que o embarque total em 2011 chegue perto dos 30 milhões. “Ou seja, a maior parte da soja já foi exportada, o que significa que sua contribuição para puxar as exportações será reduzida.”
Embarques - De janeiro a agosto os embarques de soja em grão somaram US$ 12,6 bilhões, com crescimento de 31,3% no valor médio embarcado no período, na comparação com os mesmos meses do ano passado. Com participação de 7,5% no valor total embarcado, a soja em grão é o terceiro item mais importante na pauta brasileira de exportação. O petróleo bruto é o segundo item, com embarque de US$ 14,4 bilhões nos oito primeiros meses do ano, com alta de 43,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O minério de ferro continua sendo o item mais importante, com valor exportado de US$ 26,6 bilhões no mesmo período.
Superávit - Com pouco impacto da crise no saldo comercial do Brasil em 2011, os especialistas preveem superávit este ano. Bistafa diz que a Rosenberg estima saldo de US$ 23 bilhões. Castro, da AEB, calcula US$ 27 bilhões. A incógnita, diz Castro, fica para 2012.  “É difícil fazer previsões. Gerou-se um clima de expectativa com o que foi interpretado como duas sinalizações distintas do governo em relação à economia no próximo ano.” Ele se refere ao envio da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que prevê crescimento de 5% para 2010. “Ao mesmo tempo houve corte da taxa de juros de 0,5%. Ou seja, parece que há um cenário ruim para o próximo ano.”
Déficit - O dirigente da AEB não descarta a possibilidade de déficit na balança comercial em 2012. Se o preço do dólar ficar entre R$ 1,60 e R$ 1,70 e o governo mantiver o ritmo de financiamento interno, diz, a demanda interna irá continuar e, com isso, as importações continuarão crescendo em ritmo parecido. “Ano que vem é um ano eleitoral e não há interesse nenhum do governo em promover uma desaceleração econômica, e os mecanismos de defesa comercial que o Brasil vem adotando não são capazes de barrar importações resultantes de uma demanda aquecida.”
Repercussão maior - Ano que vem, porém, diz o executivo da AEB, é bem provável que haja uma repercussão maior da crise nas exportações brasileiras. A desaceleração nas economias americana e europeia pode levar a uma queda no preço do minério de ferro, com impacto no valor dos embarques brasileiros. “Há ainda uma dúvida em relação à China e ao efeito que essa crise terá sobre ela, o que também deve se refletir no preço das commodities exportadas pelo Brasil.”
Otimismo - Bistafa, da Rosenberg, está mais otimista. Por enquanto, diz ele, a consultoria não acredita que haverá impacto tão grande nos preços das commodities, mesmo em 2012. Ele acredita que as importações devem manter ritmo forte, em razão de expectativa de dólar barato e de um crescimento doméstico relativamente mais forte que o do resto do mundo. A estimativa até agora da consultoria, diz Bistafa, é de superávit de US$ 19 bilhões para o ano que vem. (Fonte: Assessoria de Imoprensa da OCEPAR/SESCOOP-PR)

___________________
TI, WEB e e-COMMERCE


Nova Iorque / EUA

O que os CIOs querem com a virtualização?
Cenário: A experiência do usuário determinará o sucesso ou o fracasso da virtualização de desktops
Carol Fineagan, CIO da EnergySolutions
A EnergySolutions está baseada nos EUA, mas temos escritórios em todo o mundo. Virtualizar nossa infraestrutura com o VMware e a NetApp nos proporcionou melhorias na gestão, mas ainda há problemas de latência, dependendo da localização do usuário, e das diferenças significativas nas características de aplicações e experiências disponíveis em cada cliente ou dispositivo. Se a TI quer criar valor de negócio, temos de fornecer aplicações que ofereçam uma experiência comum nos ambientes móveis de hoje, não importa onde os usuários estão ou quais dispositivos eles têm em suas mãos ou em suas mesas.
Escolhemos o VMware View para virtualização de desktops para alavancar nossas parcerias, e estabelecemos um grupo tão diverso para testes quanto foi possível. No entanto, descobrimos que, se a tecnologia pode ser complexa, as expectativas e a sofisticação dos nossos usuários são uma barreira ainda maior. Isto é particularmente verdadeiro para os tablets, e nós decidimos não incluí-los até 2012. Como uma solução em potencial, tanto para o curto quanto para o longo prazo, estamos olhando para a criação de uma loja interna com dispositivos aprovados que irão fornecer interfaces padronizadas. Como é que outros abordaram a questão de apresentar os aplicativos virtualizados em diferentes dispositivos e vão gerenciar as expectativas do usuário?

 
Conselho: Foco em aplicações, não em dispositivos
Tina Roark, CIO da Wyndham Vacation Ownership
Como a nossa base de usuários tem um mix de requisitos que vão desde desktops compartilhados a dispositivos dedicados, optamos pela Citrix para nossa infraestrutura de desktop virtual (VDI). Nosso plano inicial incluiu concentrar-se primeiro em nossos proprietários e convidados, e os associados que interagem com eles, pois frequentemente usam os mesmos sistemas. Nós também estamos estudando como vamos dar suporte ao uso elevado de dispositivos móveis individuais no nosso ambiente corporativo.
Para lidar com as expectativas dos usuários e garantir experiências comuns com os aplicativos, também estamos focando em estabelecer uma padronização. Estamos pensando em implementar uma política de que se a empresa fornece o dispositivo, vamos dar suporte, se o usuário fornece o dispositivo, só vamos apoiar as aplicações corporativas que são instaladas no dispositivo. Para proporcionar melhores controles de segurança sobre os dispositivos móveis, estamos usando uma ferramenta chamada MobileIron.
Como opções de expansão dos dispositivos, obviamente o tablet é um fator importante a ser considerado. Eles têm apresentado desafios ao nosso meio por várias razões, incluindo consultores de TI com pouca experiência no fornecimento de virtualização de desktop em tablets. Assim também estamos pesquisando a melhor forma de empregar VDI em tablets com base na tecnologia nas opções de gestão para todos os nossos usuários.

 
Conselho: Quantificar os benefícios do controle (Quantify the benefits of control)
Rick Greenwood, CIO da Rural Community Insurance Agency, do Wells Fargo
Descobrimos que enquanto algumas coisas são comuns entre clientes e dispositivos, como credenciais e autorizações, há uma tendência dos aplicativos virtualizados se comportarem um pouco diferente com cada um deles. Isso causa complicações e confusão para os usuários que querem que tudo se pareça como são usados. Assim, optamos por ter uma lista do que está aprovado, muito parecido com a ideia da loja. Todo mundo que está em nossa infraestrutura VMware está entre esses clientes aprovados e gerenciados.
Quase 83% de nossa base de usuários é virtualizada. Isso é um número considerável e, naturalmente, alguns não estão satisfeitos com os dispositivos e sistemas aprovados. Para enfrentar essa situação é importante conhecer o seu ambiente, e ser capaz de quantificar os impactos de ter um dispositivo fora do padrão. Mas também é importante ter todos os executivos – de nível superior e diretores – em sintonia. Reunimos representantes de cada um das nossas cinco áreas de negócio e passamos por todas as possíveis maneiras que sua equipe usaria os aparelhos. Tivemos todas as informações e exemplos nessas reuniões para mostrar como VMware e os dispositivos que escolhemos podem atender a essas necessidades, e demonstrar os benefícios, custos e produtividade que tínhamos identificado. Agora que eles entendem como a TI está ajudando e que esse caminho é o mais útil para a empresa, não temos nenhum problema contra os pedidos para não-dispositivos aprovados.
*Fineagan, Roark e Greenwood são membros da CIO Executive Council, comunidade criada pela CIO/EUA e que reúne 500 executivos de tecnologia. Para saber mais, visite council.cio.com. (Fonte: CIO EXECUTIVE COUNCIL)

Da redação – São Paulo / SP

Ticket adota assinatura digital de contratos
Estruturada comercialmente no modelo de software como serviço (SaaS), aComprova.com, desenvolvedora de processos de certificação digital, acaba de fechar acordo com a Ticket, empresa do setor refeição-convênio, do grupo Edenred, para agilizar a aprovação eletrônica de contratos da operadora. O sistema empacotado para a Ticket, que integra as soluções Email Comprova e Click Comprova, é capaz de agilizar as aprovações em menos de uma hora, de acordo com o CEO da Comprova, Marcos Nader.  “O maior benefício é que a Ticket conseguiu agregar valor comprobatório às transações de aceite eletrônico de contratos. Antes, a tarefa de enviar o documento e recebê-lo assinado consumia cerca de 45 dias”, diz o executivo. Nader destaca que o cliente agora recebe um e-mail, visualiza, confere e aceita o contrato da Ticket com apenas dois cliques. “É possível também rejeitar o documento e fazer observações, se não tiver de acordo com o conteúdo”, ascrescenta.
O coordenador de Gestão de Contratos da Ticket, Clayton Borges de Oliveira,  diz que um ponto importante é que o sistema permite que a empresa tenha um laudo pericial emitido pela Comprova, detalhando a transação caso necessite desse documento na esfera judicial. “Além disso, a solução dispensa o procedimento de impressão, contribuindo para redução do impacto ao meio ambiente e também a necessidade de arquivamento, poupando trabalho, tempo, dinheiro e reduzindo o risco de extravio”, afirma Oliveira.
Com a carteira de clientes focada especialmente nos principais bancos e seguradoras do País, Nader afirma que a solução da Comprova.com é usada por cerca de 20 seguradoras e mais de 400 clientes de diferentes segmentos. “Apostamos na tendência de que o uso do papel para a formalização de contratos diminua consideravelmente ou simplesmente seja extinto em curto espaço de tempo”, afirma. “Juridicamente, não existe mais a necessidade do papel para assinatura de contratos e o registro em cartório, quando necessário, também pode ser realizado eletronicamente.” Outro acordo recente foi com o Bicbanco. A instituição precisava agilizar o processo de assinatura de carta de fiança e também conseguiu reduzir esse procedimento para poucas horas e melhorar a comunicação com os clientes.
Antes, a assinatura de cartas de fianças destinadas às empresas que necessitavam de uma garantia bancária era realizada de forma manual, com reconhecimento de firma no cartório, demandando maior tempo e custo, de acordo com Nader. “Com a certificação digital, a tarefa, que levava mais de dois dias, agora pode ser realizada em horas, e permite que o cliente faça o acompanhamento on-line do processo.” Eládio Ibiapina Bezerra, superintendente de Arquitetura Tecnológica do Bicbanco, ressalta que entre os benefícios estão o aumento de 5% do valor da carteira do banco e da produtividade da área de negócios.

Da redação – São Paulo / SP
Westcon é nova distribuidora Symantec
A Westcon Brasil, distribuidora de soluções para data centers, redes, convergência, segurança e mobilidade, amplia o portfólio de produtos ao incorporar as tecnologias de data center e segurança da Symantec, informa a companhia.
As revendas que fazem parte da carteira da Westcon vão oferecer ao mercado nacional plataformas para a segurança de end-points, DLP (Data Loss Prevention), alta disponibilidade, proteção e gerenciamento de dados, armazenamento e archiving. De acordo com Marcos Tabajara, diretor de canais da Symantec Brasil, a Westcon concentrará o trabalho no mercado corporativo. “As soluções Symantec representam uma ótima oportunidade para nossas revendas”, finaliza Sérgio Basílio, diretor-geral da unidade de negócios Westcon no País.

Da redação – Rio de Janeiro / RJ

Cariocas tem rede social para venda de imóveis
No Rio de Janeiro funciona há quatro meses o primeiro site de descontos para imóveis do país, o PromoImóveis. Ele traz abatimentos mais modestos que os normalmente encontrados em sites de compras coletivas (no caso, entre 10% e 15%) e ações mais longas, de um mês. Fora isso, segue à risca o modelo tradicional. A página da promoção traz a descrição detalhada do empreendimento, preço reduzido em destaque e o relógio que faz a contagem regressiva para o término da barganha. Quem quiser fechar negócio imprime o cupom do site e marca uma reunião com a incorporadora responsável pelo empreendimento. Segundo Luiz Turano, criador do PromoImóvel, o clube de compras faz uma ponte entre construtoras e consumidores até então inexististente no mercado. "As empresas sempre têm reserva de estoque - um apartamento no primeiro andar, uma última unidade - e têm dificuldade em anunciar essas promoções. Na outra ponta, quem não quer fazer um bom negócio?" Ávidas pelos "clientes qualificados" do PromoImóvel, que convertem uma compra a cada 18 cupons, as construtoras têm acelerado a expansão do site. Há um mês foi lançada a versão para São Paulo e já estão em negociação as de Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife. Com dois sócios, Turano investiu R$ 1 milhão na primeira fase do negócio e já prepara um segundo aporte. A previsão de faturamento, com Rio e São Paulo, é de R$ 2 milhões em 12 meses, mais 30% por cada nova cidade.

_________________________
INFRAESTRUTURA e LOGÍSTICA

 

São Paulo / SP
Rumo Logística eleva armazenagem no Porto de Santos
A Rumo Logística deve elevar a capacidade estática de seus armazéns localizados no Porto de Santos de atuais 25 mil toneladas para 100 mil toneladas a partir de março de 2012, quando deve ter início a próxima safra de cana-de-açúcar do Centro-Sul. Para isto, estão sendo investidos R$ 40 milhões, de um total de R$ 200 milhões que devem ser investidos no porto pela empresa, braço logístico do grupo Cosan, até 2014.
Segundo Carlos Magano, diretor comercial e de operações do Porto da Rumo Logística, a empresa também irá investir R$ 35 milhões para troca do "shiploader" (carregador) e outros R$ 3,5 milhões para construir uma cobertura na área de carregamento, o que permitirá um ganho de 90 dias de embarque, que é a média de dias com chuva por ano, que impede o embarque de açúcar. Estas duas medidas irão elevar o potencial de embarque anual da Rumo em 6 milhões de toneladas de açúcar. "Com a cobertura, iremos elevar a capacidade de embarque em 2,5 milhões de toneladas por ano. Já o novo shiploader irá aumentar a capacidade de carregamento em cerca de 3,5 milhões de toneladas", disse. A expectativa é de atingir uma capacidade de embarque de até 20 milhões de toneladas em dois anos, dobrando o volume embarcado na safra 2010/11, que foi de 10 milhões de toneladas.
O executivo disse que outros R$ 1,1 bilhão estão sendo investidos na aquisição de vagões e locomotivas ferroviárias e na duplicação de um trecho da ferrovia entre o início da Serra do Mar até Sumaré, onde existe um gargalo na via administrada pela ALL. Segundo ele, os 750 vagões e 50 locomotivas já estão em operação e já carregaram na safra 2010/11 50% dos 1 milhão de toneladas transportados pela Rumo Logística no período. "Do total de nossas operações, já estamos carregando 50% do açúcar via ferrovia e 50% via rodovia", afirma.

_____________________ 
TURISMO e GASTRONOMIA

 

Da redação - São Paulo / SP
Pacote especial no Grand Hyatt para o Restaurant Week
Durante os dias 2/9 e 11/9, o Grand Hyatt São Paulo faz pacote especial aos finais de semana para os visitantes da 9° edição do Restaurant Week. Com um pacote para duas pessoas durante a maratona gastronômica, está inclusa uma noite de hospedagem, jantar com menu do evento em um dos três restaurantes do hotel e café da manhã servido no Grand Caffè ou no Grand Club.
São Paulo oferece no total 227 opções de restaurantes nessa edição e, entre eles, o Grand Hyatt disponibiliza para jantar o Eau French Grill (cozinha francesa contemporânea), Kinu (cozinha japonesa) e Grand Caffè (cozinha italiana autêntica). Os menus serão compostos por duas opções de entrada, prato principal e sobremesa. Comandado pelo chef Laurent Hervé, o Eau French Grill traz uma entrada de pupunha à grega com cogumelos e uvas ao chardonnay e Saint Peter, acompanhado de compota de cevada com azeitonas e limão, como uma das opções do prato principal. Já o chef Domenico Cicchetti, do Grand Caffè, apresenta tagliatelle com ragu de javali, nozes e uma sobremesa tipicamente italiana, o tiramisù.
Para finalizar, o Kinu, do chef Kazuo Harada traz para o evento como entrada de mix de folhas verdes com variedades de algas marinhas japonesas e shimeji crocante; e o prato principal: asinhas de frango fritas com molho de gengibre e mel, acompanhadas de yakimeshi. O valor da hospedagem é de R$580, mais taxas. A noite adicional, sem jantar, sai por R$ 490. O pacote é válido para sexta ou sábado, em quartos single ou double.

________________
MERCADO DE LUXO


Da redação – São Paulo / SP

Necker Nymph é híbrido entre jato e submarino
Com aval de Sir Richard Branson, o Necker Nymph Deep Flight foi desenhado e construído pelo renomado engenheiro Graham Hawkes, da Hawkes Ocean Technologies.  (LEIA +)

___________________________
AGENDA – Eventos / Cursos / Feiras

 

Da redação – São Paulo / SP
33ª Nacional Mangalarga terá agenda de negócios movimentada
As atrações da 33ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga, que acontecerá entre os dias 24/9 e 2/10, no Haras Raphaela, em Porto Feliz/SP, não se limitarão apenas à pista de julgamento. O evento, afinal, contará também com uma movimentada programação de negócios, da qual farão parte o 67º Leilão Oficial, o Leilão Primavera, o Leilão Gênesis e o Leilão de Barrigas da ABCCRM - Associação Brasileira de Criadores de Cavalo da Raça Mangalarga. (LEIA +)



---------------------------------------------------------------------------------------------------
i-press.biz - Copyright © 2008 / 2011 - Todos os direitos reservados

Comentários