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Postagens

Mostrando postagens de Abril, 2011

GUERRA CONTRA O GOOGLE

Prezado Leitor,

Estamos com problemas graves com o Blogger, da empresa Google, que não está atendendo nossas súplicas para que resolvam as questões técnicas que nos impedem de fazer e postar a nossa edição diária de forma rápida.

O Google não está preocupado se o sr(a) não receberam - ou não terão - acesso ao seu canal de informação.

O Google não atende as nossas ligações, nem tão pouco está preocupado na qualidade de seus serviços, como é o caso do Blogger.

O Googler quer terminar com o Blogger e não tem a ética de comunicar aos usuários e fica causando 'problemas' na edição e postagens dos blogs.

Nós fazemos, a mais de 3 anos, a postagem de uma edição díária (de segunda a sexta) e nunca tivemos problemas na edição e na postagem. E esta edição e postagem nunca levou mais de 20 minutos.

Hoje, esta edição e postagem está levando mais de 1 hora, o que está nos impossibilitando de postar a nossa edição diária e atualizada como sempre foi de nosso costume.

Pedido aos nossos LEITORES que …

Edição 524 | Ano III

Brasília / DF Governo quer freiar consumo O ministro da Fazenda, Guido Mantega anunciou ontem, dia 7/4, a elevação de 1,5 ponto porcentual na alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incidente sobre todas as operações de crédito para pessoa física - incluindo financiamentos de automóveis e de imóveis. Com a medida, que entra em vigor amanhã, o tributo de 1,5% passa a 3% ao ano sobre operações com cartão de crédito, crédito direto ao consumidor e crédito consignado. Considerando a nova alíquota de 3% ao ano às pessoas físicas, o IOF vai de 0,0041% ao dia para 0,0082% ao dia. A medida, de acordo com Mantega, tem o objetivo de reduzir o consumo e, por consequência, a inflação. O ministro ressaltou que o novo imposto não incidirá sobre o crédito para empresas e investimentos. A avaliação de Mantega é que o crescimento do crédito está em 20% ao ano, o que é uma velocidade muito elevada. O ideal, de acordo com ele, é que esse crescimento seja em torno de 12% a 15% ao ano. “Estamo…

Edição 523 | Ano III

Brasília/DF e Rio de Janeiro/RJ
Futuro presidente da Vale deixou a empresa em 2009 como um desafeto de Agnelli Roger Agnelli sofreu uma dupla derrota no processo que culminou com sua substituição na presidência da Vale: foi obrigado a se render na campanha para permanecer no comando da mineradora e não conseguiu fazer de um de seus aliados o sucessor. Ao contrário, Murilo Ferreira, que assume oficialmente a presidência a partir de 22 de maio, iniciou a gestão Agnelli como um de seus homens de confiança e deixou a Vale como mais um desafeto, depois de um período de desgaste com o executivo, de quem discordou radicalmente da decisão de insistir na aquisição da Xstrata. A compra da mineradora anglo-suíça - que passou a ser tratada por Agnelli quase como uma questão pessoal - acabou não ocorrendo. A Vale se livrou do que seria um péssimo negócio às vésperas da crise global que estourou em agosto de 2008, mas o vínculo entre os dois executivos já havia se desfeito. Depois de um infarto, Ferr…