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Mostrando postagens de Novembro, 2010

Edição 449 | Ano III

Brasília / DF
Governo tem superavit primário de R$ 7,7 bilhões em outubro
A economia feita pelo governo federal para honrar o pagamento de juros de sua dívida chegou a R$ 7,7 bilhões no mês passado, segundo dados divulgados ontem, dia 29/11, pelo Tesouro Nacional. Trata-se de uma queda de 31% em relação ao resultado de outubro do ano passado. Com isso, o saldo acumulado entre janeiro e outubro chegou a R$ 63,4 bilhões, um aumento expressivo em relação aos R$ 36,5 bilhões alcançados no mesmo período de 2009. O superavit primário deste ano, porém, foi inflado em R$ 31,9 bilhões pela maneira encontrada pelo governo para contabilizar a capitalização da Petrobras feita em setembro. Na ocasião, o Tesouro emitiu títulos da dívida pública para financiar os gastos decorrentes da operação. Como acontece sempre com emissões de papéis da dívida, a operação não foi incluída no cálculo do superavit primário, apenas somada às estatísticas da dívida pública. Mas a receita obtida pelo governo com o repa…

Edição 448 | Ano III

São Paulo / SP
Alguns segmentos da indústria estão atingindo capacidade produtiva máxima
Mesmo com a concorrência dos importados, setores da indústria com demanda aquecida atingiram cerca de 90% de uso da capacidade de produção em outubro, diz a Fundação Getulio Vargas. Com a quase saturação da capacidade de produzir, a indústria de materiais para construção, por exemplo, começa a ter gargalos. O setor já usa 90,4% da capacidade e, segundo o SindusCon-SP, há problemas de abastecimento de cimento no Nordeste.
Eduardo Zaidan, diretor de economia da entidade, afirma que as fábricas da região trabalham a pleno fôlego, e que o transporte do produto por longas distâncias é complicado. Mas, segundo ele, os problemas só existem nessa região e são pontuais. A indústria têxtil, que sofre forte concorrência dos produtos asiáticos, também está usando grande parte do potencial de produção. O segmento ocupa 88,8% da sua capacidade de operar.
Também estão em nível elevado e acima do patamar histórico os…

Edição 447 | Ano III

Brasília / DF
Ministro de Lula e de Dilma, Guido Mantega prepara reforma em setores da Fazenda
Apesar de ter afirmado que manteria a maior parte dos seus secretários, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, provavelmente terá que fazer uma reforma de parte importante na sua equipe. Além de trocar o comando da Receita Federal - uma exigência da presidente eleita Dilma Rousseff -, já é uma certeza que o ministro vai ter que substituir o secretário de Assuntos Internacionais, Marcos Galvão, que assumirá a Embaixada do Brasil no Japão. Além disso, é muito provável a saída do secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa, cotado para assumir um cargo de assessor econômico no Palácio do Planalto, algum cargo no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou até uma diretoria do BC. Protegido de Dilma, o secretário do Tesouro, Arno Augustin, deve permanecer no cargo. Embora o governador eleito do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), tenha chegado a confirmar a ida de Augustin…