São Paulo / SPMercado prevê que ciclo de aumento do juro será interrompido após outubro
A pesquisa Focus divulgada ontem, dia 12/7, pelo Banco Central (BC) aponta que chegou ao fim a divisão momentânea do mercado financeiro quanto à possibilidade de que o juro básico da economia possa ou não subir na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do ano, em dezembro. Na pesquisa, a mediana das estimativas para o patamar do juro no fim do ano caiu de 12,13% para 12%. Com o movimento, analistas mostram que passou a prevalecer a estimativa de que o ciclo de aumento do juro atualmente em curso será interrompido após outubro. Pelas previsões dos analistas, o juro deve subir 0,75 ponto porcentual nas reuniões de julho (para 11%) e de setembro (para 11,75%). Em outubro, o ciclo termina com a última elevação de 0,25 ponto, o que levaria a Selic para 12%. Em dezembro, portanto, o juro segue estável.
Para o fim de 2011, a previsão para o juro básico foi mantida em 11,75%, o cenário é repetido há quatro semanas. Para a Selic média em 2010, analistas reduziram a expectativa de 10,52% para 10,47%, ante 10,44% de quatro semanas antes. Para 2011, a previsão do juro médio recuou de 12,10% para 12,06%. Há um mês, a previsão era de 12%.
Inflação - O mercado financeiro também reduziu a previsão para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2010. De acordo com o levantamento, a expectativa para a alta do índice de preços acumulada ao fim do ano caiu de 5,55% para 5,45%, ainda em um patamar acima do centro da meta de inflação para o ano, que é de 4,50%. Na mesma pesquisa, a estimativa para o IPCA em 2011 continuou em 4,80%. Para a inflação de curto prazo, o mercado reduziu de 0,25% para 0,23% a previsão para o IPCA de julho, que será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no dia 6 de agosto. Já para a inflação de agosto, o mercado reduziu de 0,35% para 0,34% a previsão.
As estimativas do mercado financeiro para os IGPs, por sua vez, voltaram a cair. A mediana das previsões para o IGP-DI em 2010 recuou de 9,03% para 8,68%, na quarta redução seguida. A previsão é menor do que a vista há um mês, quando estava em 9,12%. Para o IGP-M, a projeção recuou de 9% para 8,89%, sendo que há um mês, o número estava em 9%. Para 2011, nada mudou em relação ao IGP-DI, que segue em 5% pela décima semana consecutiva. Para o IGP-M, a mediana das previsões oscilou em leve alta, de 5% para 5,01%. Já para os preços administrados - as tarifas públicas - a expectativa dos agentes seguiu pela sexta semana em 3,60% para este ano. Para o ano seguinte, a expectativa recuou de 4,80% para 4,78%, ante 4,70% de um mês atrás.
PIB - A estimativa para o desempenho da economia brasileira em 2010, por sua vez não sofreu alteração após 16 semanas de alta. A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano ficou em 7,20%. Para 2011, a previsão para o PIB foi mantida em um crescimento de 4,50%. No mesmo levantamento, a estimativa para a produção industrial em 2010 seguiu em alta de 11,91%. Para 2011, a projeção para o desempenho da indústria permaneceu em avanço de 5,00%.
Câmbio e contas externas - Os analistas mantiveram a previsão para o patamar do dólar no fim do ano. O nível da moeda norte-americana no fim de 2010 seguiu em R$ 1,80. Para o fim de 2011, a expectativa para a moeda americana caiu de R$ 1,90 para R$ 1,85. A previsão de câmbio médio no decorrer de 2010 caiu de R$ 1,81 para R$ 1,80. O mercado financeiro alterou as previsões para o déficit nas contas externas em 2010. A previsão para o déficit em conta corrente neste ano subiu de US$ 47 bilhões para US$ 47,23 bilhões. Para 2011, a previsão de déficit em conta corrente do balanço de pagamentos subiu de US$ 57 bilhões para US$ 58 bilhões. A previsão de superávit comercial em 2010 caiu de US$ 15,72 bilhões para US$ 15,71 bilhões. Para 2011, a estimativa para o saldo da balança comercial seguiu em US$ 7,83 bilhões. Analistas reduziram ainda a estimativa de ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2010 de US$ 35,00 bilhões para US$ 34,65 bilhões. Para 2011, a estimativa para o IED permaneceu em US$ 40 bilhões. (Agência Estado)
_____________________________
INDICADORES ECONÔMICOS
São Paulo / SP
Inadimplência do consumidor registra 2ª alta anual desde outubro
A inadimplência do consumidor registrou acréscimo de 5,2% em junho ante o mesmo mês do ano passado, representando a segunda alta na comparação anual desde outubro de 2009, segundo o indicador da Serasa Experian divulgado ontem, dia 12/7. Na comparação mensal - junho em relação a maio deste ano -, a inadimplência do consumidor, mesmo perdendo fôlego, também cresceu, registrando variação de 1,1%. Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, a alta da inadimplência do consumidor tem relação com o crescimento acelerado do endividamento, além do bom desempenho das vendas, sobretudo as financiadas no Dia das Mães, Dia dos Namorados e Copa do Mundo. "Vale lembrar que o consumidor já carregava, anteriormente, compromissos pela antecipação do consumo para aproveitar o IPI reduzido (automóveis, eletrodomésticos da linha branca e móveis), e, por isso, agora encontra dificuldades para honrar suas dívidas", analisam ao economistas. Neste cenário, o maior endividamento do consumidor e o atual ciclo de aperto monetário (elevações da taxa Selic) "irão fazer com que a inadimplência continue evoluindo nos próximos meses, porém sob controle e sem recorde histórico", afirma o indicador.
O mercado de cartões - Na decomposição do indicador, a inadimplência com cartões de crédito e financeiras (alta de 7%) e dívidas com os bancos (crescimento de 0,6%) foram as responsáveis pela alta mensal em junho de 1,1% na inadimplência do consumidor. Ao contrário das avaliações anual e mensal, a inadimplência do consumidor no período acumulado do primeiro semestre de 2010/2009 caiu 2,3%, representando a maior queda para esta comparação desde o início do indicador, em 2000.
As dívidas - No primeiro semestre de 2010, em comparação com o mesmo período do ano anterior, o valor médio das dívidas com os bancos teve queda de 0,4%. Já as outras três modalidades de inadimplência -- cheques sem fundos, títulos protestados e cartões de crédito e financeiras - apresentaram alta de 41,9%, 6,4% e 1,8%, respectivamente.
_________________________
MERCADO DE CAPITAIS
(Informações: Dow Jones, Bovespa, Reuters, EFE, AFP e Associated Press)
HOJE – Fechamento das Bolsas da Ásia
Tóquio / Japão
Bolsas da Ásia fecham com sinais mistos
As bolsas asiáticas fecharam em direções divergentes nesta terça-feira, divididas entre as notícias sobre as políticas de contenção da economia na China e a expectativa quanto aos resultados das empresas dos EUA.
- A Bolsa de Hong Kong acompanhou o declínio das bolsas da China, que se seguiu à reiteração do governo chinês de sua determinação em controlar o aquecido mercado imobiliário. As companhias imobiliárias chinesas lideraram a queda. O índice Hang Seng baixou 0,2% e fechou aos 20.431,06 pontos.
- Na China, a queda das bolsas também foi puxada pelo setor imobiliário. O índice Xangai Composto, que acompanha as ações A e B, encerrou com declínio de 1,6%, fechando aos 2.450,29 pontos. O Shenzhen Composto caiu 1,4%, para 979,77 pontos. O Ministério da Habitação e do Desenvolvimento Urbano-Rural sinalizou que o governo não deve fazer uma mudança significativa em suas políticas de aperto no curto prazo. A indicação foi uma resposta a notícias publicadas na imprensa local acerca de um possível cancelamento das políticas macroeconômicas de controle do mercado imobiliário. No mercado de câmbio chinês, o yuan teve ligeira queda diante do dólar, uma vez que os traders interpretaram a fixação da paridade central acima do esperado como sinal de que o banco central vai diminuir o ritmo de valorização da moeda chinesa. Às 6h30 (de Brasília), o dólar era cotado no mercado de balcão a 6,7720 yuans, acima dos 6,7711 yuans do fechamento de segunda-feira. O banco central fixou a paridade em 6,7802 yuans por dólar, a mais alta desde 1º de julho, contra uma mínima recorde de 6,7718 yuans por dólar na segunda-feira.
- O índice Taiwan Weighted da Bolsa de Taipé, em Taiwan, registrou queda de 0,6%, fechando aos 7.597,42 pontos, com os investidores realizando lucros antes da divulgação dos resultados de empresas dos EUA.
- A Bolsa de Sydney, na Austrália, quebrou uma sequência de três dias de ganhos e fechou em baixa, com empresas de matéria-prima, energia e industriais arrastando para baixo o mercado, apesar dos resultados positivos da líder americana Alcoa. O índice S&P/ASX 200 registrou queda de 0,7%, aos 4.380,3 pontos.
- Na Coreia do Sul, a Bolsa de Seul encerrou estável, com investidores realizando lucros enquanto aguardam os resultados do segundo trimestre da Intel - termômetro das empresas de tecnologia.
- Nas Filipinas, o índice PSE da Bolsa de Manila encerrou em alta de 0,8%, fechando aos 3435,85 pontos. O resultado foi sustentado por ganhos de ações no mercado norte-americano.
- A Bolsa de Cingapura teve pequena alta uma vez que as blue chips apararam os ganhos da manhã depois que autoridades da China reiteraram sua meta de esfriar o aquecido mercado imobiliário do país. O índice Straits Times subiu 0,1% e fechou aos 2.928,70 pontos.
- O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, subiu 0,1% e fechou aos 2.961,51 pontos, com compras de ações de bancos e do setor automotivo por estrangeiros.
- Na Tailândia, o índice SET da Bolsa de Bangcoc reverteu os ganhos iniciais e teve baixa de 0,3%, fechando aos 817,35 pontos, com realizações de lucros e também afetado pelas perdas nas demais bolsas regionais.
- O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, teve alta de 0,5% (a sexta consecutiva) e fechou aos 1.332,87 pontos, com os ganhos concentrados nas ações de segunda linha.
HOJE – Abertura das Bolsas da Europa
- Berlim / Alemanha - A Bolsa de Valores de Frankfurt abriu com leve tendência de baixa nesta terça-feira, e seu principal índice, o DAX 30, perdeu 0,01%, até 6.076,48 pontos.
- Madri / Espanha - A Bolsa de Valores de Madri abriu em alta nesta terça-feira, e seu principal indicador, o Ibex-35, ganhou 44,80 pontos (0,43%), até 10.103.
ONTEM – Fechamento das Bolsas: Bovespa, NY e Europa
São Paulo / SP
Bovespa fecha em queda de 0,81%; investidor opta pela cautela
Cautela foi a palavra de ordem no pregão de ontem, dia 12/7, da Bovespa. Com o início da temporada de balanços do segundo trimestre, e a expectativa pela divulgação de indicadores bastante importantes na China e nos EUA a partir de amanhã, os investidores optaram por não retornar ao mercado de ações ou se desfazer dos papéis de maior liquidez.
- O índice Ibovespa retrocedeu 0,81% no fechamento, aos 62.960 pontos.
- O giro financeiro foi de R$ 4,26 bilhões, bem abaixo da média do mês (R$ 5,1 bilhões/dia), já inferior à média anual (R$ 6,5 bilhões/dia).
- O dólar comercial é vendido por R$ 1,765, em alta de 0,22%.
- A taxa de risco-país marca 220 pontos, número 2,65% abaixo da pontuação anterior.
Análise - Os investidores se desfizeram principalmente dos papéis da mineradora Vale na rodada de hoje. Somente a ação preferencial movimentou cerca de R$ 530 milhões em operações, desvalorizando 1,74%. A ação preferencial da Petrobras, outro papel bastante negociado (R$ 256 milhões no pregão de hoje) teve perdas de 1,26%. "Acho que houve muito receio pelas notícias que podem vir da China, com toda essa perspectiva de desaceleração da economia. Mesmo com a estimativa de que a Vale apresente lucros muito fortes [no segundo trimestre], o mercado sempre pensa muito a frente e está com receio sobre os preços do minério de ferro", comenta Antonio Cesar Amarante, analista da corretora carioca Senso. Entre as principais notícias do dia, o boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, a maioria dos economistas do setor financeiro rebaixou suas projeções para a inflação e taxa de juros neste ano. O IPCA previsto para 2010 recuou de 5,55% para 5,45%. E a estimativa para a taxa Selic (10,25% ao ano) para dezembro foi revista de 12,13% para 12%. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, a balança comercial teve um superavit de US$ 722 milhões na segunda semana de julho.
Nova Iorque / EUA
Cautela prevalece antes de balanços e Bolsas dos EUA têm leve alta
A prudência ditou o movimento no mercado acionário norte-americano nos pregçoes de ontem, dia 12/7, com os principais índices encerrando em leve alta antes do início da temporada de balanços. O volume de negócios esteve entre os menores do ano. Os agentes esperaram para confirmar se as perspectivas para os lucros corporativos validam a valorização do mercado observada na semana passada, a melhor em um ano para Wall Street.
- O índice Dow Jones, referência da Bolsa de Nova York, subiu 0,18%, para 10.216 pontos.
- O termômetro de tecnologia Nasdaq teve oscilação positiva de 0,09%, para 2.198 pontos.
- O Standard & Poor's 500 registrou variação positiva de 0,07%, para 1.078 pontos.
Análise - A Alcoa, componente do Dow Jones, encabeçou a lista de resultados. A maior produtora de alumínio dos Estados Unidos divulgou lucro para o segundo trimestre, com aumento de 22% das vendas apesar da queda nos preços da commoditiy. O lucro líquido trimestral foi de US$ 136 milhões, ou US$ 0,13 por ação, comparado a prejuízo de US$ 454 milhões, ou US$ 0,47 por ação, um ano antes. A receita subiu para US$ 5,187 bilhões, contra US$ 4,244 bilhões. As ações da companhia recuaram 0,6% no pregão regular. Intel, JPMorgan Chase e General Electric também têm resultados com divulgação prevista para esta semana. Os lucros vão "ser o teste de durabilidade da recuperação que começou na semana passada", disse Scott Marcouiller, estrategista sênior de mercado de ações da Wells Fargo Advisors, em St. Louis. "A Alcoa é um pedaço do quebra-cabeça e vai concentrar as atenções, podendo certamente influenciar as operações amanhã", acrescentou Marcouiller. Os papéis de empresas ligadas a matérias-primas foram os de pior desempenho, com o índice S&P para o setor em queda de 1,18%. O mercado reagiu a dados chineses divulgados no final de semana de que a demanda do país por cobre caiu. Freeport McMoRan Copper & Gold cedeu 4,2%. As ações da British Petroleum listadas nos Estados Unidos saltaram 8%. A petrolífera britânica está em conversas com a Apache, companhia norte-americana de óleo e gás, e outras empresas para uma venda de ativos no valor de US$ 10 bilhões.
Londres / Inglaterra
Setor de gás e petróleo puxa bolsas na Europa
As bolsas europeias fecharam em alta na sua maioria, com os ganhos do setor de petróleo e gás neutralizando as pesadas perdas das ações das empresas de matérias-primas. A sessão foi agitada, com os investidores se mantendo cautelosos antes do início da temporada de balanços nos EUA.
- O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 1,09 ponto, ou 0,44%, para 251,18 pontos.
Na semana passada, o índice contabilizou ganho de 5,4%, o melhor desempenho em mais de um ano, uma vez que dados econômicos, comentários do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, e alguns detalhes dos testes de estresses dos bancos impulsionaram o sentimento. "Apesar da recuperação no risco na última semana, os mercados estão com muito para pensar", disseram estrategistas do Citigroup. "Os próximos eventos importantes são a divulgação dos balanços das empresas e os resultados dos testes de estresse dos bancos europeus."
- Em Londres, o índice FTSE-100 avançou 34,08 pontos, ou 0,66%, para 5.167,02 pontos. Os papéis da British Petroleum lideram os ganhos do setor, subindo 9,36%, após a especulação de que a Exxon estaria estudando fazer uma oferta para comprar a empresa e de a BP reportar progressos na operação para a instalação de uma tampa de vedação no poço que está vazando óleo no Golfo do México. Petrofac avançou 1,62% e Tullow Oil ganhou 1,15%.
- Na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX, subiu 11,95 pontos, ou 0,20%, para 6.077,19 pontos, uma vez que os traders aguardam cautelosos o início da temporada de balanços nos EUA, que será aberta nesta segunda-feira com a divulgação dos resultados da gigante de alumínio Alcoa. A farmacêutica Merck avançou 1,85%, depois de receber aprovação do governo russo para vender o medicamento contra esclerose múltipla Cladribine no país.
- O índice CAC-40, da Bolsa de Paris, subiu 13,18 pontos, ou 0,37%, para 3.567,66 pontos. As ações da Zodiac Aerospace subiram 7,11%. A companhia afirmou no último final de semana que recebeu e rejeitou uma oferta de compra da rival Safran, cujas ações caíram 2,62%.
- O índice IBEX 35, da Bolsa de Madri, caiu 69,10 pontos, ou 0,68%, para 10.058,20 pontos, perdendo um pouco de terreno após registrar ganhos acentuados na semana passada. A falta de indicadores econômicos e a queda das bolsas em Wall Street também contribuíram para o desempenho fraco do índice. O Banco Santander recuou 0,83%. A instituição anunciou que comprou a unidade alemã do sueco Skandinaviska Enskilda Banken (SEB) por U$ 697,2 milhões. As ações da Telefónica recuaram 0,34%, enquanto as da Telecinco ganharam 1,91%.
- Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 encerrou com queda de 12,84 pontos, ou 0,18%, em 7.305,09 pontos. EDP Renováveis Energias recuou 1,57% e Energias de Portugal caiu 1,19%. Portugal Telecom subiu 0,36%.
___________
INDÚSTRIA
Nova Iorque / EUA
Avon anuncia compra de empresa de joias nos EUA por US$ 650 milhões
A rede de cosméticos Avon Products anunciou ontem, dia 12/7, que fechou acordo para comprar a Silpada Designs, empresa que atua na área de vendas diretas de joias nos Estados Unidos. A companhia aceitou desembolsar ao menos US$ 650 milhões pelo negócio. A Avon poderá fazer pagamentos adicionais em 2015 caso certas metas para o crescimento dos lucros forem atingidas. Além dos EUA, a Silpada atua no Canadá e no Reino Unido. A Avon informou que a empresa de joias continuará operando como um negócio independente com os seus atuais 32 mil representantes de vendas. Os co-fundadores da empresa, Bonnie Kelly e Teresa Walsh e Jerry Kelly, assim como todo os gestores da Silpada também continuarão trabalhando na companhia. A Avon informou que a aquisição a ajudará a atingir novos consumidores e representantes de vendas. A expectativa é de que o negócio seja finalizado no terceiro trimestre deste ano.
_________________
AGRONEGÓCIOS
Da redação – São Paulo / SP
Milho no Mato Grosso
A colheita do milho safrinha em Mato Grosso avançou mais 24,9 pontos porcentuais na última semana e atingiu 66% da área cultivada de 2,002 milhões de hectares. Os dados são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), vinculado à Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato). Em relação a igual período do ano passado, a colheita do milho está adiantada em 32 pontos porcentuais. A área colhida até agora corresponde a um volume de 5,416 milhões de toneladas de milho, levando em conta a projeção do Imea de produção estadual de 8,207 milhões de toneladas. Na região do médio-norte de Mato Grosso, maior produtora do Estado, a colheita alcançou 72% da área plantada. Na região Sudeste, onde a colheita está mais atrasada, os trabalhos atingiram 55,5% da área plantada. Colheita de milho alcança 66% da área plantada em MT, diz Imea.
_____________________
SETOR AUTOMOTIVO
São Paulo / SP
Produção de veículos cresce 19% no 1º semestre e bate recorde
A produção de veículos no país cresceu 19,1% no primeiro semestre no confronto com igual intervalo em 2009, batendo novo recorde para o período, com a fabricação de 1,753 milhão de unidades, de acordo com os dados que englobam automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões divulgados pela Anfavea (associação das montadoras) ontem, dia 12/7. A maior marca até então havia sido registrada em 2008 (1,693 milhão de unidades).
Considerando apenas junho, a produção (306.350 unidades) teve queda de 5% ante o mês anterior e alta de 7,7% no comparativo com o mesmo mês do ano passado. Já as exportações tiveram acréscimo de 78,1% no acumulado do ano (357.513 unidades). Em junho, as vendas para o mercado externo (63.737) tiveram redução de 13,6% no confronto com maio e expansão de 61,5% ante igual período no ano passado.
O número de empregados nas montadoras somou ao final do mês passado 113.857 trabalhadores, com ampliação no quadro de pessoal contabilizado em maio (113.287). Levando em conta também os funcionários em fabricantes de máquinas agrícolas, a indústria empregava 130.968 pessoas --acima dos 129.813 funcionários registrados em maio, mas ainda abaixo do patamar registrado em outubro de 2008 (131.717), quando houve o agravamento da crise mundial.
Vendas - As vendas de veículos novos registraram queda de 12,5% em junho no comparativo com o mesmo mês do ano passado, apresentando a primeira redução nesse confronto após dez altas consecutivas. No mês passado, foram licenciados 262,8 mil automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões. Em junho de 2009, foram 300,2 mil unidades, terceiro melhor mês em vendas da indústria automobilística devido à corrida dos consumidores às concessionárias para aproveitar os últimos dias com redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). O incentivo fiscal acabou sendo prorrogado pelo governo federal e valeu até março passado, que detém o recorde mensal de vendas (353,7 mil), seguido por setembro do ano passado (308,7 mil). No confronto com maio, os emplacamentos apresentaram crescimento de 4,6%. Já no primeiro semestre (1,58 milhão de unidades), que bateu o recorde de vendas para o período, a expansão foi de 9,0%.
Financiamento - Após um ano e meio sem elevação, a taxa de juros para financiamento de automóveis e comerciais leves subiu em maio, para 1,43% ao mês, refletindo o aumento da Selic no final de abril, segundo a Anef - Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras. Entre janeiro e abril, a taxa tinha sido de 1,40% para empréstimos por meio do CDC - Crédito Direto ao Consumidor - para veículos novos e usados. Considerando todo o mercado - não só bancos de montadoras -, os juros subiram de 1,78% para 1,86%, após seis meses sem alta.
____________________
SERVIÇOS & VAREJO
São Paulo / SP
Abril Educação compra Anglo e deve faturar R$ 500 milhões no ano
A Abril Educação anunciou ontem a tarde, dia 12/7, a aquisição do grupo Anglo, em um negócio que envolve o Anglo Sistema de Ensino, o Anglo Vestibulares e a Siga, empresa focada na preparação para concursos públicos. O negócio faz parte da estratégia da companhia para se tornar a líder do setor no país. Com a compra do Anglo, a Abril Educação - que já conta com as editoras Ática e Scipione - terá faturamento acima de R$ 500 milhões neste ano. Guilherme Faiguenboim e Assaf Faiguenboim, membros de uma das famílias fundadoras do Anglo, vão permanecer à frente das operações da empresa, trabalhando em conjunto com Manoel Amorim, presidente da Abril Educação desde o mês passado. Atualmente, a Abril Educação, que possui a segunda maior rede de sistema de ensino do país, conta com mais de 500 escolas associadas ao Anglo e as 350 que já fazem parte do sistema de ensino SER, de propriedade da empresa, criado em 2007. "O negócio irá permitir à Abril Educação fortalecer sua presença junto às redes pública e privada de ensino", disse a companhia, em nota. O Anglo possui hoje 211 mil alunos em 484 escolas da rede privada em 316 municípios brasileiros. Outros 38 mil alunos estão na rede pública em 24 municípios. O SER já conta com mais de 85 mil alunos da rede privada. Os dois sistemas de ensino seguirão sua atuação com independência.
Da redação – Sâo Paulo / SP
Carrefour busca tornar centro de distribuição mais ágil
A rede Carrefour adotou comando de voz em um centro de distribuição (CD) no Rio de Janeiro para tornar sua operação mais ágil. Trata-se da tecnologia voice picking (separação de pedidos por comando de voz), implantada na América Latina pela ID Logistics. A empresa de tecnologia explica que há cinco anos instalou o serviço no CD do Carrefour em Osasco/SP, e agora a operação para a rede de hipermercados chega também a lojas do Rio.
Da redação – São Paulo / SP
O Boticário investe em lojas de rua e shopping para chegar a 3 mil unidades
O dilema loja de rua x shopping não cabe para O Boticário. A rede investe nos dois modelos e pretende fechar o ano de 2010 com três mil pontos de venda, mostrando que as duas opções de varejo são complementares para a estratégia de crescimento da marca de cosméticos. O projeto foi iniciado em 2007 com um novo modelo de PDV para as novas lojas, enquanto outras foram relocalizadas, reformadas e padronizadas com a arquitetura. A expansão da rede atingiu 915 franqueados e cerca de 870 produtos. O resultado do investimento é de R$ 3,5 bilhões em faturamento no ano passado. Das 2.840 lojas, 68% estão localizadas em ruas, que correspondem a 55% do faturamento do grupo. As diferenças regionais fizeram o projeto de expansão da empresa dividir o Brasil em três grupos. Os municípios onde não havia lojas, os que possuem poucos pontos de venda e as grandes cidades. Para cada modelo, a companhia dispõe de 40 consultores que avaliam os espaços e dão o aval para o início do projeto. Depois de verificar o potencial dessas regiões, a rede se baseia em um sistema de filtros estatísticos que avalia a renda média dos habitantes da região, o seu potencial de mercado para novas lojas, o custo por metro quadrado e o retorno para o franqueado.
Da redação – São Paulo / SP
Walmart abre Maxxi Atacado na Bahia
O Walmart inaugurou em Vitória da Conquista/BA uma unidade de sua bandeira de “atacarejo” Maxxi. Com investimento da ordem de R$ 30 milhões e geração de 85 novos postos de trabalho, essa é a quinta unidade da rede no mercado baiano. Dividido nas áreas de açougue, laticínios, hortifruti, bazar, eletro, informática, pneus, limpeza, bebidas, mercearia, bomboniere, congelados e higiene, o Maxxi atende tanto o pequeno comerciante como o consumidor final, oferecendo produtos e serviços diferenciados, inclusive maquinários específicos para os que atuam no setor de alimentos. Em uma área de 3.000 metros quadrados, estão disponíveis mais de 4 mil itens. O local conta ainda com uma unidade da Drogaria Maxxi, que conta com mais de 2,5 itens, incluindo medicamentos genéricos sendo comercializados até R$ 9,90, um programa permanente do Walmart no Brasil.
Da redação – Rio de Janeiro / RJ
Puket busca expansão no mercado carioca
A Puket reforça seu plano de expansão em franquias e pretende investir fortemente em oportunidades de negócios no Rio de Janeiro, onde já possui seis unidades. A rede de vestuário, especializada em pijamas, meias, underwear, homewear e acessórios de moda, deseja conquistar novos franqueados no Estado. O investimento inicial para abrir uma unidade da Puket é em torno de R$ 350 mil, com faturamento médio estimado de R$ 75 mil. As lojas têm tamanho médio de 50 metros quadrados. A rede conta com 79 pontos de venda e espera fechar 2012 com 160 unidades.
______________________
COMÉRCIO EXTERIOR
Washington / EUA
Governo americano veta exportações de carne do Brasil
As exportações de carne bovina processada para os Estados Unidos continuam suspensas. As autoridades sanitárias americanas frustraram as expectativas do governo brasileiro e não concordaram em liberar os embarques provenientes de alguns frigoríficos. Na semana passada, o Ministério da Agricultura divulgou que entre quatro e seis plantas seriam autorizadas a retomar os embarques a partir de ontem. Fontes próximas às negociações disseram que os EUA preferiram aguardar que o plano de ação proposto pelo Brasil esteja funcionando, o que ainda pode demorar algumas semanas.
As exportações de carne bovina processada para os Estados Unidos estão suspensas desde o fim de maio, depois que as autoridades sanitárias americanas encontraram vestígios acima do permitido de Ivermectina, um vermífugo usado na criação de bovinos. Uma missão técnica brasileira esteve em Washington na quinta-feira e sexta-feira da semana passada, mas não teve sucesso em liberar os embarques. Foi a terceira missão que visitou o país com esse objetivo. A recusa dos americanos causou estranheza porque o Brasil suspendeu voluntariamente as exportações. Em teoria, bastaria o governo brasileiro voltar a autorizar os embarques. Mas, na prática, os americanos precisam concordar para evitar que os EUA vetem a entrada de carne brasileira.
O secretário de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim, e o diretor do Departamento de Defesa Animal (Dipoa), Nelmon Oliveira, estão em Bruxelas e não responderam às ligações da reportagem. A assessoria do ministério não quis comentar o assunto ontem e informou que fará hoje uma conferência de imprensa. Os frigoríficos Marfrig e Minerva estão pressionando o governo a liberar parcialmente as exportações para os EUA. As empresas dizem que não podem "pagar pelos erros do concorrente". Por enquanto, só foi detectada presença de vermífugo acima do limite em produtos do JBS. (Agência Reuters)
_____________________
TECNOLOGIA & WEB
São Francisco / EUA
Microsoft vai vender CRM por loja na internet
A Microsoft planeja se tornar rival da Salesforce.com com o lançamento no próximo ano de uma versão online das aplicações de seu Customer Relationship Management (CRM) Dynamics que será liberada para venda pela internet. A versão beta do produto estará disponível em setembro pelo site Dynamics Marketplace. A versão final do CRM 2011 da Microsoft está prevista para ficar pronta até o final do ano para ser ofertada pela loja, segundo informou um porta-voz da produtora de software. O plano da companhia é expandir o projeto da loja online para 40 mercados até dezembro de 2010, incluindo o Brasil e outros países da América Latina como Colômbia, Costa Rica, Chile e Peru. O CRM Dynamics está recebendo uma série de atualizações e aprimoramento da interface com outras aplicações como Outlook, Office e SharePoint. Para os analistas de mercado, o lançamento da nova oferta da Microsoft está sendo muito aguardado pelos integradores de software que poderão oferecer a solução em suas ofertas. Para a analista do 451 Group, China Martens, o Dynamics Marketplace é uma integração importante, uma vez que uma das razões de alguns clientes adotarem o CRM da Salesforce.com é facilidade de integração com outras aplicações, algo que a Microsoft poderá fazer com o Office e outros programas. Entretanto, a Microsoft não esclareceu como será o seu modelo de preços para fazer frente ao concorrente Salesforce.com. (Agência IDG News Service)
Boston / EUA
Oracle libera correções para 59 brechas de segurança
A Oracle vai liberar hoje, dia 13/7, 59 correções para brechas de segurança que afetam centenas de produtos, de acordo com nota publicada no site da empresa. Do total, 21 vulnerabilidades afetam produtos relacionados ao Solaris, o sistema operacional que passou às mãos da Oracle após a compra da Sun Microsystems. Sete delas podem ser exploradas remotamente sem exigir senha ou nome de usuário, afirmou a Oracle. Entre os produtos Solaris em questão estão OpenSSO, Solaris Studio, Sun Convergence e Glassfish Enterprise Server. A atualização também inclui 13 correções para a linha de produtos de banco de dados da Oracle. Sete são para vulnerabilidades passíveis de serem exploradas remotamente, tanto no componente TimesTen como no Secure Backup. Essas vulnerabilidades receberam nota CVSS (de Common Vulnerability Scoring System) de 10.0, a mais crítica da escala. Sete outras correções têm como alvos os produtos Fusion Middleware. Outras 16 são para outras aplicações, como E-Business Suite, PeopleSoft e JD Edwards. Uma correção está incluída para uma questão com o Enterprise Manager. No site, a Oracle recomenda a seus usuários instalar as correções assim que possível. (Agência IDG News Service)
São Francisco / EUA
Facebook adota aplicativo de segurança para crianças e jovens
O aplicativo, que segue uma longa campanha feita pelo Centro de Proteção à Exploração Infantil Online (CPEIO), é exibido na página do perfil de um usuário quando este é adicionado ou marcado, permitindo que crianças e adolescentes denunciem comportamentos suspeitos ou inapropriados. Especialmente destinado a usuários entre 13 e 18 anos, o aplicativo também oferece dicas sobre como ter segurança na Internet. "Nós sabemos, por falar com infratores, que uma ferramenta online visível poderia proteger os jovens", disse Jim Gamble, diretor executivo do CPEIO, acrescentando que o aplicativo deve restabelecer a confiança dos pais cujos filhos utilizam o site. Uma mensagem automática será exibida na página inicial do Facebook de todos os usuários adolescentes, convidando-os a usar o aplicativo. As pressões para introduzir tais medidas se intensificaram no final do ano passado após uma jovem de 17 anos ter sido sequestrada, violentada e assassinada por um homem que se passou por adolescente através do Facebook. "Juntos desenvolvemos uma nova forma de ajudar os jovens a permanecer seguros na rede", disse Joanna Shields, vice-presidente do Facebook para Europa, Oriente Médio e África. "É somente através do esforço constante e concentrado da indústria, polícia, pais e dos próprios jovens que todos nós podemos manter a segurança online", acrescentou. (Agência Reuters)
São Francisco / EUA
Google investe US$ 100 milhões na dona do FarmVille e prepara seção de games
O Google investiu algo em torno de US$ 100 milhões e US$ 200 milhões na empresa de games sociais Zynga, e prepara o lançamento de uma plataforma denominada Google Games que deve ser lançada no final deste ano. As informações foram dadas pelo site TechCrunch no domingo (11), e foram creditadas a "múltiplas fontes". Ainda de acordo com o site, uma grande parceria entre ambas as empresas ainda está em processo. A Zynga é responsável pelos games que fazem mais sucesso no Facebook, como FarmVille e Mafia Wars - e seria o alicerce do novo Google Games. "A Zynga não apenas dará ao Google Games uma base sólida para construção de games sociais, mas isso também dará ao Google o começo de um verdadeiro gráfico social quando usuários logarem no Google para jogar games. E não seria surpresa ver o PayPal sendo substituído pelo Google Checkout como opção primária de pagamento [nos games da Zynga]", observa o TechCrunch. Estima-se que a Zynga teve uma receita de US$ 350 milhões na primeira metade de 2010 - metade disso convertido como lucro. A projeção da companhia, diz o site, é a de que a receita seja de US$ 1 bilhão em 2011. Tanto o Google quanto a dona do Farmville não se manifestaram sobre o tema.
Da redação – Porto Alegre / RS
Stemac migra dadosde ZIM para Oracle Apex com a Advanced IT
A Stemac Grupos Geradores, líder nacional na fabricação e comercialização de grupos geradores, contratou a Advanced IT para desenvolver um projeto de atualização tecnológica e migração de dados legados. A Advanced IT é especialista em sistemas de gestão corporativa e administração de bancos de dados, sendo uma das mais importantes empresas de software do sul do país. O objetivo do projeto consiste na atualização tecnológica de uma aplicação que realiza consultas na base antiga de assistência técnica, notas fiscais, contas a pagar e a receber da empresa. A Stemac atualmente utiliza SAP e para não perder o histórico de informações da base de dados da empresa, a Advanced IT está convertendo o sistema legado, de ambiente ZIM, para plataforma de base Oracle. Reescrevendo o sistema ZIM para o Oracle APEX é possível consultar os dados íntegros no banco de dados Oracle, sejam eles para visualizar dados históricos ou para transações ainda utilizadas. Assim, a infraestrutura de hardware (máquinas que ocupam espaço físico e demandam manutenção contínua) que antes suportava a aplicação ZIM poderá ser descartada para dar lugar a servidores mais modernos e com melhor performance. O serviço teve início em maio de 2010 com previsão de término em 2 meses e meio. “A Stemac é uma empresa de 58 anos de atuação e Líder em seu mercado, e a exemplo de outras empresas, nos últimos 20 anos passou por implantações e migrações de sistemas de gestão, e o desafio da TI é não só contribuir com estas inovações tecnológicas, mas também manter todo o histórico da base instalada dos clientes. Buscando uma solução para atender este desafio em parceria com Advanced IT, optamos pela utilização do APEX, a qual demonstrou ser, ainda em tempo de projeto, uma ferramenta de fácil implementação, que foi rapidamente incorporada pela equipe interna e muito bem aceita pelos nossos usuários. Ficamos bastante satisfeitos com os resultados!” comemora Sérgio Farina Ucoski, Gerente de TI da Stemac. (Fonte: Dep. de Marketing da Advencedt IT)
___________
TELECOM
Buenos Aires / Argentina
Empresa brasileira investe em software argentino para baratear SMS
A operadora brasileira de telefonia Transit Telecom investirá na expansão de um software criado por um grupo de estudantes argentinos que permite reduzir para menos da metade o custo do envio de mensagens de texto, informaram os autores do sistema ontem, dia 12/7. A empresa "fornecerá a infraestrutura" necessária para o crescimento do programa gratuito Okeyko, que se instala nos telefones celulares e já conta com cerca de 30 mil usuários da Argentina, México, Espanha, Chile e Uruguai, explicou Gerardo Cabero, um dos jovens criadores do projeto. O investimento da empresa, cujo número é mantido em sigilo, permitirá também que o sistema seja apresentado a partir deste mês em diferentes países da América do Sul, acrescentou Cabero, 28 anos. Esse estudante de informática da Universidade Nacional de Salta (UNSA) desenvolveu no ano passado o programa junto a dois colegas de faculdade, Pablo Lugones e Gabriel Fernández, ambos com 21 anos, e a eles se uniu mais tarde o técnico argentino Darío Arias, 24 anos. Segundo ele, trata-se de "uma nova plataforma de comunicação" que permite enviar mensagens de texto a um custo aproximado de 0,10 peso (US$ 0,025), um número "muito menor" ao qual podem alcançar os SMS por meio do método convencional. O software, que "funciona com todos os operadores de telefonia', pode ser baixado do site da Okeyko a qualquer telefone celular compatível com a linguagem Java para começar a enviar e receber mensagens, acrescentou o estudante. "O crescimento desse sistema nos transformou completamente. Éramos garotos da universidade que fazíamos isso por hobby, mas acabou se tornando nosso trabalho", destacou Cabero após ter viajado ao Brasil para assinar o acordo com a operadora. (Agência EFE)
____________________
MERCADO DE LUXO
Da redação – Paris / França (Jean Pierre Sorteau, correspondente)
Shakenhurst Hall irá à venda pela primeira vez em quase 1000 anos
Se o cliente tiver interesse em castelos antigos com uma história, ao invés de uma mansão moderna e contemporânea, então esta é a oportunidade ideal. (LEIA MAIS)
____________________________________
ARTIGOS - Conheça nossos especialistas
- Hidrovias são opção segura para otimização da logística do RS. Ricardo Guimarães (Advogado, Ex-diretor de Infraestrutura da Seinfra/RS e ex-Diretor Adm-Financeiro do DAER) (LEIA)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------
i-press.biz - Copyright © 2008 / 2010 - Todos os direitos reservados