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Mostrando postagens de Outubro, 2009

Edição 218 | Ano II

Da Redação - Brasília / DF
Contas do governo têm pior desempenho em 12 anos
As contas do governo central fecharam o mês de setembro com deficit de R$ 7,632 bilhões, de acordo com dados divulgados pelo Tesouro Nacional. O número ficou bem abaixo do registrado em agosto, quando Tesouro, Previdência Social e Banco Central tiveram resultado superavitário em R$ 3,69 bilhões. O número é o pior para um mês de setembro desde 1997, além de ser pior mês do ano. Nas comparações com o ano passado, também houve queda significativa. Em setembro de 2008, o governo central havia tido superavit de R$ 3,95 bilhões. Nos nove primeiros meses do ano, o governo teve um resultado positivo de R$ 16,37 bilhões, contra R$ 80,98 bilhões no mesmo período do ano passado. A economia do governo central no ano corresponde a 0,74% do PIB - Produto Interno Bruto. No mesmo período de 2008, correspondia a 3,78% do PIB. No ano, as receitas do governo caíram 1,9% enquanto as despesas subiram 16,5%.
Receitas - A receita total…

Edição 217 | Ano II

Buenos Aires / Argentina
Nobel de economia afirma que Brasil é mais esperança do que certeza de crescimento
O prêmio Nobel de Economia de 2008, Paul Krugman, disse ontem , dia 28/10, em Buenos Aires que o Brasil ainda é mais uma "esperança" do que uma certeza de forte crescimento porque sua economia, apesar de ter respondido bem à crise, não "decolou" como a da Ásia. "Todos conhecem a piada de que o Brasil é o país do futuro e sempre será. Ainda não vemos no Brasil o tipo de crescimento que vemos na Ásia. Então, eu acho que isto continua sendo uma esperança e não uma perspectiva certa", disse o economista diante de uma plateia de empresários. Krugman destacou que o Brasil teve um desempenho "formidável" durante a crise global. "Foi afetado, mas não tanto, os bancos se sustentaram muito bem e, de fato, o mundo quer levar dinheiro para o Brasil e isto gera problemas para sua competitividade nas exportações", opinou o prêmio Nobel. Para o e…